Agente penitenciário morto em Joinville será enterrado no Rio Grande do Sul - Segurança - A Notícia

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Segurança19/08/2017 | 16h16Atualizada em 19/08/2017 | 16h47

Agente penitenciário morto em Joinville será enterrado no Rio Grande do Sul

Elton Máximo, 33 anos, estava de folga quando foi baleado

Agente penitenciário morto em Joinville será enterrado no Rio Grande do Sul Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Familiares e amigos lamentaram a morte de Elton nas redes sociais Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

O corpo do agente penitenciário Elton Máximo, 33 anos, que foi morto na tarde de sexta-feira, 18 de agosto, na rua Max Pruner, no bairro Ullysses Guimarães, em Joinville, será levado para sua cidade natal, São Luiz Gonzaga, no interior do Rio Grande do Sul, onde será velado e enterrado. Elton foi atingido por pelo menos três tiros que teriam sido efetuados por dois homens que passaram em uma motocicleta, segundo informações da Polícia Civil. Até a manhã deste sábado, nenhum suspeito havia sido detido. 

Nas redes sociais, familiares e amigos fizeram homenagens e desabafaram a respeito do crime. Uma amiga, Lene Delanogare, recordou a felicidade com que Elton havia contado sobre a admissão no Departamento de Administração Prisional (Deap) após passar no concurso público. 

Um primo, Gilmar Flores, publicou a mensagem "Infelizmente, tragicamente perdermos mais um familiar. Descansa em paz, primo Elton Máximo", recordando que o pai do agente penitenciário faleceu há apenas um mês. 

A Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (SJC) e o Deap emitiram nota informando sobre a morte, que ocorreu quando o agente estava em período de folga, e que todas as medidas legais e periciais pertinentes já haviam sido adotadas.

A Associação dos Agentes Penitenciários e de Segurança Socioeducativos do Estado de Santa Catarina (AAPSS/SC) também emitiu nota lamentando a morte de Elton. No texto, a associação chama atenção para o aumento da criminalidade e os problemas das políticas públicas de segurança de Santa Catarina. Ela conclui dizendo que, "o agente penitenciário [...] cumpre pena todos os dias de sua carreira, marcado física e psicologicamente por um ambiente de alto risco e insalubre, esquecido durante sua vida e lembrado em sua morte". 

O delegado Dirceu da Silveira Junior não quis comentar uma possível ligação do crime com o fato de Elton trabalhar no Presídio Regional de Joinville. As motivações e circunstâncias do crime serão investigadas pela Polícia Civil. Este foi o 88º assassinato registrado em Joinville este ano. 


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