Trevo do distrito industrial Norte de Joinville é bloqueado por quase uma hora - Segurança - A Notícia

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Greve geral28/04/2017 | 15h19Atualizada em 28/04/2017 | 19h58

Trevo do distrito industrial Norte de Joinville é bloqueado por quase uma hora

Vias foram fechadas por manifestantes que colocaram fogo em pneus

Trevo do distrito industrial Norte de Joinville é bloqueado por quase uma hora Salmo Duarte/Agencia RBS
Foto: Salmo Duarte / Agencia RBS
Alex Sander Magdyel
Alex Sander Magdyel

alex.cardoso@an.com.br

As vias do trevo do distrito industrial Norte de Joinville foram bloqueadas durante quase uma hora por manifestantes que aderiram à greve geral nesta sexta-feira.

Por volta das 13 horas, integrantes de sindicatos e movimentos sociais, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST ), chegaram no local e  atearam fogo nos pneus. Foram pelo menos quatro barricadas no trevo.

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Carros, motos, ônibus e caminhões formaram uma fila na região. Alguns motoristas e motociclistas conseguiram furar os bloqueios. 

A Polícia Militar chegou no trevo cerca de meia hora depois do início da ação. Os policiais conversam com integrantes dos sindicatos e movimentos sociais e informaram que a ordem era desobstruir as vias. A comissão do movimento grevista chamou os militantes para uma reunião e concordou em atender ao pedido da PM. 

Foto: Salmo Duarte / Agencia RBS

-  De um jeito ou de outro, vocês vão sair daqui - disse um dos policias.

As vias começaram a ser liberadas, mas um grupo demanifestantes insistiu no bloqueio. Mais viaturas da Polícia Militar chegaram e os policiais desceram ordenando que os manifestantes liberassem a passagem dos veículos. Depois de muita discussão, por volta das 14 horas, as ruas foram liberadas. 

Os manifestantes são contra a lei da terceirização e as reformas da previdência e trabalhista, propostas pelo governo federal. Pela manhã, sindicatos e movimentos sociais ocuparam o terminal central de ônibus e foram às ruas centrais de Joinville para protestar. De acordo com os organizadores e com a Polícia Militar, foram cerca de sete mil pessoas protestando. A greve geral, como foi chamada a ação, ocorreu em todo o País. Para Manoel Antonio Roque, dirigente estadual do MST, "o recado foi dado".

Rodolfo de Ramos, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, considera que o governo federal "não é legítimo" e que ele quer "retirar direitos dos trabalhadores".

- O campo e a cidade estão unidos nesta luta. Nós temos que mobilizar mais homens e mulheres - defendeu o dirigente sindical ao final do ato. 

A mobilização nacional também provocou bloqueios em vários pontos da BR-280, no Norte Catarinense. Entre a manhã e à tarde desta sexta-feira, foram registrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) pelo menos seis trechos bloqueados. Barreiras foram feitas pelos manifestantes, que atearam fogo em pneus e protestaram com cartazes e gritos, em coro, contra o governo federal.

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