Operação da PM para combater criminalidade ainda não tem data para terminar em Joinville - Segurança - A Notícia

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Segurança24/02/2018 | 16h23Atualizada em 25/02/2018 | 18h37

Operação da PM para combater criminalidade ainda não tem data para terminar em Joinville

Iniciada na quinta-feira (22), ações buscam reduzir os índices de criminalidade nos pontos de maior incidência

Operação da PM para combater criminalidade ainda não tem data para terminar em Joinville André Buzzi/NSCTV
Foto: André Buzzi / NSCTV
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Iniciada na quinta-feira (22) em Joinville, a operação Choque de Ordem envolve as regiões do 8º e 17º Batalhões de Polícia Militar (BPM) da cidade. O comandante-geral da PM, coronel Araújo Gomes, informou que as ações buscam reduzir os índices de criminalidade nos pontos de maior incidência, principalmente com relação aos crimes contra a vida e contra o patrimônio. As ações não tem data para terminar no município. 

O Comando Geral PM identificou que dez cidades catarinenses concentram 51% de crimes desta natureza. Conforme com o comandante-geral, Joinville e Florianópolis abrangem quase 17% das ocorrências destes crimes no Estado.  Para realizar a operação, policiais militares lotados em municípios onde há menor índice de criminalidade foram deslocados para as cidades com maior incidência. Os profissionais atuam na área tática e de patrulhamento. 

— Essa operação Choque de Ordem tem como estratégia aumentar a capacidade operacional local em cidades onde há maior incidência de criminalidade. Ela é baseada em uma das características da PM de reunir efetivo em um determinado ponto, sem que haja impacto onde o efetivo foi retirado — esclarece o coronel Araújo Gomes.   

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Joinville recebeu o reforço de 90 PMs. Somando com o efetivo já existente na cidade para as ações ostensivas diárias, são 170 PMs por dia nas ruas. As ações ocorrem em bairros que apresentam maiores índices de criminalidade. Na região do 8º BPM, as áreas mais críticas identificadas estão nos bairros Aventureiro, Jardim Paraíso, Comasa e Jardim Iririú. Já na região compreendida pelo 17º BPM, os pontos de atenção estão no Paranaguamirim, Ulysses Guimarães, Fátima e o Morro do Meio. 

A operação ocorre em três fases diferentes conforme a evolução dos indicadores, de acordo com Gomes. As primeiras ações são de saturação com estratégias ostensivas de policiamento, como rondas, barreiras, policiamento tático, presença em locais identificados como zonas de conflitos ou alta incidência de confrontos. A segunda é a operação Sufoco para identificar lideranças, arsenais e depósitos de drogas, por meio da ação da inteligência da PM em conjunto com outras agências policiais. 

A terceira fase é a Força Pública que é a transição da predominância das estratégias policiais nos locais mapeados para o desenvolvimento de ações de politicas públicas, em conjunto com o poder público municipal ou em conjunto com as ONGs. Ainda segundo o comandante-geral, a operação da PM deve ocorrer em Joinville e região por um período de tempo considerável. A data de término não foi informada devido a questões estratégicas da polícia. 

Além de Joinville, outras cidades atendidas na área da 5ª Região de Polícia Militar (RPM) também devem receber as ações, como São Francisco do Sul, Barra Velha, Itapoá e Garuva. 

 

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