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Atentados em SC26/04/2017 | 13h10Atualizada em 26/04/2017 | 18h40

Relembre as ondas de atentados em Santa Catarina nos últimos 5 anos

Florianópolis voltou a ser alvo de ataques criminosos na noite desta terça

Relembre as ondas de atentados em Santa Catarina nos últimos 5 anos Polícia Militar de Itapema/Divulgação
Em 2014, ônibus e prédios públicos foram alvo de ataques criminosos Foto: Polícia Militar de Itapema / Divulgação
Diário Catarinense
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Desde 2012, Santa Catarina é alvo de constantes ataques protagonizados por facções criminosas. Neste período, foram quatro onda de atentados e ações isoladas como até então se configuram os crimes ocorridos na noite desta terça-feira e madrugada desta quarta em Florianópolis. Investigações apontam que, mais uma vez, as organizações criminosas estão envolvidas.

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Relembre as ondas de crimes ocorridas no Estado desde 2012:

Novembro de 2012

Depois da morte da agente prisional, Deise Alves, orquestrada pelo Primeiro Grupo Catarinense (PGC) em 26 de outubro daquele ano, o clima de insegurança tomou conta das ruas de Santa Catarina. A facção, que se instalou e ainda permanece nos presídios do Estado, deu ordens a seus integrantes através de um "salve geral" para que ônibus, prédios públicos e agentes de segurança fossem atacados. Foram pelo menos 63 atentados. Na maioria dos casos, suspeitos em motocicletas colocavam fogo nos veículos de transporte público, causando a suspensão do serviço em diversas cidades. Houve também investidas contra casas de agentes de segurança. A confirmação de que as ações eram orquestradas nos presídios veio através de documentos apreendidos em celas e por escutas telefônicas.

Janeiro e fevereiro de 2013
No início de 2013, entre o fim de janeiro e a segunda metade de fevereiro, os ataques recomeçaram em grande quantidade, com 110 crimes em todas as regiões. Nesta onda de ataques, o governo do Estado recorreu à Força Nacional de Segurança, que veio para Santa Catarina atuar dentro dos presídios, pontos centrais das ordens dos atentados. Ao mesmo tempo, o sistema prisional catarinense transferiu 40 detentos apontados como líderes do PGC para a Penitenciária Federal de Mossoró (RN). Parte deles continua no Norte do país, mas alguns deles retornaram na última semana a SC. Nesta mesma onda, as polícias fizeram uma operação em diversas cidades que prendeu envolvidos nos ataques que estavam nas ruas. Dentre eles, foram detidos advogados.

Maio de 2014
Em meio a ônibus queimados, surgiram denúncias em DVDs de que familiares estariam sofrendo maus-tratos em revistas nas visitas à Penitenciária de São Pedro de Alcântara. Em poucos dias foram pelo menos sete ataques espalhados em diferentes partes de Santa Catarina.

Outubro de 2014
Mesmo com as transferências e a ação policial, os atentados voltaram em outubro de 2014. A partir de ordens vindas novamente dos presídios, incluindo a Penitenciária de Mossoró, como concluiu a Polícia Civil catarinense, 77 ocorrências foram registradas. Um agente prisional aposentado foi morto em Criciúma e duas mulheres ficaram gravemente feridas em atropelamento causado por suspeitos de atirar contra uma base da PM. Os ataques somente foram cessados com uma nova vinda da Força Nacional de Segurança, seguida pela transferência de 20 presos para a Penitenciária Federal de Porto Velho (RO).

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