Política, A Notícia, clicRBSA Notíciahttp://anoticia.clicrbs.com.br/sc/urn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-iatom© 2011-2018 clicrbs.com.br2018-01-08T21:22:40-02:00urn:publicid:clicrbs.com.br:24012214Acidente envolve quatro carros e um caminhão na BR-101 em JoinvilleResgate é feito na tarde desta segunda-feira (8)2018-01-08T21:22:40-02:002018-01-08T21:22:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSReprodução / DivulgaçãoAcidente envolve quatro carros e um caminhão na BR-101 em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24012214Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-acidente-envolve-quatro-carros-e-um-caminhao-na-br-101-em-joinville-10113831Acidente envolve quatro carros e um caminhão na BR-101 em JoinvilleResgate é feito na tarde desta segunda-feira (8)2018-01-08T21:22:40-02:002018-01-08T21:22:40-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEquipes de resgate e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizam na tarde desta segunda-feira (8) o atendimento às vítimas de um acidente na BR-101, em Joinville. Segundo informações da polícia, a colisão ocorreu na altura do Km 40,2 da rodovia e envolveu quatro carros de passeio e um caminhão.Quatro pessoas tiveram ferimentos leves. A Autopista Litoral Sul, que administra o trecho, informou que presta auxílio na ocorrência e três ambulâncias seguiram para o local. A pista, sentido Curitiba, ficou bloqueada das 15h30 às 16h56. Foram contabilizados nove quilômetros de congestionamento na via.Porto Alegre, RSA NotíciaAcidente envolve quatro carros e um caminhão na BR-101 em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-acidente-envolve-quatro-carros-e-um-caminhao-na-br-101-em-joinville-10113831Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24011001Drauzio Varella contesta valores declarados pela Assembleia de SC, diz revistaÓrgão divulgou ter gasto R$ 150 mil com palestra do médico. Ele disse que recebeu R$ 50 mil2018-01-08T11:24:21-02:002018-01-08T11:24:21-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAgência AlescDrauzio Varella contesta valores declarados pela Assembleia de SC, diz revistaA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24011001Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-drauzio-varella-contesta-valores-declarados-pela-assembleia-de-sc-diz-revista-10113247Drauzio Varella contesta valores declarados pela Assembleia de SC, diz revistaÓrgão divulgou ter gasto R$ 150 mil com palestra do médico. Ele disse que recebeu R$ 50 mil2018-01-08T11:24:21-02:002018-01-08T11:24:21-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO médico Drauzio Varella está contestando o contrato firmado pela empresa dele com a Assembleia Legislativa de Santa Catarina, o único até hoje junto ao poder público. Segundo matéria da Revista Época, Drauzio foi convidado pela Alesc e aceitou palestrar no local no dia 15 de dezembro do ano passado.A Assembleia divulgou ter pago R$ 150 mil pela conferência de uma 1h30. O oncologista, porém, cobrou R$ 50 mil pelo serviço e incluiu nesse valor gastos com deslocamento até Florianópolis. Na noite de domingo, a Alesc divulgou uma nota de esclarecimento na qual alega que a divergência de valores foi um erro no sistema. Confira abaixo a nota na íntegra:Com o objetivo de esclarecer a divergência de informação em publicação no Diário Oficial da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina sobre o custo da palestra do médico Dráuzio Varella no estado, a ALESC divulga que:1. O valor empenhado e pago pela ALESC foi precisamente o valor cobrado pelo palestrante, ou seja, R$ 50 mil reais. Que a ação (empenho e pagamento) não teve qualquer tipo de variação de valor.2. O valor de R$ 150 mil publicado no Diário Oficial da Casa representa um erro do sistema, que somou outros valores equivocadamente a este item de despesa.3. Que apesar do erro de publicação, o processo prático – inclusive a prestação de contas – nunca teve erro real e, além disso, é público e pode ser livremente consultado por qualquer cidadão. A ALESC lamenta o equívoco.Laine Valgas: Drauzio Varella palestra em Florianópolis nesta sexta-feiraPorto Alegre, RSA NotíciaDrauzio Varella contesta valores declarados pela Assembleia de SC, diz revistaA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-drauzio-varella-contesta-valores-declarados-pela-assembleia-de-sc-diz-revista-10113247Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24005606Governo Federal veta verba para educação, mas garante investimento em campanhaOrçamento da União prevê crescimento de 2,5% da economia2018-01-04T09:10:29-02:002018-01-04T09:10:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSAlvarélio KurossuGoverno Federal veta verba para educação, mas garante investimento em campanhaA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24005606Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-governo-federal-veta-verba-para-educacao-mas-garante-investimento-em-campanha-10110370Governo Federal veta verba para educação, mas garante investimento em campanhaOrçamento da União prevê crescimento de 2,5% da economia2018-01-04T09:10:29-02:002018-01-04T09:10:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPublicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira (03), o orçamento da União para 2018 prevê crescimento de 2,5% da economia e estipula o salário mínimo de R$ 965. Mas veta um complemento de verba de R$ 1,5 bilhão para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). As informações são da Agência Senado.Enquanto isso, o orçamento destina R$ 1,716 bilhão ao Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que vai custear as campanhas partidárias nas eleições gerais deste ano. O FEFC foi instituído pela última minirreforma eleitoral, aprovada em outubro pelo Congresso Nacional.Com o veto, permanece a verba de pouco mais de R$ 14 bilhões, o mesmo montante destinado ao fundo em 2017. O Fundeb beneficia os estados, Distrito Federal e municípios que oferecem atendimento na educação básica. Na distribuição desses recursos, são consideradas as matrículas nas escolas públicas e conveniadas, apuradas no último censo escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC). São atendidos os alunos de educação infantil, ensino fundamental e ensino médio, além de educação especial, educação de jovens e adultos e ensino profissional, escolas nas zonas urbana e rural e turnos integral ou parcial.O dinheiro para o Fundo tem origem em impostos e transferências dos estados e municípios. Além desses recursos, o fundo recebe o complemento de uma parcela de recursos federais quando o valor por aluno não alcança o mínimo definido nacionalmente.*Agência SenadoLeia maisPrédio incendiado nos Ingleses está irregularPolícia Civil já tem suspeitos de matar índio em PenhaAssaltos pesados preocupam policiais em FlorianópolisPorto Alegre, RSA NotíciaGoverno Federal veta verba para educação, mas garante investimento em campanhaA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-governo-federal-veta-verba-para-educacao-mas-garante-investimento-em-campanha-10110370Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:16856099Ex-deputado federal João Pizzolatti é internado em clínica de reabilitaçãoInformação foi repassada na tarde desta sexta-feira pelo advogado do ex-parlamentar, Michel Saliba2017-12-22T17:47:49-02:002017-12-22T17:47:49-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLucio Bernardo Jr.Ex-deputado federal João Pizzolatti é internado em clínica de reabilitaçãoA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:16856099Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-ex-deputado-federal-joao-pizzolatti-e-internado-em-clinica-de-reabilitacao-10102595Ex-deputado federal João Pizzolatti é internado em clínica de reabilitaçãoInformação foi repassada na tarde desta sexta-feira pelo advogado do ex-parlamentar, Michel Saliba2017-12-22T17:47:49-02:002017-12-22T17:47:49-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO ex-deputado federal João Pizzolatti (PP) foi internado em uma clínica de reabilitação no início da tarde desta sexta-feira. A informação partiu do advogado Michel Saliba, que representa o ex-parlamentar. Segundo ele, a família não informou qual a instituição e nem a cidade em que o político seguirá internado para tratar a dependência de álcool. Saliba afirma que o tratamento dele não deve prejudicar a sequência do inquérito e que a internação já era um desejo da família, mas ganhou força após o acidente em que o ex-deputado se envolveu, na quarta-feira. A reportagem tentou contato com familiares, porém não foi atendida até as 16h30min desta sexta.No dia do acidente, em entrevista ao Santa, o advogado já havia dito que o ex-deputado sofria de dependência do álcool e que seria internado. Leia mais::: Vítima de acidente com Pizzolatti é transferida para hospital de queimados em Joinville :: Família pretende internar ex-deputado João Pizzolatti até sábado, diz advogado:: Polícia Civil abre inquérito para apurar acidente envolvendo ex-deputado João Pizzolatti:: Polícia Militar Rodoviária admite falha ao não escoltar ex-deputado Pizzolatti após acidente :: Delegado diz que Pizzolatti não foi levado à delegacia e flagrante não é mais possível:: Advogado de Pizzolatti diz: "Ele é dependente químico do álcool e vai ser internado"Porto Alegre, RSA NotíciaEx-deputado federal João Pizzolatti é internado em clínica de reabilitaçãoA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-ex-deputado-federal-joao-pizzolatti-e-internado-em-clinica-de-reabilitacao-10102595Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-alesc-aprova-fim-das-pensoes-a-ex-governadores-e-suas-esposas-em-sc-10099754Alesc aprova fim das pensões a ex-governadores e suas esposas em SCA medida vai gerar uma economia mensal superior a R$ 288 mil e R$ 3,7 milhões por ano ¿ com o 13º salário ¿ aos cofres estaduais2017-12-19T21:06:39-02:002017-12-19T21:06:39-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) aprovou nesta terça-feira por unanimidade o fim das pensões vitalícias a ex-governadores de Santa Catarina e suas esposas, fruto da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 03/2011, de autoria do deputado estadual Padre Pedro Baldissera (PT). A PEC, cujo tema também é alvo de Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2007, foi aprovada em duas votações por 33 votos favoráveis, nenhum contrário e nenhuma abstenção. Com a aprovação, oito ex-governadores — entre eles Leonel Pavan, que exerceu o cargo por nove meses — e três viúvas de ex-governadores deixaram de receber R$ 30,4 mil e R$ 15 mil, respectivamente, a partir da data que o projeto for promulgado pela Alesc.Nesta quarta-feira (20), a PEC será redigida para depois de promulgada efetivamente virar lei. A medida vai gerar uma economia mensal superior a R$ 288 mil e R$ 3,7 milhões por ano — com o 13º salário — aos cofres estaduais. Em resumo, a PEC revoga o artigo 195 da Constituição Estadual, que previa o pagamento das aposentarias vitalícias. Raimundo Colombo (PSD), com a aprovação da PEC originária, também não terá direito ao benefício quando deixar a Casa d'Agronômica, em 2018. A aprovação da PEC do Padre Pedro (PT) em sua integralidade, ao contrário das previsões nos corredores da Alesc, pegou até o próprio autor de surpresa. Isso porque a proposta havia recebido uma emenda do deputado Maurício Eskudlark (PR) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para que o fim da pensão valesse apenas a partir de 2019 e que fosse incluída a possibilidade de o Estado custear tratamento de saúde dos antigos inquilinos da Casa d'Agronômica. Ou seja, a emenda não previa o fim do benefício para os ex-governadores que já recebem as pensões, somente para os futuros. Na sessão desta terça, Eskudlark retirou a emenda, o que pavimentou o caminho da aprovação da PEC do Padre Pedro. — Eu imaginava que Skudlark não fosse retirar a emenda, mas eu acredito que foi em decorrência da postura do parlamento, da sociedade e da imprensa, que cobraram bastante a extinção desse benefício que trazia muitos prejuízos aos cofres públicos. Depois dessa aprovação, vimos que valeu a pena a luta, a persistência, o envolvimento da população e a participação da imprensa, que para mim foi fundamental para esse resultado. Foi uma vitória do povo catarinense — diz o deputado Padre Pedro. Quem perderá o benefício com a aprovação da PECDespina Spyrides BoabaidViúva do ex-governador José Boabaid. Ele foi presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina de 1947 a 1950 e assumiu o Executivo entre 1948 e 1950, quando Aderbal Ramos da Silva se afastou para tratamento de saúde. José morreu em novembro de 1972, aos 66 anos.Remuneração bruta: R$ 15 milAntônio Carlos Konder ReisFoi deputado estadual por dois mandatos, de 1947 a 1955, deputado federal também por duas legislaturas, de 1955/1959 e de 1999/2003, senador de 1963 a 1975, vice-governador entre 1991 e 1995 e governador do Estado de 1975 a 1979 (além do período entre abril de 1994 e janeiro de 1995, após a renúncia de Vilson Kleinubing). Tem 92 anos.Remuneração bruta: R$ 30.471,11Henrique Helion Velho de CórdovaFoi deputado estadual entre 1970 e 1974 e federal de 1974 a 1978. Eleito vice-governador em 1978, assumiu o Executivo em maio de 1982, quando Jorge Bornhausen renunciou para ser senador e ficou no cargo até 1983. Em 1986, se elegeu a deputado na Assembleia Nacional Constituinte que resultou na Constituição de 88. Tem 78 anos.Remuneração bruta: R$ 30.471,11Colombo Salles Foi governador do Estado entre 15 de março de 1971 e 15 de março de 1975, tendo como vice o empresário Attilio Fontana. Em seu governo foi construída a Ponte Colombo Salles, a segunda ligação da Ilha de Santa Catarina com o continente. Tem 90 anos.Remuneração bruta: R$ 30.471,11Jorge Konder BornhausenFoi vice-governador de 1967 a 1971, governador de 1979 a 1982, ministro da Educação de 1986 a 1987 e senador por dois mandatos, de 1983 a 1991 e de 1999 a 2007. Tem 79 anos.Remuneração