Menino que teria sido agredido por professor em Araquari deixa hospital - Segurança - A Notícia

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Investigação09/05/2017 | 11h52Atualizada em 09/05/2017 | 12h01

Menino que teria sido agredido por professor em Araquari deixa hospital

A criança foi encaminhada a unidade hospitalar nesta segunda-feira, depois que o pai a encontrou na escola vomitando, pálida, fraca e com marcas no pescoço

Menino que teria sido agredido por professor em Araquari deixa hospital Maykon Lammerhirt/Agencia RBS
Pai da criança registrou boletim de ocorrência da suposta agressão Foto: Maykon Lammerhirt / Agencia RBS
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O menino de cinco anos supostamente agredido por um professor em Araquari teve alta do Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria no início da noite desta segunda-feira. A criança foi encaminhada à unidade depois que o pai a encontrou na escola vomitando, pálida, fraca e com marcas no pescoço. A Polícia Civil realizou o exame de corpo delito no hospital, o resultado deve ficar pronto nos próximos dias.

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Conforme relato do pai, ele chegou à unidade escolar nesta segunda-feira por volta das 13 horas para buscar o filho. No local, encontrou a criança sentada sozinha e cercado por vômito. Ao questionar o professor auxiliar – a titular está de licença – sobre o que teria acontecido, ele teria afirmado ao pai que deixou o menino no local porque ele não ficava quieto e negou ter visto as marcas no pescoço.

O pai registrou um boletim de ocorrência contra o professor por agressão. Em carta enviada à reportagem, o profissional negou as acusações.

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De acordo com a Secretária da Educação, Cultura e Desporto do município, Rose Cleia Vigolo, o professor foi afastado das suas atividades nesta terça-feira para que os fatos possam ser apurados. Serão ouvidos os pais, a direção da escola e dar ampla possibilidade de defesa ao profissional.

— A sindicância será instaurada porque não podemos acusar nem ser omisso, antes de mais nada é preciso apurar os fatos — afirmou.

O setor jurídico da Prefeitura de Araquari também foi acionado, segundo a secretária. A apuração dos fatos ainda está sendo consolidada, já que a Secretaria soube da maioria dos acontecimentos por meio da mídia.

— Nós ouvimos sobre a situação pelos meios de comunicação e falamos com o professor por telefone. Precisamos ter todo o fato em mãos para não cometer nenhuma injustiça e tomar as providências – declarou.

Rose também ressaltou que o educador é do quadro efetivo da escola. Ele é professor auxiliar e faz substituição dos profissionais que estão de atestado médico ou licenças. Outros dois profissionais também exercem a mesma função na unidade escolar.

— Agora vamos aguardar a investigação para ver o que aconteceu, mas reitero que este professor é um excelente profissional — completou.

A Polícia Civil irá instaurar o inquérito para dar prosseguimento a investigação do caso. Os depoimentos serão coletados nos próximos dias. A reportagem de ¿AN" tentou contato por telefone celular com o pai do menino na manhã desta terça-feira para falar sobre o caso, mas ninguém atendeu.

*O nome do pai e da criança não foram divulgados em cumprimento ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

 
 
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