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Eleições 201825/09/2018 | 07h30Atualizada em 25/09/2018 | 07h30

Conheça as propostas dos candidatos a governador para a participação de Joinville no Governo

As prioridades contidas nesta série do jornal A Notícia foram definidas por entidades representativas da região

Conheça as propostas dos candidatos a governador para a participação de Joinville no Governo Marco Favero/Diário Catarinense
Foto: Marco Favero / Diário Catarinense
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Desde segunda-feira (24), "AN" publica as propostas dos candidatos ao governo do estado sobre cinco prioridades para Joinville, definidas após consulta a entidades representativas da região.

O jornal convidou a Associação Empresarial de Joinville (Acij), Câmara dos Dirigentes Lojistas de Joinville (Cdl), Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresa (Ajorpeme), Associação dos Comerciantes de Material de Construção de Joinville e Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) para elencarem as principais demandas da cidade aos postulantes ao cargo de governador. 

Abaixo, você confere o pensamento dos candidatos sobre a participação de Joinville no governo. Nos próximos dias, veremos propostas focadas na infraestrutura e mobilidade, o Hospital Municipal São José e os Bombeiros Voluntários.

* CANDIDATOS POR ORDEM ALFABÉTICA

PERGUNTA 1
Como a cidade de Joinville estará representada no primeiro escalão do governo do Estado?

COMANDANTE MOISÉS (PSL)
- Viemos para fazer uma mudança na forma de governar, para oferecer ao cidadão uma política mais justa, mais correta e eliminar de vez a corrupção que atrasa demasiadamente um Estado com tanto a crescer, como Santa Catarina. Não queremos ter amarras e, diante disso, pretendo nomear servidores de carreira para primeiro escalão e não políticos. Quero escolher nosso servidor com integridade e contemplar as mais diversas regiões do Estado e, sem sombra de dúvidas, Joinville é uma delas.

DÉCIO LIMA (PT)
-
No meu governo vamos governar junto aos protagonistas de cada área no estado. Serão as instituições, federações, associações e representantes da sociedade civil que indicaram o nosso secretariado. Joinville é a terceira maior cidade do sul do Brasil, a cidade com maior PIB do estado e tem excelentes condições de compor qualquer secretariado do nosso governo. Mas, acima de tudo, o secretário ou a secretária que irá compor o primeiro escalão deverá ter visão política e conhecimento técnico da pasta. Vamos estabelecer paridade de gênero na constituição do secretariado, uma vez que a questão da igualdade passa pela questão de gênero. Por isso, nosso compromisso de reforçar o papel das mulheres, empoderando-as dentro do governo.

GELSON MERISIO (PSD)
-
 Joinville estará no centro das decisões e à frente de duas importantíssimas secretarias estaduais: Infraestrutura e Desenvolvimento Econômico. A região já teve dois representantes nessas mesmas pastas, mas não com o modelo de gestão que propomos nem com a autonomia que daremos. O resultado será bem diferente. 

A maior cidade do Estado tem muito a contribuir em termos de gestão e nas soluções para darmos um novo salto de desenvolvimento em Santa Catarina. Além de Joinville presente no governo, o governo estará presente aqui permanentemente.

INGRID ASSIS (PSTU)
-
Iremos acabar com as ADRs que são um cabide de empregos e garantia de currais eleitorais para políticos tradicionais da política catarinense. Representações dos trabalhadores e da juventude participarão do governo, definindo todas as prioridades para a população. Isso se dará através de Conselhos Populares eleitos por bairros populares e de periferia e em locais de trabalho e estudo de grande concentração. 

JESSÉ PEREIRA (Patriotas)

 - Tenho conversado com várias lideranças de várias cidades catarinenses, inclusive Joinville onde temos um representante do município com candidato ao cargo de deputado estadual “Dom Ezequiel”, mas também tenho um outro nome forte da cidade para talvez ocupar o cargo na administração estadual.

LEONEL CAMASÃO (PSOL)
-
Primeiramente, quero lembrar que, se o Camasão for governador, Joinville já estará representada no mais alto cargo do primeiro escalão do governo. Porém, não é dessa forma que queremos pensar o nosso secretariado. Não vamos organizá-lo a partir de regiões ou figuras, mas, a partir da capacidade técnica e do alinhamento político com o projeto de transformação de Santa Catarina, que nós queremos fazer. E, fazer essa discussão antes das eleições estarem conclusas, é improdutivo. 

O atual governo é a maior prova de que somente a representação regional não resolve nada. Eduardo Pinho Moreira era vice-governador e, agora, governador, com a renúncia de Raimundo Colombo, e os pleitos da região Sul estão abandonados. Então, não é isso que resolve. O que resolve é projeto político, é coerência, é fazer política de maneira séria e com responsabilidade.

MAURO MARIANI (MDB)
-
Minha família mora em Joinville, minha filhas nasceram aqui, sou o candidato de Joinville, da região Norte e Planalto Norte. E carrego comigo a experiência de conhecer os 295 municípios de Santa Catarina porque andei e trabalhei como prefeito, deputado federal e secretário de infraestrutura. Joinville terá o destaque merecido no meu mandato. A pasta principal da qual todo o governo depende é a Secretaria de Estado da Fazenda. E pela demanda de investimentos, a gestão da infraestrutura vai passar pela região Norte.

