"PMDB vai pagar muito caro", diz ex-deputado federal Edison Andrino - Política - A Notícia

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Moacir Pereira29/06/2017 | 02h10Atualizada em 29/06/2017 | 02h10

"PMDB vai pagar muito caro", diz ex-deputado federal Edison Andrino

Em contato com lideranças do partido e em conversas com amigos, manifesta-se surpreso com o silêncio dos líderes nacionais e de SC

"PMDB vai pagar muito caro", diz ex-deputado federal Edison Andrino Carlos Kilian/Divulgação
Foto: Carlos Kilian / Divulgação

Primeira voz a se pronunciar sobre a crise nacional que atinge o presidente Michel Temer e a cúpula nacional do PMDB, o ex-deputado federal Edison Andrino vem defendendo o afastamento dos denunciados e envolvidos nos escândalos de corrupção. Em contato com lideranças do partido e em conversas com amigos, manifesta-se surpreso com o silêncio dos líderes nacionais e de Santa Catarina com esta situação inédita vivida por seu partido.

Tem enfatizado a diferentes plateias: "É uma situação muito complicada esta vivida pelo PMDB. Toda a cúpula nacional do partido está envolvida em denúncias de corrupção. O mais grave é que você não vê uma única manifestação de deputado federal, de um senador do PMDB e muito menos do diretório regional pedindo, no mínimo, que estas lideranças denunciadas se afastem do partido. Todos os envolvidos deveriam se afastar do PMDB."

O ex-prefeito de Florianópolis e integrante histórico do PMDB, com mais de 50 anos de filiação, faz críticas também aos dirigentes aqui de Santa Catarina. Sustenta: "O momento não é de se preocupar tanto com candidatura ao governo do Estado. Nossa maior atenção deve ser esta delicada situação nacional. O envolvimento da direção nacional do partido, todo dia nas páginas policiais dos jornais e nas tevês, vai ter um reflexo muito grande nas eleições em Santa Catarina. O PMDB vai pagar muito caro aqui no Estado por esta crise da cúpula nacional."

Sinalizações
As bancadas federal e estadual do PP estarão reunidas na próxima segunda-feira, em Florianópolis. Farão uma avaliação sobre a crise política nacional e seus desdobramentos. E avaliarão a situação do Estado em relação às candidaturas para 2018.  O presidente Esperidião Amin vem percorrendo o Estado e prestigiando as convenções municipais. Até agosto pretende ver eleitos novos diretórios em 280 municípios catarinenses.

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