bruta: R$ 30.471,11Esperidião Amin Helou FilhoAtualmente está no segundo mandato consecutivo como deputado federal, tendo sido eleito para o cargo a primeira vez em 2011. Foi governador de Santa Catarina de 1983 a 1987 e de 1999 a 2003 e senador de 1991 a 1999. Administrou, ainda, a prefeitura de Florianópolis de 1975 a 1978 e de 1989 a 1990. Tem 69 anos.Remuneração bruta: R$ 30.471,11Casildo MaldanerFoi deputado estadual por dois mandatos, de 1975 a 1983) e deputado federal de 1983 a 1987. Foi eleito vice-governador de Santa Catarina em 1986, na chapa encabeçada por Pedro Ivo Campos. Com a morte do titular, em janeiro de 1990, assumiu a chefia do Executivo até 1991. Foi senador de 1995 a 2003 e de 2011 a 2015, quando o titular da vaga, Raimundo Colombo, renunciou ao mandato para assumir o governo catarinense. Tem 74 anos e é presidente de honra do PMDB catarinense.Remuneração bruta: R$ 30.471,11Vera Maria Karam KleinubingViúva do ex-governador Vilson Kleinubing, que comandou o Executivo de 1991 a 1994, quando renunciou para assumir vaga no Senado. Vilson também foi prefeito de Blumenau (1989 a 1990), deputado federal (1983 a 1987) e senador (1995 a 1998). Ele morreu aos 54 anos, vítima de um câncer de pulmão, em 1998.Remuneração bruta: R$ 15 milPaulo Afonso Evangelista VieiraFoi deputado estadual de 1987 a 1991 e deputado federal de 2003 a 2007. Ocupou o cargo de governador do Estado entre 1995 e 1999, em mandato marcado pelo processo de impeachment no chamado escândalo dos precatórios (dívidas decorrentes de sentenças judiciais). Tem 58 anos e é funcionário da Fazenda estadual.Remuneração bruta: R$ 30.471,11Ivete Marli Appel da SilveiraViúva do ex-governador Luiz Henrique da Silveira, que morreu em maio de 2015, aos 75 anos, vítima de um infarto. LHS também foi prefeito de Joinville (1977 a 1982 e 1997 a 2002), deputado estadual (1971 a 1975), deputado federal (1975 a 1979 e depois quatro mandatos consecutivos, de 1983 a 1997), senador (2011 até a sua morte, em 2015) e governador do Estado entre 2003 e 2010.Remuneração bruta R$ 15 milLeonel PavanFoi governador entre março e dezembro de 2010, quando Luiz Henrique da Silveira renunciou para concorrer a uma vaga no Senado. Pavan foi ainda prefeito de Balneário Camboriú de 1989 a 1993 e de 1997 a 2002, deputado federal entre 1995 e 1996, vice-governador de 2007 a 2010 e senador de 2003 a 2006. Atualmente, é deputado estadual licenciado, ocupando a função de secretário de Turismo, Cultura e Esporte de SC. Tem 62 anos.Remuneração bruta R$ 30.471,11ContrapontoA reportagem entrou em contato com a Procuradoria Geral do Estado (PGE), para saber se o entendimento jurídico do Estado avalia que a simples retirada do artigo de lei que falava das pensões pode já revogar os pagamentos a partir de sua promulgação, mesmo com a tese de direito adquirido. A reportagem, porém, não recebeu retorno da PGE. A reportagem tentou contato com dois dos oito ex-governadores que recebem mais de R$ 30 mil por mês por terem exercido no passado o cargo máximo do Poder Executivo estadual. O hoje deputado federal Esperidião Amin (PP) não quis se manifestar, pois alegou não ter sido ele que aprovou a lei que previa as pensões vitalícias. Já o atual secretário de Turismo, Esporte e Lazer, Leonel Pavan (PSDB), que foi governador por apenas nove meses, atendeu ao telefone, disse que estava no avião e a ligação caiu. Depois, seu telefone estava desligado.Porto Alegre, RSA NotíciaAlesc aprova fim das pensões a ex-governadores e suas esposas em SCA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-alesc-aprova-fim-das-pensoes-a-ex-governadores-e-suas-esposas-em-sc-10099754Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23982778Aos trancos e barrancos, Alesc fez história ao aprovar fim da aposentadoria de ex-governadores2017-12-19T18:48:03-02:002017-12-19T18:48:03-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLuis Gustavo Debiasi / Agência Alesc, DivulgaçãoAos trancos e barrancos, Alesc fez história ao aprovar fim da aposentadoria de ex-governadoresA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23982778Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-aos-trancos-e-barrancos-alesc-fez-historia-ao-aprovar-fim-da-aposentadoria-de-ex-governadores-10099535Aos trancos e barrancos, Alesc fez história ao aprovar fim da aposentadoria de ex-governadores2017-12-19T18:48:03-02:002017-12-19T18:48:03-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNada é mais poderoso que uma ideia cujo tempo chegou, diz a frase do escritor francês Victor Hugo, já quase um clichê. No final da tarde de ontem, a Assembleia Legislativa deu 33 votos favoráveis e nenhum contrário à emenda constitucional que extingue um dos benefícios mais controversos da política catarinense: a pensão de R$ 30,4 mil para os ex-governadores.Quem viu os contundentes discursos dos parlamentares de várias legendas contra o que agora chamam de privilégio pode não entender como a proposta do deputado Padre Pedro Baldissera (PT), em tramitação desde 2011, estava há seis meses pronta para ser votada e engavetada por falta de acordo. Havia o temor de que o texto do petista colocasse em risco o pagamento aos oito ex-governadores atualmente beneficiados. O tema só foi ao plenário porque foi ressuscitada uma emenda de Maurício Eskudlark (PR) que garantia a continuidade desses pagamentos. Mesmo assim, Padre Pedro não desistiu do texto original. Chegou ontem pouco antes das 7h na Assembleia esbanjando otimismo. Recebeu apoios na véspera, inclusive o líder do governo, Darci de Matos (PSD). Importante termômetro do humor do plenário, Gelson Merisio (PSD) também passou a defender o texto original. Foi se consolidando a argumentação de que a Justiça deve garantir a continuidade dos pagamentos a quem já recebe. Assim, começou a nascer, já durante a tarde, a enxurrada de votos que acabaria com as polêmicas pensões. Quando isso ficou claro, Eskudlark anunciou a retirada da emenda. O jogo estava jogado e Padre Pedro foi efusivamente cumprimentado pelos colegas pela vitória conquistada depois de 10 anos - desde 2007 na Justiça, a partir de 2011 no legislativo. Mesmo que aos trancos e barrancos, a Assembleia fez história ontem. Já fez parte da cultura política a ideia de que cabia ao Estado bancar suas antigas lideranças e até mesmo parentes. No final dos anos 1960, uma lei concedeu pensões a três irmãs solteiras de Fúlvio Aducci, governador do Estado por 25 dias em 1930. A comoção pelo acidente aéreo que matou Nereu Ramos, Jorge Lacerda e Leoberto Leal em 1958 resultou, dois meses depois do desastre, em lei concedendo o benefício às viúvas. Até 2011, uma neta de Hercílio Luz recebia pensão. Há pouco mais de dois anos, a Assembleia discutia a recriação da aposentadoria de deputado estadual, enquanto a extinção da pensão dos ex-governadores parecia uma cruzada quixotesca de Padre Pedro. O tempo da ideia ainda não havia chegado. Chegou ontem - esperamos que perdure.Porto Alegre, RSA NotíciaAos trancos e barrancos, Alesc fez história ao aprovar fim da aposentadoria de ex-governadoresA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-aos-trancos-e-barrancos-alesc-fez-historia-ao-aprovar-fim-da-aposentadoria-de-ex-governadores-10099535Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-aprovado-fim-da-aposentadoria-de-ex-governadores-10099532Aprovado fim da aposentadoria de ex-governadoresAlesc aprovou projeto por 33 votos a zero2017-12-19T18:45:43-02:002017-12-19T18:45:43-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou agora há pouco por 33 votos a zero, sem abstenções, o fim das aposentadorias para ex-governadores. Atualmente, oito ex-governadores e três viúvas de ex-governadores recebem a pensão vitalícia em SC São R$ 30,4 mil pagos a cada um dos ex-chefes do Executivo e R$ 15 mil a cada uma das viúvas, totalizando R$ 288.768 por mês e R$ 3,7 milhões por ano – com o 13º salário. Acompanhe as últimas publicações de Rafael MartiniLeia mais:Taxa de coleta de lixo tem aumento de até 300% em FlorianópolisDesembargador de SC é indicado a ministro do TSTEm busca de respostas para a segurançaFoto: Arte DC / Arte DCPorto Alegre, RSA NotíciaAprovado fim da aposentadoria de ex-governadoresA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-aprovado-fim-da-aposentadoria-de-ex-governadores-10099532Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23981334Merisio apresenta suas armas2017-12-19T03:48:26-02:002017-12-19T03:48:26-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSGuto Kuerten / PSD, DivulgaçãoMerisio apresenta suas armasA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23981334Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-merisio-apresenta-suas-armas-10099032Merisio apresenta suas armas2017-12-19T03:48:26-02:002017-12-19T03:48:26-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEm novembro, Gelson Merisio recebeu o mais forte golpe em sua pretensão de ser o candidato a governador pelo PSD em 2018. A aposentadoria de Júlio Garcia do Tribunal de Contas para voltar ao circuito partidário-eleitoral e o movimento que ele lançou para fazer do deputado federal João Rodrigues uma alternativa pessedista para o cargo colocaram em xeque os planos de Merisio. Em dois eventos, Rodrigues reuniu diversos prefeitos do Sul e da Grande Florianópolis, mostrou apelo junto à base pessedista e de partidos satélite e que daria trabalho ao correligionário em uma disputa de popularidade interna. Merisio recolheu-se, limitou-se ao quase bordão “é legítimo” ao comentar a pretensão do colega e disse que estava disposto a levar seu projeto à convenção.Pano rápido. Estamos nos encaminhando para o final de dezembro e a passagem de Rodrigues pelas listas de pré-candidatos a governador parece coisa de um passado remotíssimo. Tão logo colocou a cabeça para fora, o deputado federal viu ressurgir a velha pendência judicial sobre a suposta compra irregular de uma retroescavadeira quando era prefeito em exercício de Pinhalzinho, lá no final dos anos 1990. Por essa condenação, ele concorreu às últimas duas eleições pendurado em um habeas corpus que não existe mais. Assanhando-se a governar Santa Catarina, viu o episódio voltar à tona às vésperas da prescrição e agora deve enfrentar um julgamento no STF que pode até suspender sua carreira política.Com o meteoro João Rodrigues aparentemente no passado, Merisio voltou a mostrar seu poder de fogo interno. Em Campo Alegre, no sábado, o deputado estadual Darci de Matos foi o anfitrião de um evento que reuniu lideranças do PSD, do PP e do PSB, partidos hoje alinhados ao projeto de Merisio. Estava lá a maior parte da bancada estadual pessedista, bunker da pré-candidatura do parlamentar. Representando os aliados, o ex-deputado Paulo Bornhausen (PSB) e o presidente da Alesc, Silvio Dreveck (PP). A presença mais importante, no entanto, foi a do governador Raimundo Colombo (PSD). Depois de ter participado da reinclusão de Júlio Garcia no jogo partidário e de ter anunciado um governo a quatro mãos com o vice Eduardo Pinho Moreira (PMDB) entre fevereiro e abril - movimentos que podem ser lidos como aceno à aliança com os peemedebistas -, ele voltou a apontar Merisio como líder da caminhada do partido em 2018. Como sempre, Colombo não fecha porta nenhuma - nem a da ruptura. Além disso, o governador sempre se empolga quando o evento lembra um comício do velho PFL.Porto Alegre, RSA NotíciaMerisio apresenta suas armasA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-merisio-apresenta-suas-armas-10099032Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23979393Jalmei Duarte assume articulação política do governo UdoEle estava na presidência da Cia. Águas de Joinville desde 2015, papel assumido agora por Luana Siewert Pretto2017-12-18T10:50:27-02:002017-12-18T10:50:27-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSalmo DuarteJalmei Duarte assume articulação política do governo UdoA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23979393Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-jalmei-duarte-assume-articulacao-politica-do-governo-udo-10098186Jalmei Duarte assume articulação política do governo UdoEle estava na presidência da Cia. Águas de Joinville desde 2015, papel assumido agora por Luana Siewert Pretto2017-12-18T10:50:27-02:002017-12-18T10:50:27-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO economista Jalmei Duarte deixa a presidência da Companhia Águas de Joinville e assume a coordenação política do governo Udo Döhler, com novas atribuições no gabinete do prefeito. Ele terá a responsabilidade de fazer toda a ampla articulação entre o Poder Executivo e o Legislativo, a partir de janeiro.— Identificamos vácuo neste relacionamento e, então, decidimos pinçar Jalmei para este trabalho. 2018 será um ano de intensa relação com os vereadores e com o mundo político, e ele vai acompanhar bem de perto isso tudo. Vai haver um trabalho mais profissional — afirmou o prefeito.A primeira ação do novo articulador já é um desafio: acompanhar e orientar os vereadores sobre o projeto de reforma administrativa da Prefeitura, da qual ele próprio é uma das peças. O prefeito convocou a Câmara para votar o texto da reforma para o dia 10 de janeiro. Ele também fará a interface entre a prefeitura e as entidades empresariais.Jalmei sempre pautou sua vida profissional privado, e no âmbito político, em funções executivas. Na gestão pública, foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Joinville (agora Secretaria de Planejamento Urbano e de Desenvolvimento Sustentável), e, nos últimos anos, esteve à frente da Companhia de Águas.Udo Döhler afirma que o trabalho de restruturação da companhia foi concluído pelo economista, e essa é a razão da troca. A ida de Jalmei para a nova atividade abre espaço para Luana Siewert Pretto chegar ao comando da Cia. de Águas. A alteração deverá ser aprovada pelo conselho de administração, que tem reunião dia 8 de janeiro.As mudanças na organização não param. Larissa Nascimento deixa a companhia, onde era diretoria administrativa-financeira. Em seu lugar entra Filipe Schüur, que era diretor executivo da Secretaria de Administração e Planejamento.Outra mudança fundamental na estrutura de poder municipal é o aperfeiçoamento da Controladoria, a qual terá um diretor executivo. Na fala do prefeito, isso significa que esta área terá "maior presença junto aos órgãos do município". Na prática, Udo vai apertar os parafusos, aumentar a vigilância sobre o conjunto.