Condenado por matar policiais federais é preso apresentando nome falso em Araquari - Segurança - A Notícia

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Segurança07/09/2018 | 15h28Atualizada em 07/09/2018 | 15h36

Condenado por matar policiais federais é preso apresentando nome falso em Araquari

Homem foi condenado pela morte de dois policiais rodoviários federais em 2001

Condenado por matar policiais federais é preso apresentando nome falso em Araquari Divulgação/Divulgação
Foto: Divulgação / Divulgação
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Pedro Rodrigo Pereira dos Santos, 41 anos, condenado pela morte de dois policiais em 2001, foi preso tentando apresentar uma identidade falsa em Araquari. O homem é condenado, segundo a polícia, por praticar outros crimes em Joinville à mando de uma organização criminosa que atua no Estado. 

A prisão aconteceu na noite desta quinta-feira (6), em uma área rural às margens da BR-101 perto do quilômetro 76, durante abordagem da polícia. Outros dois homens que estavam na casa também foram conduzidos à delegacia para esclarecimentos. 

O homem foi condenado a 34 anos de prisão pelo assassinato de dois policiais rodoviários federais. Ele cumpriu parte da pena e teve concedido pela Justiça o benefício de trabalhar durante o dia fora da Penitenciária Industrial de Joinville.  

Segundo a Polícia Civil, desde o ano passado ele estava foragido, acusado também de executar crimes a mando de uma facção criminosa. A prisão do condenado foi feita por policiais civis e rodoviários federais de Barra Velha.  

Em 2015, ele chegou a ser preso novamente por corrupção passiva tentando subornar policiais, quando deveria estar executando trabalhos externos.

Morte de policiais


O crime aconteceu há quase 14 anos, numa sexta-feira santa, em 13 de abril de 2001, em Joinville. Pedro Rodrigo e o comparsa Valdir Saggin foram perseguidos e parados pelos policiais rodoviários federais quando trafegavam pela BR-101 com destino à Itajaí. A abordagem aconteceu em uma saída da rodovia, na Estrada dos Suíços, no bairro Vila Nova.

Os policiais Rodrigo Zonta de Oliveira e Airton Borges foram rendidos e executados à queima roupa. A dupla foi presa menos de um mês depois. Valdir Saggin, que é ex-policial militar, foi condenado a 41 anos de prisão. Ambos foram julgados em júri popular pela Justiça Federal

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