Os extremos dos votos de Udo Döhler e Darci de Matos - Segurança - A Notícia

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Portal05/11/2016 | 08h11Atualizada em 05/11/2016 | 15h29

Os extremos dos votos de Udo Döhler e Darci de Matos

Na Escola Germano Timm, Udo Cravou 82%. Em escola na zona Sul, Darci conseguiu 78% dos votos

Distantes 13 quilômetros, as escolas Germano Timm e Joaquim Félix Moreira apresentaram um abismo na eleição do segundo turno. No local de votação do América, na área central de Joinville, deu Udo, com 82% a 18% contra Darci, entre os votos válidos. Já na colégio da zona Sul, o vitorioso foi Darci, com 78%, e 22% de Udo. A escola fica no Paranaguamirim, mas conta para o Parque Guarani nos mapas da Justiça Eleitoral. O outro local onde Udo passou dos 80% foi no Colégio Bom Jesus do Saguaçu.

E fica na Escola Reinaldo Pedro de França, no Morro do Amaral, o outro ponto de votação onde Darci passou da marca dos 70% dos votos. O maior equilíbrio na votação foi registrado na Escola Professor João Rocha, no Aventureiro, com Darci chegando a 50,1% contra 49,9% de Udo. A eleição foi vencida por Udo em Joinville no segundo turno com 55,6% dos votos válidos.


Reservas

A Funai começou a recorrer nesta quinta contra a decisão de anulação das portarias de demarcação de quatro reservas indígenas na região Norte de Santa Catarina (Araquari, Balneário Barra do Sul e São Francisco do Sul). A decisão havia sido tomada em julho, atendendo a pedido de associação de proprietários de imóveis nas áreas das reservas.

Tradição

O recurso foi apresentado no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, a segunda instância da Justiça Federal. A decisão de anulação foi tomada porque houve entendimento de inexistência de ocupação tradicional nas áreas das reservas. As aldeias teriam se formado nos últimos muito mais por incentivo de terceiros do que por “espírito tradicional”.

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Defesa

O presidente da Associação Encanto da Ilha, o ex-vereador Alodir Cristo, não vê motivos para veto pela Prefeitura de Joinville do Vale Verde, caso o projeto seja aprovado pela Câmara. Cristo alega que o Vale Verde não é proposta de expansão urbana, nem vai provocar despesas com infraestrutura.


Campestre

Na lista de argumentos de Cristo, está a manutenção da “paisagem campestre”, retorno de impostos com os investimentos, geração de empregos e infraestrutura necessária bancada pelos investidores. O Vale Verde libera maior utilização de áreas ao Norte de Joinville, perto do rio Cubatão. Há chance de ser aprovado na sessão de quarta.


O sistema não tem previsão

O motivo pelo qual não seria adotada a tarifa de ônibus com valores diferentes em Joinville (mais barata fora dos horários de pico, por exemplo) seria a incapacidade do sistema de bilhetagem eletrônica de usar o modelo. O plano de governo de Udo de 2016 aborda novo sistema de bilhetagem, sem detalhes.


Só em 2018

Os novos leitos de UTI dos hospital Regional e São José só serão entregues em 2018. Nos dois casos, o MP cobra a ampliação – há bloqueio de R$ 3 milhões em cota do Estado. Nas próximas semanas, será aberta a licitação para a nova ala de UTI do Regional, com 20 leitos, dobrando a atual capacidade. É obra prometida pelo menos desde 2012. Depois desse novo setor, mais 20 leitos estão previstos.


Municipal

No São José, o prazo para entrega dos 29 leitos de UTI, em substituição aos 14 atuais e acordado com o Ministério Público, venceu ainda no ano passado. O edital será lançado na próxima semana e a obra se estenderá por 2017, com entrega em 2018. O número de leitos de UTI nos dois hospitais é o mesmo dos anos 90.

Vai ter concurso em 2017

Único governo a fazer apenas um concurso público geral durante um mandato nas últimas administrações, Udo Döhler deverá autorizar nos próximos dias o concurso para 2017. No primeiro mandato, só teve concurso em 2014, com 1,5 mil vagas. Luiz Henrique, Marco Tebaldi e Carlito realizaram mais de uma oferta de vagas em suas administrações. Nesta semana, o concurso de 2014 foi prorrogado por mais dois anos.

Mais de R$ 60 milhões

A Secretaria de Gestão de Pessoas está montando a relação de vagas. O concurso para a Guarda Municipal já está definido para o ano que vem. A Prefeitura tem em torno de 12,5 mil funcionários, de efetivos a comissionados, além de temporários e estagiários. A folha consome mais de R$ 62 milhões por mês – incluindo cota do Ipreville.

Disputa interna

Na próxima semana, a Câmara de Joinville deve aprovar mudanças na estrutura jurídica. Há uma guerra interna porque os técnicos ganharam mais autonomia e, consequentemente, influência na tramitação dos projetos. A mudança coloca um diretor no setor – e não mais um consultor-geral – com subordinação aos vereadores. 

Controle do projetos

A proposta de mudança é clara: “maior controle na tramitação das matérias”. A LOT foi a gota d’ água. Há reações. Já teve gente procurando vereadores eleitos para que o diretor seja um efetivo e o Sindicato dos Servidores aponta enfraquecimento da autonomia dos consultores, abrindo brecha para interferência política nos pareceres.

Transporte

A Prefeitura de Joinville e as empresas do transporte coletivo têm audiência nesta quinta para tentar chegar a acordo sobre a licitação do setor. As chances de conciliação são remotas, até porque os dois lados queriam a suspensão do encontro, pedido não aceito pela 1ª Vara da Fazenda Pública.

A pendenga

A audiência é referente a ação apresentada por Gidion e Transtusa sobre as perdas entre 1998 e 2010 por causa da tarifa defasada, isto é, abaixo da planilha. A licitação está suspensa até que o município decida o que fazer com o débito de mais R$ 300 milhões em valores defasados. A Prefeitura quer nova perícia e alega estar impossibilitada de acordo se não houver aval da Câmara.

Outra ação

A Prefeitura vai tentar abrir a licitação em outra frente: em ação popular apresentada em outra vara de Joinville, ainda sem manifestação final, com andamento mantido pelo Tribunal de Justiça, há despacho abrindo a possibilidade de a concorrência ser realizada, desde que em novo processo. O município quer tentar lançar o edital e depois resolver a questão da dívida da planilha.

Esperança

O DNIT está contratando empresa para carregar os materiais dos contornos ferroviários de Joinville e São Francisco, em mais um sinal que as obras paradas desde 2011 podem ser retomadas em 2017, quando a revisão dos projetos estiver pronta.

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