— É como se fosse um Tribunal de Contas — resume. Udo anuncia, também, que as subprefeituras ficarão subordinadas à Secretaria de Infraestrutura (Seinfra). Atualmente, a Pasta do Planejamento responde pelas subprefeituras. Outra alteração oficializada virá por conta da fusão de Secretaria de Meio Ambiente com a de Desenvolvimento Rural. A nova pasta ficará sob o comando de Jonas Medeiros, que já dirige a Sema. Na lista de atribuições, cuidar de gestão ambiental, das áreas de preservação permanente (apps) e das áreas de proteção ambiental (apas); do gerenciamento costeiro, e de recursos hídricos do município.Porto Alegre, RSA NotíciaJalmei Duarte assume articulação política do governo UdoA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-jalmei-duarte-assume-articulacao-politica-do-governo-udo-10098186Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896Saavedra: Fatia de Joinville no ICMS cai 31% em duas décadasPara 2018, índice será de 8,60%, contra uma participação de 12,44% em 19982017-12-18T07:00:01-02:002017-12-18T07:00:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: Fatia de Joinville no ICMS cai 31% em duas décadasA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-fatia-de-joinville-no-icms-cai-31-em-duas-decadas-10097595Saavedra: Fatia de Joinville no ICMS cai 31% em duas décadasPara 2018, índice será de 8,60%, contra uma participação de 12,44% em 19982017-12-18T07:00:01-02:002017-12-18T07:00:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brSe tivesse mantido a fatia do ICMS de duas décadas atrás, a situação econômica de Joinville estaria bem diferente. Em 1998, a Prefeitura teve direito a 12,44% do repasse do imposto aos municípios, aquela porção devolvida aos municípios pelo governo do Estado. O ano é uma referência porque a onda de emancipações havia se encerrado e não havia mais a repartição com os municípios recém-criados (só surgiram mais dois depois). Para 2018, esse índice será de 8,60%, ainda o maior do Estado. Comparações com números pequenos costumam confundir, mas na prática Joinville perdeu 31% da sua parte no bolo do ICMS em apenas duas décadas. No caso desse imposto de arrecadação bilionária (rendeu R$ 17,4 bilhões no ano passado aos cofres do governo do Estado), qualquer décimo representa montantes na casa de milhões de reais. Se o índice de 1998 fosse aplicado agora, Joinville teria recebido R$ 507 milhões em ICMS até outubro. Como o índice atual é menor, de 9,07%, ficou em R$ 370 milhões. Para 2018, com sua parte ainda mais reduzida, o "prejuízo" será maior. A folhaTem outra forma de comparar. Em 1998, o ICMS, a maior receita da Prefeitura, pagava 70% da maior despesa, o gasto com pessoal (Luiz Henrique costumava dizer que teve época em que o imposto pagava toda a folha). Em 2017, o ICMS, ainda a maior receita, banca em torno de 50% daquela que continua como maior despesa, o gasto com o funcionalismo. Claro que a maior produção econômica de outras cidades ajudou a deixar a fatia de Joinville menor — nesse intervalo, por exemplo, Araquari pulou de 0,15% para 0,90% (índice de 2018). Ainda assim, Joinville não teve força para um crescimento econômico mais vigoroso, nem chegou a criar uma política mais agressiva para atrair investimentos.Leia outras notícias de Joinville e região.Confira outras colunas de Jefferson Saavedra.Porto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: Fatia de Joinville no ICMS cai 31% em duas décadasA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-fatia-de-joinville-no-icms-cai-31-em-duas-decadas-10097595Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23978221Saavedra: Itapoá também estuda cobrar taxa ambientalCidade do Litoral Norte deve adotar o modelo de Bombinhas2017-12-18T06:30:01-02:002017-12-18T06:30:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMaykon LammerhirtSaavedra: Itapoá também estuda cobrar taxa ambientalA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23978221Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-itapoa-tambem-estuda-cobrar-taxa-ambiental-10097613Saavedra: Itapoá também estuda cobrar taxa ambientalCidade do Litoral Norte deve adotar o modelo de Bombinhas2017-12-18T06:30:01-02:002017-12-18T06:30:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAlém de São Francisco do Sul, Itapoá estuda a cobrança de taxa ambiental em modelo semelhante ao adotado em Bombinhas desde 2014. Enquanto São Chico está preparando pesquisa de avaliação do perfil dos visitantes, a ser aplicada no final de dezembro, Itapoá vai montar comissão para estudar a viabilidade da taxa. Nas duas cidades, a eventual cobrança só iniciará na temporada de 2019. A preservaçãoO prefeito de Itapoá, Marlon Neuber (PR), cita as despesas com o lixo como um dos destinos da taxa, caso venha a ser cobrada: mesmo com o elevado gasto em limpeza, ainda assim não seria suficiente, devido à "falta de consciência das pessoas". Além disso, o prefeito alega necessidade de mais investimentos na preservação da restinga, mangue e da vegetação em torno do rio Saí-mirim. MobilizaçãoNesta terça, às 17h, será feita uma manifestação no Glória contra a instalação de Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) no bairro da zona Norte de Joinville. Em documento enviado à Prefeitura, é alegado que a comunidade não foi consultada sobre a instalação pretendida pela Secretaria de Saúde e o interesse dos moradores é pela oferta de um centro de convivência de idosos.Centro XVA mobilização conta também com abaixo-assinado, ainda em coleta de assinaturas. A área mapeada para o Caps AD fica junto ao posto de saúde do Glória, ao lado do Centro XV, onde são oferecidos cursos técnicos pela Secretaria de Educação (a pasta assumiu as funções da antiga Fundamas).Perto de um mês de interdiçãoPerto de completar um mês de interdição por causa de surto de cinomose, o Centro de Bem-estar Animal de Joinville continua sem receber novos animais, sem prazo para a retomada de novos atendimentos. Os bichos até então abrigados continuam em quarentena. O MP entrou com ação, ainda em análise, para tentar obrigar a Prefeitura a bancar o atendimento dos animais em outras entidades, privadas ou públicas. Pode repassar?O Tribunal de Contas do Estado decide hoje sobre a legalidade do repasse dos recursos do Porto de São Francisco do Sul para o caixa único do governo do Estado. Qualquer que venha a ser a decisão, poderá ser alvo de recursos. Na sexta, o jornalista Moacir Pereira adiantou a posição do relator do processo no TCE contrária à transferência. Já teve consultaO entendimento é baseado nas alegações da Antaq, a agência de regulação do setor, de que o contrato de concessão prevê o uso dos recursos só no porto. O terminal conta com R$ 103 milhões em caixa. Em julho, o TCE não se posicionou sobre consulta referente à transferência dos recursos do porto: o questionamento foi arquivado porque se tratou de caso concreto.Só agoraFoto: Aldo Brasil / A NotíciaDepois de um ano da primeira intervenção na Jerônimo Coelho para instalação de estacas da futura galeria de drenagem do rio Mathias, está sendo feita somente agora a realocação das redes de água. Durante esse intervalo todo, o pavimento da rua na área central ficou deteriorado e não foi consertado porque faltava concluir a galeria. Ou seja, um trabalho complementar que era para ter sido feito antes do início dos trabalhos na rua, só agora está sendo executado. O que fazerCom um dos seus prováveis adversários, Gelson Merisio, sendo categórico em dizer que pretende extinguir as ADRs, Mauro Mariani vem tratando o tema com cautela. O pré-candidato aponta a descentralização como necessária, mas fala em rediscutir o modelo. Em algum momento, vai ter quer se posicionar sobre o futuro das agências.Quanto ficouA versão final do Orçamento da União para 2018 aprovada pelo Congresso Nacional reserva R$ 122,4 milhões para a duplicação da BR-280, entre Jaraguá do Sul e São Francisco Sul. Os dados foram divulgados pela assessoria do senador Dário Berger (PMDB), presidente da Comissão Mista do Orçamento. O projeto aguarda sanção do presidente Temer.Ainda não é idealNa última proposta do governo federal, a obra contava com R$ 32,5 milhões. Ainda que os senadores e deputados de Santa Catarina tenham conseguido quase quadruplicar a previsão, ainda assim o montante fica abaixo do recurso considerado ideal pelo DNIT, em torno de R$ 300 milhões. Para 2017, a BR-280 contou com apenas R$ 72 milhões.Leia outras notícias de Joinville e região. Confira outras colunas de Jefferson Saavedra. Vai ter dinheiroEm vídeo nas redes sociais, Marco Tebaldi comemorou a ampliação dos recursos para a duplicação da BR-280, lembrando ter tratado do tema em audiência com Temer. E não deixou de elogiar a atuação de Dário Berger como presidente da comissão do Orçamento no Congresso. O deputado do PSDB garante que agora há recursos para o alargamento da rodovia em Araquari.Presença de ColomboDepois da polêmica do projeto do Porto de São Francisco do Sul, quando desagradou o governo do Estado pela demora em levar a proposta à votação, além dos questionamentos do repasse dos recursos do terminal ao caixa do Estado, Darci de Matos pelo menos conseguiu contar com a presença do governador Colombo no sítio de Campo Alegre, no sábado.AnfitriãoO encontro que teve Darci como anfitrião reuniu Gelson Merisio com lideranças do PSD e de outros partidos. Talvez tenha ajudado a reaproximar Darci de Colombo. Por outro lado, em São Francisco também teve descontentamento com Darci, líder do governo: o pessoal queria que o deputado desse um jeito de convencer o Estado a desistir do projeto de mudança na gestão. Não teve jeito, a Assembleia aprovou a proposta.Porto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: Itapoá também estuda cobrar taxa ambientalA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-itapoa-tambem-estuda-cobrar-taxa-ambiental-10097613Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23978438Alesc encerra o ano com orçamento e pensões dos ex-governadores2017-12-18T06:01:01-02:002017-12-18T06:01:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSolon Soares / Agência Alesc, DivulgaçãoAlesc encerra o ano com orçamento e pensões dos ex-governadoresA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23978438Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-alesc-encerra-o-ano-com-orcamento-e-pensoes-dos-ex-governadores-10097684Alesc encerra o ano com orçamento e pensões dos ex-governadores2017-12-18T06:01:01-02:002017-12-18T06:01:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO ano legislativo termina nesta semana, quinta-feira. Simbolicamente, representa o fim do mandato do governador Raimundo Colombo (PSD) nesta esfera. Mesmo que entregue definitivamente apenas em abril do ano que vem o governo ao vice Eduardo Pinho Moreira (PMDB), é improvável que projetos de impacto estrutural sejam enviados para a Assembleia em 2018.Na prática, esse tipo de proposta ficou restrita a 2015, quando Colombo aproveitou o primeiro ano do segundo mandato para desidratar as antigas secretarias regionais, hoje agências, e aprovar a reforma da previdência com um cordão de isolamento de policiais militares protegendo o plenário. Projetos importantes foram analisados depois disso, mas nada com aquele peso ou tensão.O ânimo reformista de Colombo deu-se por satisfeito e assim correram 2016 e 2017. Nas últimas semanas, os temas que mais mexeram com o parlamento foram concessões de gratificações e benefícios a alguns servidores e a outros não - velha tradição - e a tentativa de levar para o caixa estadual R$ 103 milhões parados na autarquia que administra o Porto de São Francisco do Sul. Para fechar o ano, falta o orçamento estadual para 2018 e a emenda constitucional que acaba com as pensões dos ex-governadores. Ambos ainda têm arestas a serem aparadas.As polêmicas pensões que hoje beneficiam oito ex-governadores e três viúvas - R$ 30,4 mil para eles, metade para elas - só vão a plenário porque foi ressuscitada uma emenda de Maurício Eskudlark (PR) que protege os atuais pensionistas. Autor do projeto, Padre Pedro Baldissera (PT) rejeita o acordão, mas deve ficar isolado no tema em que foi uma voz quase isolada nos últimos dez anos.O Orçamento também depende de conversas entre o governo e os parlamentares. Esta é a primeira vez em que serão adotadas as emendas individuais impositivas - uma cota que o deputado indica e o governador é obrigado a gastar. O Centro Administrativo tentou retardar a implantação do sistema, mas não resistiu à gula parlamentar. Agora, negocia-se o valor. Nas contas da Assembleia, 1% da receita corrente líquida, que daria cerca de R$ 200 milhões - ou R$ 5 milhões por deputado. O governo diz que é menos, que é preciso descontar do cálculo os valores destinados ao poderes. Na semana passada, Colombo mostrou-se preocupado e disse que para garantir as emendas precisará cortar em outro lugar e sugeriu o Fundo Social - tradicionalmente utilizado para indicações de parlamentares da base.Porto Alegre, RSA NotíciaAlesc encerra o ano com orçamento e pensões dos ex-governadoresA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-alesc-encerra-o-ano-com-orcamento-e-pensoes-dos-ex-governadores-10097684Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23976101Entra no jogo o articulador Raimundo ColomboGovernador ficou ausente do jogo político durante quase todo 2017 e agora tenta retomar a condução de sua sucessão ano que vem2017-12-16T06:01:01-02:002017-12-16T06:01:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSJaqueline Noceti / Secom, DivulgaçãoEntra no jogo o articulador Raimundo ColomboA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23976101Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-entra-no-jogo-o-articulador-raimundo-colombo-10096549Entra no jogo o articulador Raimundo ColomboGovernador ficou ausente do jogo político durante quase todo 2017 e agora tenta retomar a condução de sua sucessão ano que vem2017-12-16T06:01:01-02:002017-12-16T06:01:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNa conversa com jornalistas na última quarta-feira, uma fala do governador Raimundo Colombo (PSD) passou quase despercebida nas avaliações. O pessedista disse que as dificuldades para manter as contas em dia ao longo de 2017 fizeram com que ficasse imerso na administração e pouco atento às questões de articulação política. E que a partir de agora poderia entrar firme no assunto.Foi nesse vácuo de articulação que o deputado estadual e pré-candidato a governador Gelson Merisio (PSD) construiu seu projeto. Em fevereiro, um encontro de lideranças do PSD e o PSB em Florianópolis deu a largada oficial à pré-candidatura, com direito a discurso do próprio Colombo colocando combustível na empreitada: "Queremos, sim, disputar a eleição de 2018 e com candidato a governador. E mais: queremos ganhar a eleição". Na época, Colombo ressaltou que não existiam “amarras” ou “dívidas” que prendessem o partido ao PMDB. Nos dias seguintes, as fortes reações dos peemedebistas fizeram o governador baixar o tom, contemporizar, dizer que era o momento de cada partido construir seu projeto e depois avaliar alianças. Merisio avançou. Manteve o PSB, enlaçou lideranças do PP para isolar o potencial adversário Esperidião Amin, atrelou siglas médias e pequenas à sua pré-candidatura. O estilo de Merisio na construção desse projeto acabou afastando Colombo nesse meio tempo. Críticas constantes ao PMDB, eleito pelo parlamentar como antagonista, elogios aos presidenciáveis Ciro Gomes (PDT) e Jair Bolsonaro (PSC) em detrimento a Geraldo Alckmin (PSDB) - preferido do governador -, vários fatores criaram esse afastamento. Com isso, Colombo parece ter voltado ao jogo político mais interessado na continuidade da aliança, projeto que depende diretamente da implosão das pré-candidaturas de Merisio e de Mauro Mariani (PMDB). No primeiro caso, incentivou a volta de Júlio Garcia ao circuito, o que resultou no lançamento do deputado federal João Rodrigues (PSD) como pré-candidato alternativo. Um movimento que fragiliza a estratégia de fato consumado aplicada por Merisio.Para o lado peemedebista, o articulador Colombo coloca tinta na caneta do vice Eduardo Pinho Moreira (PMDB) ao antecipar para fevereiro a posse informal do colega de chapa. A gestão Pinho Moreira começou timidamente na terça-feira, quando Acélio Casagrande (PMDB) foi nomeado secretário executivo de Articulação Estadual, cargo vago até então. Os nomes ligados ao vice devem continuar aparecendo no Diário Oficial e dando musculatura a mais uma pré-candidatura alternativa no PMDB, fragilizando Mariani. Como se vê, há lógica nos movimentos que colocaram diversos pontos de interrogação nas trincheiras pessedista e peemedebista. Governo Pinho Moreira reaquece disputa no PMDBPinho Moreira quer mudar secretários em fevereiro e diz que não está fora do jogoFiel a seu estilo, Colombo decide deixar governo aos poucosPorto Alegre, RSA NotíciaEntra no jogo o articulador Raimundo ColomboA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-entra-no-jogo-o-articulador-raimundo-colombo-10096549Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896Saavedra: Joinville terá participação menor no bolo do ICMS em 2018Cidade deve receber 8,6% do total repassado aos municípios catarinenses. Atualmente, esse índice é de 9,07%2017-12-15T06:30:01-02:002017-12-15T06:30:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: Joinville terá participação menor no bolo do ICMS em 2018A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-joinville-tera-participacao-menor-no-bolo-do-icms-em-2018-10095658Saavedra: Joinville terá participação menor no bolo do ICMS em 2018Cidade deve receber 8,6% do total repassado aos municípios catarinenses. Atualmente, esse índice é de 9,07%2017-12-15T06:30:01-02:002017-12-15T06:30:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brCom variação mínima em relação à estimativa divulgada em junho, Joinville terá uma fatia menor no bolo do ICMS no ano que vem. A Prefeitura terá direito a receber 8,6% do montante repassado aos municípios. Hoje, esse índice é de 9,07%. A queda levará o município a deixar de receber pelo menos R$ 21 milhões no ano que vem, em projeção de junho da Secretaria de Estado da Fazenda. Sem reverterNo momento de divulgação dos índices provisórios, Joinville acreditava que poderia melhorar o índice apresentando recursos junto ao governo do Estado. Itajaí apresentou evolução e manteve o segundo lugar em Santa Catarina, atrás de Joinville. Na região, Araquari deu novo salto, desta vez chegando a 0,9%, e deverá receber pelo menos R$ 10 milhões a mais. Os dados definitivos para 2018 foram confirmados ontem.RestriçãoDe certa forma, a proibição de fumo no acesso ao Mirante do Boa Vista é uma das primeiras restrições ao cigarro em espaço público aberto de Joinville. A proposta de Fabio Dalonso (PSD) foi aprovada pela Câmara de Vereadores e precisa de sanção da Prefeitura para valer.Ao TJA Justiça negou em Joinville pedido de indenização a motorista vítima de acidente de trânsito há mais de dez anos, no Bucarein: a placa de "Pare" estava encoberta pela vegetação, levando-o a cruzar via preferencial, o que provocou a colisão com outro carro. A decisão em primeira instância alegou que os cruzamentos exigem cautela dos condutores. Há recurso no TJ.AdaptaçãoEm adequação ao novo momento, de fim da contribuição sindical obrigatória, o Sindicato dos Comerciários de Joinville demitiu parte dos funcionários. O fechamento de três subsedes na região também faz parte do planejamento por causa do orçamento mais curto a partir do ano que vem. Mas a direção do sindicato acredita na associação de mais trabalhadores e recuperação das receitas no futuro.O Natal na igreja matriz de São ChicoFoto: Alexandre Braga,Prefeitura de São Francisco do Sul,Divulgação / DivulgaçãoA decoração natalina chegou à igreja matriz de São Francisco do Sul, a Nossa Senhora da Graça. No domingo, a programação natalina de São Chico começou com apresentação na igreja, uma construção concluída em 1789 — que passou por reformas ao longo dos séculos seguintes. HomenagemRichard Harrison apresentou proposta de concessão do título de cidadã honorária a Maria José de Lara Fettback, a Zeca. Atual subprefeita do Centro-Norte, Zeca nasceu em Joaquim Távora (PR), com residência em Joinville há mais 40 anos. EncerramentoA Secretaria de Saúde de Joinville repassou R$ 100 mil adicionais para a ARCD bancar as despesas de encerramento de atividades na cidade. Os serviços continuam sendo prestados no mesmo local por equipes próprias da secretaria. Reforço para a BR-280Com base no valor aprovado no Orçamento da União para 2018, o deputado federal Marco Tebaldi (PSDB) está convicto da possibilidade de duplicação do trecho de 11 km da BR-280 em Araquari, um dos locais mais movimentados da rodovia. A proposta inicial do governo federal era de R$ 30 milhões e logo passou para R$ 32,5 milhões. Na tramitação no Congresso, o montante chegou a R$ 50 milhões.Leia outras notícias de Joinville e região.Confira outras colunas de Jefferson Saavedra.Planejamento da duplicaçãoNo momento da aprovação, a 280 ficou com R$ 90 milhões. "Conseguimos colocar mais R$ 40 milhões", relata Tebaldi. O deputado relata que houve pedido do Ministério dos Transportes de elevação do valor justamente para permitir a duplicação do trecho em Araquari. "Temos agora que definir como usar os recursos em Araquari e também nos lotes já em andamento". Multa Em julgamento ontem, o TRE multou os partidos da coligação de Udo Döhler em R$ 10 mil por causa de propaganda eleitoral considerada indevida, em ação apresentada pela aliança de Darci de Matos no ano passado. A acusação foi de irregularidades na forma de exibição de espaços públicos, além de servidores, no horário eleitoral. Chance de recursoUdo, então candidato à reeleição, não aparece nas gravações questionadas pelo adversário. O TRE negou o pedido de cassação de registro. Tanto a coligação do peemedebista quanto a de Darci podem recorrer da decisão junto ao TSE. Concorda?No primeiro semestre, quando apontava Udo a todo momento como um dos nomes do PMDB para a sucessão de Colombo (depois, passou a reduzir a citações do nome dele), Eduardo Pinho Moreira ouvia o prefeito de Joinville sobre as queixas da representatividade da cidade no colegiado. Para Udo, Joinville tinha que ter mais nomes. Agora, com Pinho perto de assumir o governo, se saberá se o vice-governador concorda com a tese de Udo e escolherá mais representantes de Joinville.Porto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: Joinville terá participação menor no bolo do ICMS em 2018A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-joinville-tera-participacao-menor-no-bolo-do-icms-em-2018-10095658Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23973738Governo Pinho Moreira reaquece disputa no PMDB2017-12-15T06:01:01-02:002017-12-15T06:01:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSDivulgação / Facebook PMDB de Santa CatarinaGoverno Pinho Moreira reaquece disputa no PMDBA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23973738Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-governo-pinho-moreira-reaquece-disputa-no-pmdb-10095579Governo Pinho Moreira reaquece disputa no PMDB2017-12-15T06:01:01-02:002017-12-15T06:01:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAs placas tectônicas da política catarinense estão se mexendo. A região mais atingida neste momento é o PMDB, que passou a viver a contagem regressiva para retomar o comando do governo do Estado do qual abriu mão no longínquo 25 de março de 2010 - dia em que Luiz Henrique da Silveira renunciou para concorrer ao Senado.ENTREVISTA EXCLUSIVA: Eduardo Pinho Moreira quer mudar secretários em fevereiro, defende a volta da tríplice aliança e diz que não está fora do jogoAo anunciar o início do processo de transição no final de janeiro, licença em fevereiro e renúncia apenas em abril, o governador Raimundo Colombo (PSD) produziu uma fala milimetricamente pensada para evitar atritos entre os sócios do condomínio governista. Mas ficou claro que depois do Carnaval, em 14 de fevereiro do ano que vem, o vice-governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB) será governador de fato - mesmo que ainda precise esperar um mês e meio para fazer a mudança para a Casa d’Agronômica. Fiel a seu estilo, Colombo decide deixar governo aos poucos Assim, o Estado passa a viver desde já as especulações de transição. Pinho Moreira quer reformar o secretariado já em fevereiro. Conta para isso com a saída dos seis deputados estaduais que estão no governo e de outros nomes que pretendem concorrer em outubro, como Murilo Flores (PSB), do Planejamento. Nesse movimento, mudam as pastas da Saúde, do Turismo, da Agricultura, do Desenvolvimento Econômico, da Justiça e Cidadania e da Infraestrutura.Leia outras colunas de Upiara BoschiAlém das posições dos futuros candidatos, Pinho Moreira antecipa mudanças no coração do governo: a Casa Civil e a Fazenda. O primeiro posto terá solução caseira, com o adjunto Luciano Veloso assumindo a posição de Nelson Serpa. Para cuidar do cofre, o peemedebista diz que vai buscar um nome de carreira _ que não deve ser Renato Lacerda, interino no cargo desde novembro.A pressa de Pinho Moreira indica o ímpeto de que não desistiu de voltar ao quadro de pré-candidatos a governador — embora continue ressaltando apoio ao deputado federal Mauro Mariani. Outro movimento tectônico nos lados peemedebistas aconteceu ontem em Joinville. Ao vivo no Bom Dia Santa Catarinao prefeito Udo Döhler fez sua primeira declaração contundente sobre participar da eleição de 2018 e se colocou à disposição do partido.Todos vão dizer que não, colocar panos quentes, etc. Mas a verdade é que o PMDB voltou a ter três pré-candidatos a governador — que podem ser quatro. Uma fila em que Mariani ainda está na primeira posição, mas ameaçado.Porto Alegre, RSA NotíciaGoverno Pinho Moreira reaquece disputa no PMDBA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-governo-pinho-moreira-reaquece-disputa-no-pmdb-10095579Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23425956ENTREVISTA: Pinho Moreira quer mudar secretários em fevereiro e diz que não está fora do jogo2017-12-14T18:57:13-02:002017-12-14T18:57:13-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSBetina HumeresENTREVISTA: Pinho Moreira quer mudar secretários em fevereiro e diz que não está fora do jogoA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23425956Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-entrevista-pinho-moreira-quer-mudar-secretarios-em-fevereiro-e-diz-que-nao-esta-fora-do-jogo-10095535ENTREVISTA: Pinho Moreira quer mudar secretários em fevereiro e diz que não está fora do jogo2017-12-14T18:57:13-02:002017-12-14T18:57:13-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNa última quarta-feira, o governador Raimundo Colombo (PSD) anunciou que inicia no final de janeiro o processo de transição de governo para o vice Eduardo Pinho Moreira (PMDB). Entre o Carnaval, em fevereiro, e abril - data limite para a renúncia de acordo com a legislação eleitoral -, o peemedebista passará a compartilhar com Colombo a caneta de governador até a posse definitiva. Na tarde desta quinta-feira, conversei com Pinho Moreira no Centro Administrativo sobre o que esperar do novo governo, sobre o futuro da aliança com o PSD e sobre a candidatura do PMDB em 2018. Leia a íntegra.Na quarta-feira, o governador Raimundo Colombo (PSD) apresentou um calendário para deixar o cargo a partir de fevereiro do ano que vem. A hipótese de o senhor também renunciar está descartada?