Saavedra: Detentos da Penitenciária Industrial de Joinville poderão fabricar até 11 mil fraldas descartáveis por mês - Política - A Notícia

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Portal26/10/2017 | 14h17Atualizada em 26/10/2017 | 14h17

 Saavedra: Detentos da Penitenciária Industrial de Joinville poderão fabricar até 11 mil fraldas descartáveis por mês

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 Saavedra: Detentos da Penitenciária Industrial de Joinville poderão fabricar até 11 mil fraldas descartáveis por mês /


Os detentos da Penitenciária Industrial de Joinville poderão fabricar até 11 mil fraldas descartáveis por mês, a maioria de uso geriátrico, para atendimento de pacientes da rede municipal. A quantidade, a ser atingida a partir do sexto mês de início de produção – a fabricação começa com 4,4 mil unidades, com ampliação gradativa – está prevista no convênio da Secretaria de Saúde com o Deap, enviado na quarta-feira à Câmara de Vereadores. 

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AINDA NÃO FICOU PRONTO
A chuva atrapalhou e os trabalhos para o desvio na avenida das Dunas, previstos para serem concluídos ontem, continuam hoje em São Francisco do Sul. Parte da estrada entre as praias Grande e do Ervino desmoronou e o local ficará interditado até que seja feito o desvio. As fortes ressacas dos últimos dia provocaram o impacto da via localizado perto do mar.

30% ABAIXO
A assinatura será feita após a aprovação pelos vereadores. Nessa parceria, a secretaria municipal banca a remuneração dos detentos, os materiais e a máquina para a fabricação, com previsão de custo até 30% mais baixo em relação às fraldas compradas no mercado. A produção de uma máquina atende até 15% da demanda de Joinville. Há planos de instalar mais três equipamentos. Hoje, a Prefeitura gasta R$ 4 milhões por ano com as fraldas.

JARDINS DO MAJ
O uso dos jardins do Museu de Arte de Joinville para eventos está levando a Prefeitura de Joinville a cobrar o cumprimento de regras para utilização dos espaços. Os organizadores de dois encontros previstos para o MAJ, um deles neste sábado, foram chamados para conhecer como é feita a liberação.São seis providências, como fazer a comunicação ao museu, à Secretaria de Meio Ambiente e a Guarda Municipal, entre outras tarefas.

ATENÇÃO À LIMPEZA
Também foi entregue ofício sobre os cuidados com os jardins, com relatos sobre a quantidade de resíduos encontrados no chão, como garrafas, latas e bitucas de cigarro (que teriam sido ingeridas por pássaros e peixes do lago). “Assim como os promotores de eventos, os demais munícipes também têm direito de usufruir dos jardins no estado em que o Museu de Arte o mantém: limpo”, alega o aviso.

EM APURAÇÃO
A polêmica sobre o uso dos jardins do MAJ já rendeu até pedidos de cercamento do espaço, com horários determinados para acesso. O pedido não foi aceito pela Prefeitura. Há queixas em relação ao consumo de bebidas, e o MP abriu inquérito para apurar a “perturbação do sossego”. Há registro também de boletins de ocorrência na polícia.

NOVO COLÉGIO EM SÃO CHICO
A UNIVILLE ESTÁ ABRINDO UM COLÉGIO DE ENSINO FUNDAMENTAL EM SÃO FRANCISCO, COM AULAS A PARTIR DE 2018. AS VAGAS SERÃO ABERTAS PARA A ETAPA FINAL DO FUNDAMENTAL, ENTRE A 6ª E A 9ª SÉRIES, COM UMA TURMA DE 35 ALUNOS (EM MÉDIA) POR SÉRIE. A UNIVILLE TEM PLANOS DE OFERECER O ENSINO MÉDIO MAIS ADIANTE. A AUTORIZAÇÃO FOI APROVADA PELO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO.

ESTACIONAMENTO
A Subprefeitura Centro-Norte está preparando o terreno em frente ao Cemitério Municipal, na Ottokar Doerffel, para servir como estacionamento temporário durante o período de Finados. Depois, o imóvel será cercado para evitar invasões. Há possibilidade de instalação de praça no local. No mês passado, moradores de rua atenderam ao pedido da Prefeitura e deixar o local.

PARCERIA
O modelo do novo teatro de Joinville apresentado ontem ao governador Colombo pela direção do Bolshoi prevê uma parceria com a iniciativa privada para construção em área do governo do Estado, no terreno onde está instalada a ADR: a empresa faz construção do espaço e cede para o Estado. Em contrapartida, pode construir também áreas para a exploração comercial.

LHS
Colombo determinou estudos técnicos sobre o teatro, a ser batizado com o nome de Luiz Henrique. O modelo ainda pode ser alterado. Pelos cálculos feitos no local, a LOT permite até 60 mil m2 de área construída no terreno remanescente. O teatro pretendido, um sonho de LHS, teria 1,2 mil lugares (o Juarez Machado tem 500 lugares), com uso também pelo Bolshoi – mas aberto a outras apresentações, como o Scar de Jaraguá.

ÁGIL
A Antaq já foi comunicada da liberação de recursos para o projeto de alargamento da 280.


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