ROGÉRIO PORTANOVA (REDE)
-
Joinville sempre teve uma participação ativa nas decisões estaduais, mas por motivos políticos e partidários, nos últimos anos a cidade perdeu sua participação nas decisões estaduais. Quando falamos de um governo democrático, precisamos buscar uma representatividade o mais próximo da realidade de nossa população estadual. Sendo assim, Joinville deve ser sempre sim convidada a compor o governo, ainda mais quando levamos em consideração uma cidade que reúne quase 9% de toda a população estadual, e mais de 10% do PIB. Não podemos sentar e discutir uma Santa Catarina mais democrática e sustentável sem buscar ouvir melhor esta cidade e seu povo.

PERGUNTA 2
Em outros momentos, o município já teve representação em pastas importantes, como Infraestrutura e Desenvolvimento Econômico. Existem planos neste sentido?

COMANDANTE MOISÉS (PSL)
- Maior e mais industrializada cidade do Estado, Joinville é o motor da economia catarinense. A principal cidade do Norte ocupa o primeiro lugar na produção de riquezas do Estado e, também, em retorno de ICMS. Além disso, com base no senso de 2017 possui 583. 144 habitantes, sendo o município mais populoso do Estado e o 37o do país . Todas essas informações me levam a crer o quanto a cidade merece destaque na participação do governo. Certamente será tratada da mesma forma com que se classifica no hall de importância para o crescimento de Santa Catarina.

 DÉCIO LIMA (PT)
- O meu governo será feito junto com os protagonistas na saúde, na educação , na segurança pública, na infraestutura e setor produtivo. Vamos estabelecer uma nova convenção com os setores. Nenhuma pasta será ocupada por integrante que não tenha visão política, conhecimento técnico. Irei montar um time de ponta em que cada membro terá que ter uma visão da totalidade do Estado e interdisciplinaridade entre as pastas. Com certeza vamos considerar nomes de joinvilenses que apresentem potencial para assumir os cargos.

GELSON MERISIO (PSD)
- Como disse na “Carta de Joinville”, a cidade deve ocupar duas importantíssimas secretarias estaduais: Infraestrutura e Desenvolvimento Econômico. A região já teve dois representantes nessas mesmas pastas, mas não com o modelo de gestão que propomos nem com a autonomia que daremos. O resultado será bem diferente. A maior cidade do Estado tem muito a contribuir em termos de gestão e nas soluções para darmos um novo salto de desenvolvimento em Santa Catarina. Além de Joinville presente no governo, o governo estará presente aqui permanentemente.

INGRID ASSIS (PSTU)
- Em outros momentos, o município tinha representação em pastas importantes, como infraestrutura e desenvolvimento econômico. A representação de Joinville, assim como de outras cidades do estado, se dará por meio desses Conselhos Populares. As demandas dos trabalhadores, da juventude, do povo pobre, dos negros, das mulheres, dos indígenas e das LGBTs poderão ser ouvidas. Afinal, ou se governa para os ricos e poderosos, ou para os trabalhadores e pobres. Até agora só se governou para os ricos e poderosos. Nosso partido tem lado, e é dos trabalhadores e do povo pobre.

LEONEL CAMASÃO (PSOL)
- Primeiramente, quero lembrar que, se o Camasão for governador, Joinville já estará representada no mais alto cargo do primeiro escalão do governo. Porém, não é dessa forma que queremos pensar o nosso secretariado. Não vamos organizá-lo a partir de regiões ou figuras, mas, a partir da capacidade técnica e do alinhamento político com o projeto de transformação de Santa Catarina, que nós queremos fazer. E, fazer essa discussão antes das eleições estarem conclusas, é improdutivo. 

O atual governo é a maior prova de que somente a representação regional não resolve nada. Eduardo Pinho Moreira era vice-governador e, agora, governador, com a renúncia de Raimundo Colombo, e os pleitos da região Sul estão abandonados. Então, não é isso que resolve. O que resolve é projeto político, é coerência, é fazer política de maneira séria e com responsabilidade.

MAURO MARIANI (MDB)
- Eleito governador, Joinville e a região Norte terão o governador daqui. Além disso, a pasta principal da qual todo o governo depende é a Secretaria de Estado da Fazenda. E pela demanda de investimentos, a gestão da infraestrutura vai passar pela região Norte. Depois precisamos discutir a distribuição técnica de outras áreas como o desenvolvimento econômico, saúde e segurança.

ROGÉRIO PORTANOVA (REDE)
- Joinville sempre teve uma participação ativa nas decisões estaduais, mas por motivos políticos e partidários, nos últimos anos a cidade perdeu sua participação nas decisões estaduais. Quando falamos de um governo democrático, precisamos buscar uma representatividade o mais próximo da realidade de nossa população estadual. Sendo assim, Joinville deve ser sempre sim convidada a compor o governo, ainda mais quando levamos em consideração uma cidade que reúne quase 9% de toda a população estadual, e mais de 10% do PIB. Não podemos sentar e discutir uma Santa Catarina mais democrática e sustentável sem buscar ouvir melhor esta cidade e seu povo.

*Até o fechamento desta edição, a candidato Ângelo Castro (PCO) estava com a candidatura impugnada, impedido de fazer campanha pelo TRE. Ele está recorrendo com embargos declaratórios e aguarda julgamento. Mesmo assim, o “AN” encaminhou as questões para sua equipe de campanha, mas até o prazo combinado não recebeu as respostas. 


 
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