É isso. É um entendimento meu junto com o governador. Além de a transição já ter iniciado, com a participação nas decisões importantes do governo, os nomes que vão substituir aqueles que saem passarão a ser feitos em parceria com ele ou indicação minha. Claro que aqueles que realizam um bom trabalho no governo, não importa o partido, vão continuar. Agora, aqueles que vão se desincompatibilizar para serem candidatos lá em abril, talvez devam seguir o exemplo do governador, sair em fevereiro para ter um governo com tempo mais, talvez 11 meses, com tempo de colocar em prática as ideias.Haverá, então, uma reforma de secretariado em fevereiro?Acredito que terá muita mudança, sim. Secretários de Estado, dirigentes de estatais e outros que pretendem sair para se candidatar, eu acho que temos que antecipar um pouco e não chegar até abril, que é o prazo legal.São quatro deputados estaduais do PMDB e dois do PSDB no secretariado. Eles podem sair em fevereiro?Acho que sim. A partir do momento em que eu assumir o governo, é natural que todos colocarão o cargo a disposição. Eu gostaria de começar um governo mais consolidado a partir de fevereiro.A Casa Civil é uma das pastas mais próximas ao governador e o secretário Nelson Serpa tem manifestado desejo de antecipar a saída. O senhor já tem um nome escolhido para a função?Sim, seria o Luciano Veloso, atual secretário-adjunto. Ele conhece toda a sistemática do governo, da Casa Civil e é um homem de confiança meu, do governador e do próprio Serpa. O Luciano merece essa oportunidade. É um funcionário de carreira e poucos conhecem o governo internamente como ele.Outra área chave na gestão é a Fazenda, que vem sendo tocada de forma interina por Renato Lacerda desde a saída de Almir Gorges no final de outubro. Já tem um nome?Não tenho um titular, mas já estou conversando com alguns. Terá que ser alguém que conheça a casa, a sistemática e a Secretaria da Fazenda de forma íntima. Terá que ser alguém de carreira.O próprio Renato Lacerda?Pode até ser. O Renato presta um trabalho importante, nós trouxemos ele de Joinville em 2006 quando eu era o governador. É um funcionário de carreira, um técnico, mas acho que ele tem funções importantes na Fazenda, talvez não na função de secretário.O senhor já teve essa experiência de governar em tiro curto, oito meses em 2006. Agora pode ser um pouco mais. O que acha que pode fazer diferente?Será totalmente diferente. Em 2006, eu cumpria uma missão partidária e administrativa. O governador Luiz Henrique era um homem extremamente visionário que não se preocupava com as miudezas da administração. Então, quando ele deixou o governo, nós tivemos que atuar fortemente, tivemos alguns sobressaltos. Foi um processo dinâmico, mas eu fui extremamente rigoroso com o dinheiro público e devolvi o governo ao Luiz Henrique com dinheiro com caixa. Claro que deixei alguns projetos viabilizados, um deles vamos entregar semana que vem (a Via Rápida de Criciúma). Claro que vou dar sequência às ações do governo, dentro da possibilidade financeira, mas será um governo algo diferente do que é feito hoje. Mas de absoluto controle dos gastos públicos, dos subsídios fiscais, será um governo que o tempo exige.Vai mexer na estrutura ou é muito pouco tempo?Muito pouco tempo. Mas não vou ocupar algumas estruturas. Várias ficarão vagas, serão absorvidas por outras. Não extinção porque demandaria discussão na Assembleia Legislativa. Teremos secretários acumulando pastas?É esse o caminho. Estruturas não-preenchidas, é isso que vai acontecer.Como o senhor imagina a relação com o governador Colombo caso se confirme o cenário de candidaturas do PMDB e do PSD se enfrentando pelo governo?Acho que minha relação pessoal continuaria boa, como é hoje. Política, naturalmente, aquele que for candidato em oposição a ele no Senado vai criticá-lo. Não com números que fornecerei, mas com aquilo que a imprensa noticia todos os dias. Do ponto de vista racional, aquele projeto que o Luiz Henrique desenhou para 2006, 2010, 2014 e que seria completado em 2018 com a candidatura dele, deveria continuar. Seria um projeto coletivo, da maioria, e que se perdeu um pouco por interesses individuais. Não tem sentido o PMDB estar no governo e ser oposição ao PSD que estava até hoje no governo. É um caminho equivocado que pode deixar sequelas graves.Ainda há um discurso que una PSD e PMDB que não seja a constatação de que é mais fácil ganharem juntos do que separados?É uma estrutura política com quase 200 prefeituras…Nos municípios há muitos confrontos entre os partidos.Na verdade, não. Isso foi muito estimulado pelo atual presidente do PSD (Gelson Merisio, pré-candidato a governador). Ele estimulou isso. Muitos resistiram, outros não. Em 2014, até dois dias das convenções, aquilo que o PSD dizia, os líderes deles diziam (inclusão do PP na aliança governista, apesar da resistência do PMDB) não aconteceu. Tudo é possível se nós mantivermos uma relação com os principais líderes dos partidos. E o principal líder do PSD chama-se Raimundo Colombo. Se o Raimundo optar por um lado, ele vai levar uma parte grande do partido, talvez a maior.Hoje o PMDB tem um pré-candidato ao governo, que é o deputado federal Mauro Mariani, e o senhor já anunciou apoio a ele. Mas o senhor terá a caneta de governador um pouco antes do que se projetava. Pode ressurgir sua pré-candidatura?Meu sonho dourado era ser candidato ao Senado. Claro que meu partido me exige uma posição de assumir. Meu candidato é o Mauro Mariani e eu tenho dito isso com bastante clareza. Se o partido decidir apoiá-lo, deverei ser o principal cabo-eleitoral dele. Torço para que ele se consolide mais a cada dia que passa. Mas é um processo dinâmico, também não posso dizer que estou fora do jogo.E se ele não se consolidar?Então o PMDB passa a ter outros nomes. Eu, o Udo Döhler, o próprio Dário Berger, que já começa a ser citado. Tem fila. Se o Mauro Mariani não for, estou logo atrás dele.O que define a consolidação de uma candidatura?Aconteceu comigo em 2010, quando desisti (da candidatura a governador), duas situações que são extremamente ruins no processo político: o isolamento e a divisão. Eu falei para o Mauro “tu és o meu candidato” porque percebi que havia uma divisão. Nos bastidores havia crítica aos dois lados. Essa divisão seria prejudicial. O Luiz Henrique ganhou porque não houve divisão, o Paulo Afonso ganhou porque não houve divisão, o Pedro Ivo também. Abri mão, acabou a divisão. Segundo, o isolamento. Eu disse: “Mauro, vai buscar partidos”. Eu vou ajudar, como governador inclusive, mas esses são fatores que ele precisa resolver. A divisão está resolvida, agora é o isolamento.O senhor se arrependeu de desistir em 2010 depois de ganhar a prévia do PMDB?Nunca. Olha que passei momentos extremamente difíceis do ponto de vista pessoal. O tempo mostrou que foi o melhor caminho. O PMDB continuou sendo o maior partido do Estado. Teríamos pouca chance eleitoral pelo isolamento e pela divisão. Aqueles que eu derrotei na prévia, não digo especificamente o Dário, mas aqueles que estavam ao lado dele, racharam o partido.O senhor falou da fila do PMDB. Nesta quinta-feira, o prefeito joinvilense Udo Döhler disse que está à disposição do partido para concorrer. Em que posição ele está na fila?O Udo está na fila, é um dos primeiros da fila. Ele tem grande chance. Tenho dito isso desde o ano passado, quando fui a Joinville muitas vezes. Fui a Brasília buscar partidos para coligarem com o Udo. Ele não pode ser desprezado. Foi reeleito contra tudo e contra todos, inclusive uma parcela do PMDB e o governo do Estado. Um cara que ganha uma eleição dessas, tem méritos indiscutíveis. Tem mérito como candidato ou apoiando um candidato.É correto o raciocínio do que ele e o senhor, mais especificamente ele, são os nomes com mais chances de manter a aliança com o PSD?Especialmente ele. Essas manifestações a gente ouve, sim. Mas a decisão é sempre do partido, não é do Eduardo ou do Udo, nem do próprio Mauro Mariani. O Mauro percorreu o Estado numa tarefa hercúlea, forte. Ele tem méritos indiscutíveis e precisa ser respeitado. Tem que continuar esse trabalho até o processo eleitoral do ano que vem.Que cenário o senhor imagina para 2018?O ideal para o PMDB seria o de quatro candidaturas (PMDB, PSD, PSDB e PT). Nós iríamos para o segundo turno. Temos musculatura, história, importância e quadros para isso. Seria o ideal para o partido, mas não o melhor para Santa Catarina. O melhor seria voltar a tríplice aliança, com o PSDB junto. O Brasil e Santa Catarina passam por dificuldades inegáveis. Seria importante que todos nós nos uníssemos. Seria a pacificação para consolidar a recuperação econômica. O Colombo ser senador com a experiência e o discurso verdadeiro que tem, falando nas reforçar estruturais que o Brasil precisa.Há poucos meses, o senhor mostrava preocupação em assumir o governo na situação econômica atual. Está mais tranquilo?Não. Acho que a situação precisa ser enfrentada com muita coragem e determinação. Tem medo de atrasar salário?Tenho medo, claro que tenho. Não vai acontecer, farei das tripas, coração. Vou me dedicar a isso com afinco. O objetivo principal é esse e tem sido o do governador também. Para isso, muitos fornecedores ficam em atraso. Se tiver que optar, optarei por pagar em dia os servidores. O senhor diz que ao assumir o governo só terá duas alternativas: reeleição ou apenas completar o mandato. Está conformado com a hipótese de ficar sem mandato a partir de 2019?Seria uma pena. Até porque todos os meus esforços são de atuar na vida pública. Não tenho como voltar a ser médico agora, como fiz em 1998. O que eu vou fazer? Vou para casa.Quando o senhor percebeu que não deveria abrir mão de assumir o governo?Foi o meu partido. Se eu tivesse a oportunidade de fazer um governador do meu partido, eu faria. Isso me acrescenta pouco do ponto de vista pessoal. Serei um bom governador, como fui da outra vez. Se você pensar, em 2006, ninguém percebia que eu era o governador. Todas minhas ações eram internas para permitir que a reeleição do Luiz Henrique. Quem olhava de fora via que o Estado estava bem, mas a percepção era de que o Luiz Henrique continuava governador. Desta vez, não. Eles vão perceber que o governador é o Eduardo Pinho Moreira.Porto Alegre, RSA NotíciaENTREVISTA: Pinho Moreira quer mudar secretários em fevereiro e diz que não está fora do jogoA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-entrevista-pinho-moreira-quer-mudar-secretarios-em-fevereiro-e-diz-que-nao-esta-fora-do-jogo-10095535Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23972361Saavedra: "Estou à disposição do partido", diz Udo sobre 2018Prefeito de Joinville falou nesta manhã em entrevista ao Bom Dia Santa Catarina2017-12-14T09:45:26-02:002017-12-14T09:45:26-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSalmo DuarteSaavedra: "Estou à disposição do partido", diz Udo sobre 2018A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23972361Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-estou-a-disposicao-do-partido-diz-udo-sobre-2018-10094985Saavedra: "Estou à disposição do partido", diz Udo sobre 2018Prefeito de Joinville falou nesta manhã em entrevista ao Bom Dia Santa Catarina2017-12-14T09:45:26-02:002017-12-14T09:45:26-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brCauteloso nas observações sobre a eleição de 2018, o prefeito de Joinville, Udo Döhler, deu um passo adiante na manhã em entrevista ao Bom Dia Santa Catarina, na NSC TV: ao ser questionado se poderia renunciar à Prefeitura para ficar apto à disputa, o peemedebista não chegou a se posicionar, mas se disse “à disposição do partido”. — Esse voto de confiança que o eleitor nos concedeu (sobre a reeleição em Joinville) não nos permite ficar alheios às eleições do próximo ano. A cidade de Joinville participará desse processo eleitoral e nós estamos à disposição do nosso partido —, afirmou Udo.Em declarações anteriores, o prefeito de Joinville alegou que seria “cedo” demais para adiantar seu posicionamento sobre a eleição para o governo do Estado, sem confirmar nem desmentir a possibilidade de concorrer. Se resolver participar da disputa, há a necessidade de desincompatibilização do cargo de prefeito. Nesta semana, o Bom Dia SC está entrevistando os prefeitos das dez cidades mais populosas de Santa Catarina para avaliação do primeiro ano de mandato.Porto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: "Estou à disposição do partido", diz Udo sobre 2018A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-estou-a-disposicao-do-partido-diz-udo-sobre-2018-10094985Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23971204Saavedra: fila por cirurgias em Joinville cresce em 2017Em março eram 10,2 mil pacientes registrados, atualmente são 10,8 mil2017-12-14T09:30:33-02:002017-12-14T09:30:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSGermano RoratoSaavedra: fila por cirurgias em Joinville cresce em 2017A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23971204Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-fila-por-cirurgias-em-joinville-cresce-em-2017-10094979Saavedra: fila por cirurgias em Joinville cresce em 2017Em março eram 10,2 mil pacientes registrados, atualmente são 10,8 mil2017-12-14T09:30:33-02:002017-12-14T09:30:33-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA fila por cirurgias na rede municipal de Joinville aumentou em 2017, passando dos 10,2 mil pacientes registrados em março para as 10,8 mil pessoas de agora. A listagem está disponível no site da Secretaria de Saúde da cidade, por especialidade. A maior demanda continua na catarata, com 1,5 mil pacientes aguardando pelo atendimento. Nessa lista, 93% das pessoas entraram na fila em 2017, isto é, para a maioria dos pacientes, a espera tem menos de um ano. No ranking por procedimentos, as cirurgias gerais estão em segundo lugar, com 809 pessoas. A divulgação das filas das cirurgias — e também de exames e consultas — fez parte de acordo fechado com o Ministério Público em 2014. Confira outras colunas de Jefferson Saavedra Leia também: Saavedra: dez anos depois, futuro da Babitonga ainda é indefinidoSaavedra: porto de São Francisco está em ameaça de greveSaavedra: Assembleia aprova projeto de mudança na gestão do Porto de São ChicoPorto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: fila por cirurgias em Joinville cresce em 2017A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-fila-por-cirurgias-em-joinville-cresce-em-2017-10094979Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896Saavedra: O que ainda falta para o financiamento da pavimentação em JoinvilleConfira essa e outras informações na coluna de Jefferson Saavedra2017-12-14T07:08:02-02:002017-12-14T07:08:02-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: O que ainda falta para o financiamento da pavimentação em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-o-que-ainda-falta-para-o-financiamento-da-pavimentacao-em-joinville-10094628Saavedra: O que ainda falta para o financiamento da pavimentação em JoinvilleConfira essa e outras informações na coluna de Jefferson Saavedra2017-12-14T07:08:02-02:002017-12-14T07:08:02-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO financiamento de R$ 61 milhões para pavimentação e recape em 81 km de ruas em Joinville foi aprovado pelo Banco do Brasil, mas ainda falta passar pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Ainda que a Prefeitura de Joinville tenha margem de endividamento, com capacidade para pagar o empréstimo, a análise pela STN é obrigatória. Só que o pedido de financiamento anunciado nesta semana ainda não foi apresentado na secretaria. Como se trata de operação de crédito interna, a tramitação leva menos tempo do que a análise de um financiamento internacional. Mas, ainda assim, são alguns meses. No PAC da Mobilidade, junto à Caixa, foram quase nove meses, por exemplo. Portanto, a Prefeitura terá de correr para tentar licitar alguma obra no início do segundo semestre de 2018, conforme pretendido. Na tarde de ontem, o pedido de autorização do financiamento chegou à Câmara de Vereadores, com possibilidade de ser aprovado ainda na sessão de quarta, a última do ano. DEFESANa passagem na quarta-feira por Joinville, o governador Colombo, ao ser questionado sobre a polêmica dos recursos do porto de São Francisco do Sul, lembrou que houve questionamentos quando foi criada a sociedade de propósito específico (SPE) do terminal de Imbituba. “Hoje as pessoas reconhecem que fizemos a coisa certa, o porto aumentou o movimento em dez vezes. E isso vai acontecer também em São Francisco. Haverá um ganho muito grande para o porto”.IFSC no SulUma nova proposta para a instalação do campus do IFSC na zona Sul de Joinville prevê a cessão de uma área na rua Alvino Hansen (a mesma da ponte com o Boa Vista), ao lado do Caic do Adhemar Garcia. O terreno foi cedido pela União ao município, que O repassaria ao instituto. A direção do IFSC aguarda a formalização da proposta para submeter a sugestão à reitoria.NOVOS CURSOSO IFSC inclusive poderia iniciar as atividades no Caic até que a sede própria fosse construída. No campus do Costa e Silva, o instituto tem atuação nos eixos de mecânica, elétrica e enfermagem. Na nova unidade, a tendência é oferecer cursos em sistemas de informação e gestão. Houve planos de instalação do IFSC na escola Conselheiro Mafra, mas não foram adiante. Quanto vale a rodoviáriaNa avaliação do Ipreville, o imóvel ocupado pela rodoviária de Joinville vale R$ 11,5 milhões. A atualização do valor é feito para atender às obrigações contábeis sobre o patrimônio – a área e a construção no bairro Anita Garibaldi não está à venda. Para fazer caixa, a Prefeitura vendeu o imóvel ao instituto em 1997 e hoje paga R$ 121 mil mensais para utilizar a estrutura.Como ficouO novo telhado da Maternidade Darcy Vargas substituiu a antiga estrutura de madeira do hospital estadual de Joinville. O serviço contratado pela ADR incluiu também forro e tubulação de cobre, entre outras melhorias, além da estrutura metálica da cobertura. O custo do pacote ficou em R$ 2 milhões.Foto: Divulgação,ADR de Joinville / DivulgaçãoFILA DAS CIRURGIASA fila por cirurgias na rede municipal de Joinville aumentou em 2017, passando dos 10,2 mil pacientes registrados em março para as 10,8 mil pessoas de agora. A listagem está disponível no site da Secretaria de Saúde de Joinville, por especialidade. A maior demanda continua na catarata, com 1,5 mil pacientes aguardando pelo atendimento. No anoNessa lista da catarata, 93% das pessoas entraram na fila em 2017, isto é, para a maioria dos pacientes, a espera tem menos de um ano. No ranking por procedimentos, as cirurgias gerais estão em segundo lugar, com 809 pessoas. A divulgação das filas das cirurgias – e também de exames e consultas – fez parte de acordo fechado com o Ministério Público em 2014. CLIMA DE NATALUm mês depois de desabafar na Câmara de Joinville, com cobrança de mais produtividade dos colegas e reclamando de decisões da presidência do Legislativo que não foram comunicadas a ele, Ninfo König (PSB) discursou na quarta-feira em tom de agradecimento aos demais vereadores. E com elogios à atuação compreensiva do presidente Fernando Krelling (PMDB).Ficou para 2018Ficou para o ano que vem a conclusão da votação do projeto de Ana Rita Hermes com restrição do uso de veículos com tração animal na área urbana de Joinville. Assim, o uso das carroças puxadas por cavalos continua liberado. O ADIAMENTO FOI MOTIVADO PELA pauta extensa de projetos a ser votada ontem.SAÍDA NA ÁGUASEx-secretária de Saúde no governo Udo, Larissa Brandão do Nascimento comunicou na quarta-feira a saída da Águas de Joinville, onde ocupava a diretoria administrativa e comercial. Larissa pretende se dedicar à advocacia e às empresas da família. Filipe Schuur, secretário executivo da Secretaria de Planejamento, será o substituto, a partir de janeiro. FIOS SOLTOS Foi refeito o decreto da lei de punição às empresas que deixam fios soltos nos postes de Joinville. Além de mais regras para a punição às concessionárias, foi prevista multa em dobro em caso de reincidência – o intervalo para isso é de dois anos.NOVOS PMSNa distribuição final dos novos policiais militares em Joinville, o 8º BPM ficou com 47 profissionais e o 17º BPM, com 35. Inicialmente, havia projeção de que a distribuição seria equitativa entre os dois batalhões, mas a maior área de cobertura e os eventos levaram o 8º BPM a receber um contingente maior. O 27º BPM, com sede em São Francisco do Sul, terá 15 novos PMs. SEM DINHEIROPor “questões orçamentárias”, ficou para o ano que vem a conclusão da licitação para duplicar as estradas Hans Dieter Schmidt e Edgar Meister, as vias de acesso ao Distrito Industrial de Joinville pela BR-101. A concorrência está se arrastando porque não havia dinheiro para autorizar o início das obras em 2017.Porto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: O que ainda falta para o financiamento da pavimentação em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-o-que-ainda-falta-para-o-financiamento-da-pavimentacao-em-joinville-10094628Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23971089Fiel a seu estilo, Colombo decide deixar governo aos poucos Na prática, a transição já começou. Colombo já discute com o vice peemedebista as questões relativas ao orçamento e outras medidas financeiras que tenham impacto em 20182017-12-13T18:09:23-02:002017-12-13T18:09:23-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSimone Sartori / DivulgaçãoFiel a seu estilo, Colombo decide deixar governo aos poucos A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23971089Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-fiel-a-seu-estilo-colombo-decide-deixar-governo-aos-poucos-10094391Fiel a seu estilo, Colombo decide deixar governo aos poucos Na prática, a transição já começou. Colombo já discute com o vice peemedebista as questões relativas ao orçamento e outras medidas financeiras que tenham impacto em 20182017-12-13T18:09:23-02:002017-12-13T18:09:23-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPoucas coisas são tão difíceis na política catarinense quanto emparedar Raimundo Colombo (PSD). Diante da pressão colocada pelo PMDB do vice Eduardo Pinho Moreira e pelo PSD do pré-candidato Gelson Merisio para que ele deixasse o governo em janeiro ou abril do ano que vem, o governador mostrou mais uma vez essa habilidade. Aos jornalistas convidados para um almoço na Casa d’Agronômica nesta quarta-feira, Colombo anunciou “início de transição” no final de janeiro, licença para fazer um curso na Espanha na metade de fevereiro e a renúncia em si em abril - data-limite para ficar apto a concorrer ao Senado. Um meio-termo para as posições extremas de Pinho Moreira e Merisio, bem ao estilo do lageano. Na prática, a transição já começou. Colombo já discute com o vice peemedebista as questões relativas ao orçamento e outras medidas financeiras que tenham impacto em 2018. Na semana passada, Moreira acompanhou o governador nas agendas com o presidente Michel Temer (PMDB) e o ministro Henrique Meirelles (PSD). Agora, devem acelerar a composição do futuro secretariado. Não é segredo para ninguém no Centro Administrativo que o secretário Nelson Serpa (PSD), da Casa Civil, desejava deixar a pasta antes da renúncia de Colombo. Extremamente leal ao governador, ele foi se deixando convencer a ficar. Sua saída, possivelmente no final de janeiro, deve ser a senha para a reforma no secretariado que o deixe mais parecido com um governo Pinho Moreira. O peemedebista deixa claro que assimilou bem a solução dada por Colombo. Parou de mandar recados de que também poderia renunciar e concorrer ao Senado ou deputado federal, por exemplo. Passou a falar abertamente como futuro governador. A expectativa está agora na reação de Merisio. Semana passada, ele sinalizava que poderia criar empecilhos na Assembleia Legislativa a uma possível licença de Colombo - considerando que a saída por mais de 15 dias precisa de autorização dos deputados estaduais. Ontem, Colombo disse que acha legítimo que o correligionário tenha posições diferentes das dele e do governo. Considera, porém, um “absurdo” e falta de “bom senso” acreditar que o parlamento possa lhe negar uma licença depois de sete anos no governo.Leia outras colunas de Upiara BoschiFim da paciênciaLíder do governo na Assembleia, Darci de Matos (PSD) já foi avisado que será destituído da função se continuar atuando contra os interesses do Centro Administrativo. O parlamentar tem aceitado emendas a projetos que garantem benefícios salariais e gratificações a servidores.Porto Alegre, RSA NotíciaFiel a seu estilo, Colombo decide deixar governo aos poucos A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-fiel-a-seu-estilo-colombo-decide-deixar-governo-aos-poucos-10094391Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23816077Colombo anuncia: transição para sair do governo começa em janeiroAnuncio feito durante almoço oferecido aos jornalistas de todo o Estado2017-12-13T13:54:32-02:002017-12-13T13:54:32-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSLucas CorreiaColombo anuncia: transição para sair do governo começa em janeiroA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23816077Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-colombo-anuncia-transicao-para-sair-do-governo-comeca-em-janeiro-10094141Colombo anuncia: transição para sair do governo começa em janeiroAnuncio feito durante almoço oferecido aos jornalistas de todo o Estado2017-12-13T13:54:32-02:002017-12-13T13:54:32-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brDurante almoço oferecido aos jornalistas de Santa Catarina na Casa da Agronômica, em Florianópolis, o governador Raimundo Colombo anunciou o inicio da transição para o vice Eduardo Pinho Moreira no final de janeiro de 2018. Deixou a impressão que estaria fora do governo a partir de fevereiro. Numa segunda intervenção, uma hora depois, o governador pediu desculpas aos profissionais e reiterou que inicia a transição em janeiro, mas que a renúncia deverá se formalizada só em abril.