Saavedra: Prefeitura de Joinville e Sinsej não chegam a acordo e categoria pode entrar em greve - Política - A Notícia

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Portal01/06/2017 | 06h30Atualizada em 01/06/2017 | 06h30

Saavedra: Prefeitura de Joinville e Sinsej não chegam a acordo e categoria pode entrar em greve

Assembleia desta quinta-feira pode determinar a paralisação, ainda com início indefinido. Servidores querem 3,99% do INPC, mais ganho real

Na rodada de negociação da véspera da nova assembleia dos servidores municipais de Joinville não houve nenhum avanço entre Prefeitura e sindicato da categoria, o Sinsej. O governo Udo mantém a oferta de conceder metade da inflação em duas parcelas no segundo semestre, o que representaria 2% em duas vezes.

A categoria quer os 3,99% do INPC mais ganho real. A assembleia desta quinta-feira pode marcar greve, ainda que com início mais adiante. No primeiro mandato, o governo Udo sempre concedeu a inflação, ainda que em parcelas. Agora, em 2017, justamente quando o INPC atinge seu índice mais baixo, a proposta é pagar a metade.

Talvez esteja sendo esperado um outro momento para melhorar a proposta. A assembleia dos servidores será realizada às 19 horas desta quinta-feira, na Câmara de Vereadores. O número de presentes costuma ser um termômetro de a quantas anda a mobilização do funcionalismo.

Lembrança sobre o aeroporto
Antes da instalação do ILS, um período de chuvas semelhante ao atual seria suficiente para deixar o Aeroporto de Joinville sem teto para pousos durante boa parte das manhãs, principalmente por causa da névoa. Mas com o aparelho de navegação aérea, em operação desde 2014, o fechamento ficou bem mais raro. E não aconteceu nenhuma vez na atual temporada de chuvas.

Em escala
Hoje, já existem até máquinas para fazer a limpeza dos peixinhos, a chamada evisceração. Os lambaris, consumidos principalmente em fritadas à beira de rios, poderão passar a ser vendidos em escala maior, em supermercados de Joinville. O secretário Valério acredita em maior produção do peixe em Joinville.

Volta do Vale Verde
A reapresentação do Vale Verde na tarde de quarta-feira, na Câmara de Joinville, tomou boa parte da sessão, com oportunidade para os defensores do projeto se manifestarem sobre as propostas de novas regras de ocupação na região do Cubatão e em parte de Pirabeiraba. Na Prefeitura, grupo de trabalho analisa a proposta.

Dia do Desafio

Foto: Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

Um momento na tarde desta quarta-feira foi usado para exercícios no hall da Câmara dos Vereadores de Joinville, em mobilização do Dia do Desafio.

Sem exclusividade
O temor de conflitos de trânsito levou à desistência de transformar a Nove de Março em primeira rua de Joinville exclusiva para ônibus. Apenas um pequeno trecho, entre a São Joaquim e a Travessa Bachmann ficará somente para o transporte coletivo. A carga e descarga das lojas precisam ser mantidas, e no caso dos moradores, teriam de ser adotados selos de identificação.

Mais adiante
Em áreas de tráfego intenso, eram grandes as chances de confusão. Algum motorista que visse um outro carro andando por ali iria achar que estava tudo liberado, por exemplo. Assim, a segunda etapa do corredor de ônibus a ser ativada na segunda-feira não eliminará os carros e motos da Nove de Março. Mais adiante, o trecho poderá ser revisto, vai depender da velocidade dos ônibus na rua.

Projeto de segurança
As entidades empresariais de Joinville continuam a montagem de plano de colaboração na área de segurança, inclusive com possibilidade de investimentos de empresas em câmeras de vigilância e tornozeleiras, por exemplo.

Apresentação
Há outras ações em estudo. Nas próximas semanas, o projeto sobre segurança será apresentado ao governo do Estado e à Prefeitura.

Mais prazo
A análise técnica apontou questionamentos e o projeto da Prefeitura de Joinville sobre limites de ruídos talvez venha a ser votado somente na semana que vem, dando tudo certo.

Reajuste salarial

Ou o governo Udo guarda uma última carta a ser lançada nas negociações ou está convicto de que o momento de crise econômica terá a ¿compreensão¿ do funcionalismo, sem realização de greve.

Arrancada
A arrancada das finanças na Prefeitura de Joinville neste início de 2017 mostra um desempenho razoável, até porque a base de comparação, 2016, foi um ano muito ruim. Pelo balanço divulgado nesta semana, referente aos primeiros quatro meses do ano, a receita líquida cresceu 8,5%, já descontada a receita patrimonial, referente à rentabilidade das aplicações do Ipreville, um recurso que o Executivo não pode utilizar.

Despesas
O avanço da receita ficou em 8,5% acima da inflação do período. Só que as despesas também crescem em proporção semelhante. No caso do maior gasto, o pagamento de pessoal, o avanço foi de 6,1%. Só que nesse cálculo, levando em conta os últimos 12 meses, só pega três meses já com a parcela mais graúda do reajuste de 2016, os 4% dados em fevereiro. Quando se completar o ciclo de um ano, o avanço com gasto com a folha terá sido ainda maior.

Na mesma audiência
A Secretaria de Planejamento Urbano deverá fazer uma audiência pública única para apresentar os projetos do IPTU progressivo, outorga onerosa, transferência de potencial construtivo e consórcios imobiliários (parceria com a iniciativa privada em empreendimentos públicos).

Outorga é prioridade
Não há data definida ainda porque as propostas precisam passar pelo Conselho da Cidade. Até agora, só o IPTU progressivo passou pelos conselheiros, mas a minuta deve ter mudanças e voltará ao conselho. O tema mais urgente é a outorga, o pagamento extra para construir acima do permitido: com a LOT, parte da cidade ganhou limites menores para as construções e a outorga seria uma forma de ¿compensar¿.

De novo?
O atraso na liberação do trânsito na esquina da Aquidaban com a Otto Boehm levou os moradores das proximidades a desconfiar de nova paralisação nas obras da macrodrenagem do rio Mathias. Além disso, não estão andando os reparos no meio-fio das calçadas, tarefa da Águas de Joinville.

O que diz
A Prefeitura reconhece o ritmo lento das obras, afinal, a Aquidaban seria liberada nesta sexta-feira, mas o prazo não será atendido devido ao atraso parcial no pagamento, devido a questões burocráticas. Mas os trabalhos não estariam parados, e as chuvas também estariam atrapalhando.

Nome do PSB
Presidente do PSB de Joinville desde julho de 2016, em mandato com prazo indeterminado, Patrício Destro está deixando o cargo para Rodrigo Coelho. Patrício tomou a decisão após assumir a vice-presidência do PSB/SC. Coelho é pré-candidato a federal e Patrício tentará a reeleição.

O motivo
Um dado curioso em pesquisa sobre os motivos de pessoas irem até o Centro da Joinville foi a saúde ter aparecido em segundo lugar, tanto entre quem vai de ônibus quanto de outra forma. A área central da cidade concentra consultórios, laboratório municipal e três hospitais. A consulta foi feita pela Secretaria de Planejamento Urbano. Por margem estreita, o trabalho ficou em primeiro lugar. 

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