— No final de janeiro, de comum acordo, numa boa condição, gente começa a transição com o Dr. Eduardo. Temos conversado sobre isso, não tem nada de segredo — declarou Colombo.Ele esclareceu que já vem conversando com Eduardo Moreira sobre decisões que repercutirão no exercício de 2018. Nomes para cargos no primeiro escalão do governo também começam a ser examinados entre os dois politicos.Colombo fez um balanço neste que foi o último encontro de confraternização com os jornalistas, eis que deixará o governo em breve. Falou das dificuldades enfrentadas, com aumento das despesas sem o correspondente crescimento da arrecadação. Destacou os números positivos da economia, da geração de empregos e das medidas adotadas para evitar que a população pagasse o preço da grave crise econômica que atingiu o Brasil nos últmos anos.Disse que o governo não aumentou impostos e ate que reduziu algumas alíquotas que foram fundamentais para melhorar a economia e gerar novos empregos, como aconteceu no setor textil que teve incremento na produção e nas vendas de 37%.Sobre a eleição presidencial, disse que o cenário está indefinido, mas citou o nome do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, como importante para compor uma chapa presidencial. Ao assumir o cargo, Pinho Moreira pode ser candidato ao governo do Estado, mas fica inelegível para qualquer outra disputa. Com informações da CBN DiárioAcompanhe as publicações de Moacir PereiraLeia as últimas notícias do Diário CatarinensePorto Alegre, RSA NotíciaColombo anuncia: transição para sair do governo começa em janeiroA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-colombo-anuncia-transicao-para-sair-do-governo-comeca-em-janeiro-10094141Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896Saavedra: Nova proposta tenta duplicar trecho da BR-280Meta é tentar que a União banque parcialmente a ampliação de 11 quilômetros entre o trevo do Itinga e o acesso a Balneário Barra do Sul2017-12-13T07:20:01-02:002017-12-13T07:20:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: Nova proposta tenta duplicar trecho da BR-280A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-nova-proposta-tenta-duplicar-trecho-da-br-280-10066322Saavedra: Nova proposta tenta duplicar trecho da BR-280Meta é tentar que a União banque parcialmente a ampliação de 11 quilômetros entre o trevo do Itinga e o acesso a Balneário Barra do Sul2017-12-13T07:20:01-02:002017-12-13T07:20:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brNa nova frente aberta para tentar duplicar o trecho da BR-280 em Araquari, a meta agora é tentar começar a obra em março, ainda que todas as iniciativas anteriores tenham fracassado. Até amanhã, a empresa vencedora da licitação em 2014 para o lote entre São Francisco e a BR-101 apresenta o orçamento para ampliar os 11 km entre o trevo do Itinga e o acesso a Balneário Barra do Sul. O montante deverá ser incluído no orçamento da União para 2018. O encaminhamento foi feito ontem em Brasília, em reunião no Ministério dos Transportes, com presença também de representantes das prefeituras de São Francisco do Sul e Araquari, DNIT e Embratur. “Vamos torcer e acho possível que aconteça, mas vamos esperar por março”, diz o prefeito de São Francisco, Renato Gama Lobo (PSD), ressabiado com as decepções anteriores. A duplicação dos 36 km do lote 1 não começou devido à falta de dinheiro para as obras e desapropriações. Só na obra física, são mais de R$ 300 milhões. A ampliação de trecho mais curto seria uma estratégia para pelo menos começar a obra e dar mais capacidade de tráfego para uma estrada congestionada.SE O PLANO DO ESTADO NÃO SAIR...As tratativas feitas ontem em Brasília fazem parte de um plano B depois que o governo do Estado não levou adiante a ideia de fazer a obra com recursos do porto de São Francisco do Sul – não houve desistência do Estado, mas nem o projeto foi feito ainda. No caso da opção por meio do governo federal, já há projeto e empresa contratada para fazer a obra. VAI TRANCARInterdições em três ruas vão complicar bastante o trânsito na área central de Joinville hoje e amanhã. Nesta quarta, a rua Itajaí terá interdição total na esquina com a Jerônimo Coelho. Na quinta, as interdições serão nas ruas Rio Branco (na esquina com a Jerônimo Coelho) e na Beira-rio (também no cruzamento com a Jerônimo Coelho). SaídaDepois de uma década do início da saída das primeiras famílias, foi concluída a transferência dos moradores de área ocupada em 2001 na rua Vulpécula, no Jardim Paraíso. O pessoal foi instalado pela Secretaria de Habitação de Joinville em residenciais no próprio bairro. Após a recuperação do terreno, em área de preservação permanente, será estudada a possibilidade de instalação de parque. O espaço chegou a contar com 143 famílias. MOVIMENTOCadeiras foram levadas ontem do Centreventos para acomodar os contribuintes interessados em regularizar dívidas com a Prefeitura de Joinville. Na segunda, foram 500 pessoas na sede do Executivo. Ontem, aparecerem 800. O prazo para participação no programa vai até quinta.Lei das carroçasNa sessão desta quarta-feira da Câmara de Joinville, a última do ano, deverá ser concluída a votação do projeto de Ana Rita Hermes de restrição de veículos de tração animal (carroças) na área urbana da cidade – com prazo de até dois anos e meio para cumprimento –, se for confirmada a aprovação e a lei vier a ser sancionada pela Prefeitura. As carroças poderão ser usadas para passeios e lazer, atividades rurais e religiosas.REPAROSEnfim, o entorno do terminal central de ônibus de Joinville ganhou melhorias no pavimento, ainda que tenha sido feito de forma parcial.NÃO É CEDO?No encontro com a bancada do PMDB na sua casa, na noite de terça, Udo Döhler – que acha cedo falar sobre a eleição de 2018 – reforçou os planos para a disputa de 2020. Além da meta de o PMDB chegar ao terceiro mandato consecutivo (repetindo a sequência de Pedro Ivo, LHS e Freitag), Udo tem como a meta a eleição de pelo menos sete vereadores.SEM NOMESSobre a tese de que Roque Mattei seria seu candidato em 2020, Udo diz que não há nome escolhido ainda, que jamais se manifestou sobre quem seria seu preferido. Na mesma conversa, o prefeito de Joinville voltou a manifestar a convicção de que o PMDB local elegerá deputados no ano que vem, com pelo menos um estadual e um federal (cujo nome ele não cita). NO MAJDepois das reclamações públicas, inclusive com entrevista coletiva na Prefeitura de Joinville e maior presença de guardas de trânsito e PMs, a situação no entorno do Museu de Arte de Joinville teria ficado um pouco mais tranquila e, por enquanto, os pedidos para cercar o espaço continuam engavetados. Quanto à recuperação da Cidadela Antarctica, alvo de inquéritos do MP, ainda está em estudos, sem decisões, ainda.A GUERRA JUDICIAL DO PORTOA Justiça Federal vai ouvir o governo do Estado, a União e a Antaq antes de se manifestar sobre os pedidos de liminares para impedir a transferência de recursos do Porto de São Francisco do Sul para o caixa do Estado, como pretende o governo do Estado. A decisão da 6ª Vara Federal de Joinville foi tomada em relação à ação popular apresentada no início da semana e também para a ação impetrada pelo Sindicato dos Operadores Portuários.Depois da criação da SPEA ação do Sindicato dos Operadores Portuários teve tramitação iniciada na 2ª Vara Federal e passou para a 6ª Vara porque tem pedido semelhante ao da ação popular. A transferência dos R$ 103 milhões do porto para o tesouro estadual, pretendida pelo governo do Estado, só pode ser feita após a criação da sociedade de propósito específico (SPE) que administrará o terminal. A SPE está em processo de criação pela SC Par.Sobre feirasUma das propostas apresentadas nesta semana por Rodrigo Coelho (PSB) em projeto sobre feiras itinerantes de varejo em Joinville já fez parte de lei municipal de 2014, sendo excluída após decisão judicial: trata-se da proibição de realização desses eventos até 30 dias antes de datas como Natal, Dia das Mães, Dia dos Pais, entre outras. Em 2014, liminar considerou que essa restrição prejudicava a livre-iniciativa.Na AssembleiaNa proposta do vereador, a medida, se aprovada, não se aplicaria a feiras de automóveis, móveis e imóveis. O projeto de Coelho traz outras obrigações para as feiras itinerantes. Ainda sobre o tema das feiras itinerantes, projeto de Patrício Destro, com regras como instalação de posto de troca de mercadorias, por exemplo, foi aprovada na Assembleia. Falta agora a sanção pelo governador.MAIS PMSO governador Colombo participa nesta quarta-feira em Joinville da solenidade de formatura de policiais militares.NOVO CURSOO Ministério da Educação autorizou o curso de psicologia no Ielusc. Estão previstas até 50 vagas.Porto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: Nova proposta tenta duplicar trecho da BR-280A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-nova-proposta-tenta-duplicar-trecho-da-br-280-10066322Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23967773Volta da Lei Cardozinho à Câmara fica para 2018Legislação para legalizar construções em Joinville foi declarada insconstitucional em 20112017-12-12T08:51:11-02:002017-12-12T08:51:11-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSA NotíciaVolta da Lei Cardozinho à Câmara fica para 2018A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23967773Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-volta-da-lei-cardozinho-a-camara-fica-para-2018-10060405Volta da Lei Cardozinho à Câmara fica para 2018Legislação para legalizar construções em Joinville foi declarada insconstitucional em 20112017-12-12T08:51:11-02:002017-12-12T08:51:11-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brAnunciada em agosto, a volta da Lei Cardozinho será apresentada na Câmara de Joinville somente em fevereiro de 2018. A legislação permitiu, desde 2007, a legalização de construções em troca de pagamento à Prefeitura. A última versão da lei, de 2011, foi declarada inconstitucional em abril passado por vício de origem, por ter sido criada por meio de projeto de vereador – teria de ter vindo do Executivo. Pesquisa mostra que gasolina em Joinville subiu e média fica em R$ 3,819No caso do etanol, alta foi de 8,49%, segundo o Procon Leia as últimas notícias de Joinville e região em AN.com.br Pesquisa divulgada na segunda-feira pelo Procon de Joinville apontou em R$ 3,819 o preço médio do litro da gasolina comum. A coleta dos dados foi feita em 93 postos de combustíveis entre quinta e sexta da semana passada. Assim, a gasolina subiu 5,60% (levando em conta preços médios) desde setembro, mês do último levantamento. No caso do etanol, a alta foi maior, de 8,49%, com preço médio atual de R$ 3,252.Porto Alegre, RSA NotíciaVolta da Lei Cardozinho à Câmara fica para 2018A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-volta-da-lei-cardozinho-a-camara-fica-para-2018-10060405Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896 Saavedra: Movimento dentro da Câmara tenta a volta dos carros para vereadoresQueixa agora é que o veículo é indispensável para trabalho nas ruas, por isso a tentativa de voltar a fazer a locação2017-12-12T07:18:01-02:002017-12-12T07:18:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSA Notícia Saavedra: Movimento dentro da Câmara tenta a volta dos carros para vereadoresA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-movimento-dentro-da-camara-tenta-a-volta-dos-carros-para-vereadores-10060015 Saavedra: Movimento dentro da Câmara tenta a volta dos carros para vereadoresQueixa agora é que o veículo é indispensável para trabalho nas ruas, por isso a tentativa de voltar a fazer a locação2017-12-12T07:18:01-02:002017-12-12T07:18:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brSem alarde, há um movimento dentro da Câmara de Joinville para tentar a volta dos carros para uso dos vereadores. Até 2016, cada parlamentar tinha direito a um veículo para uso do gabinete. No início da atual legislatura, em acordo entre os vereadores, foi definido que a Câmara só alugaria três automóveis, a serem usados pelo setor administrativo. Em caso de viagens para cidades mais próximas, esses carros do administrativo podem ser usados pelos vereadores. A queixa agora é que o veículo é indispensável para o trabalho nas ruas, por isso a tentativa de volta da locação. Mas o retorno em 2018 será difícil porque o acordo vale por pelo menos dois anos: se for para mudar, somente quando a nova mesa diretora assumir, em 2019. R$ 61 MILHÕES PARA VIASA Prefeitura de Joinville acredita em lançar no final do primeiro semestre as primeiras licitações do pacote de 81 km de ruas a serem recapeadas, asfaltadas ou revestidas com lajotas. O financiamento de R$ 61 milhões com o Banco do Brasil, assinado na segunda-feira, é a maior operação desse tipo com um município do País. A próxima etapa é a aprovação do financiamento pela Câmara de Vereadores, uma formalidade.A caneta do IprevilleNa assinatura do protocolo para financiamento para obras viárias, entre a Prefeitura de Joinville e o Banco do Brasil, foi usada, a pedido de Udo Döhler, uma caneta com símbolo do Ipreville. Há uma ligação aí: dos R$ 2,1 bilhões aplicados pelo instituto de previdência municipal, R$ 795 milhões estão com o banco federal. É a maior aplicação do Ipreville. Só em 2018Anunciada em agosto, a volta da Lei Cardozinho será apresentada na Câmara de Joinville somente em fevereiro de 2018. A legislação permitiu, desde 2007, a legalização de construções em troca de pagamento à Prefeitura. A última versão da lei, de 2011, foi declarada inconstitucional em abril passado por vício de origem, por ter sido criada por meio de projeto de vereador – teria de ter vindo do Executivo. As feirasA Câmara de Joinville voltou a debater uma forma de restringir as feiras itinerantes de varejo. A Prefeitura também montou grupo de trabalho para tentar ver o que pode ser feito. A tarefa não é fácil: nas outras vezes, as limitações foram tamanhas que atingiram outros eventos realizados na cidade e o pessoal teve que recuar. Tentativa Nesta terça-feira tem reunião em Brasília para tentar convencer o DNIT a duplicar a BR-280 em pelo menos no Trecho de 11 quilômetros em Araquari.Na margemO novo financiamento a ser contraído pela Prefeitura de Joinville, para obras viárias, se encaixa com facilidade nos limites de endividamento: pela Lei Fiscal, os municípios podem ficar devendo até 120% da sua receita líquida. No caso de Joinville, são R$ 2 bilhões. E a dívida consolidada, dos empréstimos (débitos com fornecedores não entram aí), está em R$ 350 milhões. Em diaPesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) junto às prefeituras do País mostrou que a esmagadora maioria está com os salários em dia e vai conseguir quitar o 13º dentro do prazo. No caso de Santa Catarina, 292 municípios disseram estar com pagamentos em dia. Apenas 11 reconheceram que haverá atraso no salário de dezembro. No portoNeste momento de polêmica sobre o futuro do Porto de São Francisco do Sul, a Fiesc está cobrando o aumento do calado no canal de navegação, para passar de 14 para 16 metros. Quando passou de 12 metros para os atuais 14, em 2011, foram investidos R$ 155 milhões pelo governo federal, em valores atualizados. Para obra desse peso, só com grana federal, nem adiantariam os recursos em caixa. A União também teria de ajudar em outra das obras solicitadas, o contorno da BR-101 em Joinville.Pesquisa dos combustíveisPesquisa divulgada na segunda-feira pelo Procon de Joinville apontou em R$ 3,819 o preço médio do litro da gasolina comum. A coleta dos dados foi feita em 93 postos de combustíveis entre quinta e sexta da semana passada. Assim, a gasolina subiu 5,60% (levando em conta preços médios) desde setembro, mês do último levantamento. No caso do etanol, a alta foi maior, de 8,49%, com preço médio atual de R$ 3,252.EM JANEIROA convocação extraordinária da Câmara de Joinville em janeiro vai se limitar à análise da incorporação da Secretaria de Desenvolvimento Rural pela Secretaria de Meio Ambiente. Talvez seja apresentada outra mudança, mas a principal será essa no Meio Ambiente. Os projetos envolvendo a LOT, como o uso condicionado e as correções na lei, vão ficar para depois, fevereiro. O tema foi discutido em almoço de ontem da base governista com o prefeito.Em greveUma reunião no início da manhã de segunda-feira na Casa Civil, em Florianópolis, tenta buscar um acordo para encerrar a greve iniciada ontem pelos funcionários do porto de São Francisco do Sul. Em outra frente, uma ação para a tentar bloquear o repasse dos recursos do porto para o Estado seria apresentada ontem. MAIS TEMPOAs planilhas de custos da Prefeitura de Joinville e das empresas de ônibus não tem grande diferença. Mas o pedido de reajuste da tarifa ainda vai levar mais um tempo de análise. REVISÃOCom a nova agência de regulação, a Águas de Joinville já deu largada para os estudos da revisão tarifária, com os valores da tarifa para os próximos quatro anos. E a mudança no modelo administrativo da companhia, que parecia tão urgente há pouco meses, agora está em banho-maria.Porto Alegre, RSA Notícia Saavedra: Movimento dentro da Câmara tenta a volta dos carros para vereadoresA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-movimento-dentro-da-camara-tenta-a-volta-dos-carros-para-vereadores-10060015Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-fim-das-pensoes-dos-ex-governadores-deve-ser-votado-com-emenda-para-garantir-atuais-beneficiados-10059521Fim das pensões dos ex-governadores deve ser votado com emenda para garantir atuais beneficiados2017-12-11T13:34:47-02:002017-12-11T13:34:47-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEstá encaminhado o acordo para ser votado e aprovado até o final deste ano o fim da pensão dos ex-governadores. O deputado estadual Maurício Eskudlark (PR) anunciou no final de semana que vai reapresentar em plenário a emenda à proposta de Padre Pedro Baldissera (PT) para garantir a continuidade do benefício a quem já o recebe. A votação deve ser no dia 19 de dezembro.O texto original do deputado petista extingue da Constituição Estadual o artigo que prevê a pensão de R$ 30,4 mil mensais aos ex-governadores. A proposta havia recebido uma emenda de Eskudlark na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para que o fim da pensão valesse apenas a partir de 2019 e que fosse incluída a possibilidade de o Estado custear tratamento de saúde dos antigos inquilinos da Casa d’Agronômica. A emenda foi rejeitada na Comissão de Finanças, no relatório apresentado pelo deputado Fernando Coruja (PMDB), que reestabeleceu o texto de Padre Pedro, ainda no primeiro semestre deste ano. Desde então, o tema está pronto para ir ao plenário, mas foi deixado de lado diante da pressão dos ex-governadores. Há entendimento na Casa Civil de que a extinção do artigo constitucional impede a continuidade dos pagamentos - o que levaria à judicialização do tema. Oito ex-governadores e três viúvas recebem o benefício - R$ 30,4 mil para os antigos titulares, metade para elas.Nas últimas semanas, diante do impasse, surgiu a ideia de que a emenda de Eskudlark fosse apresentada em plenário. Anexada à proposta do petista, ela não extingue o artigo constitucional. O deputado do PR admite que reapresentação da emenda é uma forma de garantir a votação.- O projeto do deputado Padre Pedro não é aceito pelos parlamentares, não vai passar. O meu voto é favorável, mas a PEC não terá votos suficientes para ser aprovada. Por isso, tenho esperança que a minha emenda passe e acabe com essas aposentadorias vergonhosas, a partir de 2019. Assim, a questão das viúvas e ex-governadores que já recebem o pagamento, fica para a justiça decidir se acaba ou não. Espero que a justiça acabe com esse injustificável privilégio - justificou Eskudlark.Porto Alegre, RSA NotíciaFim das pensões dos ex-governadores deve ser votado com emenda para garantir atuais beneficiadosA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-fim-das-pensoes-dos-ex-governadores-deve-ser-votado-com-emenda-para-garantir-atuais-beneficiados-10059521Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896Saavedra: pelo depoimento em redes sociais, Carlito Merss poderá concorrer em 2018Será o ano em que se completam 30 anos de sua primeira disputa a cargo eletivo2017-12-11T08:37:23-02:002017-12-11T08:37:23-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: pelo depoimento em redes sociais, Carlito Merss poderá concorrer em 2018A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23965896Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-pelo-depoimento-em-redes-sociais-carlito-merss-podera-concorrer-em-2018-10059326Saavedra: pelo depoimento em redes sociais, Carlito Merss poderá concorrer em 2018Será o ano em que se completam 30 anos de sua primeira disputa a cargo eletivo2017-12-11T08:37:23-02:002017-12-11T08:37:23-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.br30 anosPelo depoimento em redes sociais, Carlito Merss (PT) poderá concorrer em 2018, ano que se completam 30 anos de sua primeira disputa a cargo eletivo – a eleição da Prefeitura, em 1988. Dali em diante, Carlito concorreu em todas as eleições, a cada dois anos, com exceção de 2010, quando era o prefeito de Joinville.MAIS QUE LHS"Não tenho direito de me ‘esconder’ nesse momento que a desesperança parece ser o que mais une a população. Nas eleições de 2018 não sou candidato a nada e posso ser candidato a tudo", escreveu Carlito. Em provável recorde entre políticos da cidade, Carlito participou de 13 eleições entre 1988 e 2016, sem contar 2º turno. Pelo mesmo critério, por exemplo, LHS concorreu em 12 eleições entre 1970 e 2010.10,5 milPara uma cidade que já contou com 80 mil trabalhadores em empregos industriais (a contagem é por profissão, o pessoal do administrativo, de uma indústria, por exemplo, não entra na conta), Joinville ainda precisa abrir mais 10,5 mil vagas no setor para recuperar o quadro de abril de 2014, antes da crise.2017 tem ajudado, mas ainda falta muito.Transplantes no São joséO número de transplantes de rim realizados pelo Hospital São José deverá se aproximar de 90 até o final do ano, superando a média dos últimos anos. Ainda assim, estará distante do resultado de 2012, quando foram 126 desses procedimentos no hospital municipal de Joinville.Leia as últimas notícias Confira outras colunas de Jefferson Saavedra ÁGUA DA CHUVASancionada na sexta, a lei com nova regra para reaproveitamento de água da chuva em Joinville agora tem 180 dias para ser regulamentada, o que nunca ocorreu com a legislação original, de 2006 – por isso, jamais foi cobrada. Baseada em projeto de Fabio Dalonso (PSD), a nova lei prevê que construções acima de 250 m2 precisam contar com reservatório para armazenar a água da chuva.Ainda sem puniçãoAlém de mudar a metragem mínima a ser exigida das futuras construções, a nova lei sobre o reaproveitamento da água em Joinville anulou artigo anterior que obrigava construções antigas a adotar o sistema em até dez anos. Sem a regulamentação, a exigência não pode ser cobrada. Não há previsão de punição em caso de descumprimento – o que pode aparecer quando for regulamentada.GREVE NO PORTOContra o repasse dos R$ 103 milhões do terminal para o governo do Estado e atrás de mais garantias para evitar que sofram prejuízos com a transição para a troca de modelo administrativo, os funcionários do porto de São Francisco do Sul estão mobilizados a entrar em greve a partir de hoje. A dimensão dos impactos nas operações portuárias é uma incógnita.Mais que o pré-candidatopresente na convenção nacional do psdb, marco tebaldi apontou alckmin como o nome capaz de unir o partido. e não deixou , como virou hábito nos últimos meses, de defender paulo bauer como candidato a governador de forma veemente.Turismo ruralFoto: Rogerio da Silva,Prefeitura de Joinville,Divulgação / DivulgaçãoCrianças de centro de educação infantil de Joinville visitam o Sítio da Vó Bia, uma das propriedades rurais de Joinville participantes do programa de turismo rural Viva Ciranda. Pelas contas da Prefeitura, mais de oito mil alunos de escolas públicas e particulares participaram do projeto em 2017. No ano que vem, mais dois sítios devem participar do Viva Ciranda. Os produtores ganham R$ 10 por pessoa e as escolas bancam o transporte.DE SAÍDANeste ano, mais de 300 famílias deixaram o programa Bolsa Família em São Francisco, a maioria pela falta de atualização do cadastro. Agora, são 847 recebendo o benefício.NATALINOA Câmara de Araquari está propondo pagar abono de Natal de R$ 650 para os servidores e funcionários comissionados. A proposta em análise, foi apresentada pela mesa diretora.ENCERRAMENTOUm almoço hoje, marcado pelo líder do governo Claudio Aragão (PMDB), em restaurante da zona Sul de Joinville, marca o último encontro do ano entre Udo e a base governista.PARA 2018Assim como Udo, o PMDB de Joinville vai encerrar o ano sem se manifestar sobre a eleição de 2018, sobre quem seria o candidato a governador preferido. Talvez ache cedo demais.Mais umaCom nova greve a partir de hoje, desta vez marcada pelo pessoal que trabalha no recesso de fim de ano e quer a volta do pagamento do abono (suspenso desde 2015), nunca a Prefeitura de Joinville enfrentou tantas paralisações em um ano só, ainda que os movimentos tenham durado pouco tempo, com adesão parcial.DEIXA ACONTECERAlém das greves gerais de outubro e junho (somadas, não chegaram a cinco dias), houve mobilizações no CAPS 3 (setembro) e nas subprefeituras (agosto). Houve também as adesões às paralisações nacionais contra reforma, em três oportunidades. Com o instrumento banalizado, o Sindicato dos Servidores não hesita em recorrer às greves a todo momento nem a Prefeitura em evitá-las.COINCIDÊNCIA?Aquela relação de proximidade anterior à eleição do ano passado não foi retomada entre o governador Colombo e o prefeito Udo, ainda que os contatos tenham voltado. Mas desde que começou a circular a tese que o prefeito de Joinville seria um nome viável para manter uma aliança PMDB-PSD na disputa pelo governo do Estado, Udo baixou o tom nas cobranças ao governo Colombo.Porto Alegre, RSA NotíciaSaavedra: pelo depoimento em redes sociais, Carlito Merss poderá concorrer em 2018A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-saavedra-pelo-depoimento-em-redes-sociais-carlito-merss-podera-concorrer-em-2018-10059326Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23964414O dilema de Dário e Bauer: disputar o governo ou buscar protagonismo no Senado2017-12-11T06:01:01-02:002017-12-11T06:01:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMarcos Oliveira / Agência Senado, DivulgaçãoO dilema de Dário e Bauer: disputar o governo ou buscar protagonismo no SenadoA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23964414Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-o-dilema-de-dario-e-bauer-disputar-o-governo-ou-buscar-protagonismo-no-senado-10058906O dilema de Dário e Bauer: disputar o governo ou buscar protagonismo no Senado2017-12-11T06:01:01-02:002017-12-11T06:01:01-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brOs senadores catarinenses Dário Berger (PMDB) e Paulo Bauer (PSDB) têm um dilema interessante para 2018. Ambos ganharam prestígio no Senado ao longo do último ano e condições de ascender a uma posição de protagonismo nas discussões que não se via desde que Jorge Bornhausen deixou a casa, em 2007. Aliás, com raras exceções, o papel dos catarinenses em ambos os espaços legislativos do Congresso costuma tender à periferia do poder.Leia outras colunas de Upiara BoschiO dilema de Dário e Bauer é a continuidade nesse processo de inclusão no concorridíssimo alto clero do Senado ou a disputa pelo governo do Estado em 2018. Ambos podem ser considerados nomes naturais para governador, por já terem disputado eleições majoritárias. O peemedebista não está colocado hoje no jogo sucessório e apoia a pré-candidatura de Mauro Mariani (PMDB), mas passou a enviar sinais de que pode voltar ao jogo caso o parceiro desista da empreitada. Seria um contra-ataque aos grupos peemedebistas que manobram nas sombras ou fora delas pela pré-candidatura não-anunciada do prefeito joinvilense Udo Döhler.A situação de Dário é confortável porque ainda tem quatro anos de mandato pela frente. Fora da disputa e engajado pelo candidato da legenda, perderia a pecha de não ser partidário. Sairia maior, qualquer que fosse o resultado. E manteria a posição em Brasília, onde ganhou projeção desde que foi eleito, em maio, presidente da poderosa Comissão de Orçamento.No caso de Bauer, o dilema invariavelmente envolve as urnas. Mirando o governo ou a reeleição, o tucano precisa encarar e vencer uma disputa complicada em 2018. Bauer aparece bem colocado nas pesquisas realizadas até aqui. É lembrado por ter disputado contra Raimundo Colombo (PSD) as eleições de 2014, quando alcançou 30% dos votos. Ele também ganhou projeção este ano, especialmente após assumir a condição de líder do PSDB no Senado. Na convenção nacional, no sábado, foi eleito como um dos vice-presidentes do partido. Renovando o mandato ao Senado, faria história como primeiro catarinense reeleito na história contemporânea - desde Vidal Ramos, na República Velha, para ser mais exato - e poderia seguir em busca de protagonismo entre os tucanos nacionais, especialmente se Geraldo Alckmin (PSDB) vencer as desconfianças e as eleições presidenciais. Há quem aposte no caminho da reeleição caso o PSDB catarinense encare a disputa em chapa pura ou entre em uma ampla aliança - com PSD, PMDB ou ambos.Porto Alegre, RSA NotíciaO dilema de Dário e Bauer: disputar o governo ou buscar protagonismo no SenadoA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-politica-o-dilema-de-dario-e-bauer-disputar-o-governo-ou-buscar-protagonismo-no-senado-10058906Change0Usable