"Governo estuda Refis, nova taxa e outra gestão", diz o secretário estadual da saúde - Política - A Notícia

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Moacir Pereira13/06/2017 | 06h01Atualizada em 13/06/2017 | 08h39

"Governo estuda Refis, nova taxa e outra gestão", diz o secretário estadual da saúde

Confira a entrevista com Vicente Caropreso

"Governo estuda Refis, nova taxa e outra gestão", diz o secretário estadual da saúde Eduardo Guedes de Oliveira/Divulgação
Foto: Eduardo Guedes de Oliveira / Divulgação

Com a dívida de R$ 768 milhões, que medidas o senhor está estudando?Estamos trabalhando em dois pilares: na gestão mais eficiente dos 13 hospitais próprios e realizamos vários estudos de viabilidade econômico-financeira. Temos hospitais com baixíssima ocupação e com gastos elevadíssimos. Teremos outra forma de gestão. O segundo pilar é sobre a judicialização. Tínhamos no orçamento deste ano R$ 220 milhões para gastos com judicialização. Até o momento já foram empenhados R$ 191 milhões. Estamos em junho. É fator muito grave que precisa ser avaliado pelo Judiciário e pela população. Isso impacta diretamente contra qualquer previsão, desarranja as prioridades da saúde.

O governador tem ciência deste cenário grave?
Sim. Conversamos há uma semana com o governador e expomos a situação.  Tivemos o aval da tomada da decisões sobre nova gestão em algumas unidades hospitalares. Também a arrecadação de um dinheiro novo para a saúde, que seria a criação de uma taxa de licenciamento de veículos para motocicletas e veículos, já que grande parte do movimento dos hospitais pelos acidentados. A maioria com motocicletas. E há a hipótese de um Refis para amenizar a situação delicada com esta dívida da saúde.

De onde veio esta dívida de R$ 768 milhões?
São realmente R$ 568 milhões de dívidas efetivamente computadas e mais um atraso de repasse de R$ 200 milhões. Temos R$ 768 milhões de negativo na saúde, o que nos preocupa muito. Temos a promessa de liberação dos R$ 200 milhões até o fim do ano, mas há muita apreensão. Emendas da bancada federal, de R$ 60 milhões, foram tomadas pela judicialização. Temos que repor este recurso para prestação de contas ao Ministério da Saúde, sob risco de mau uso do dinheiro público. Quando arrestou os R$ 60 milhões, a Justiça nos causou vários problemas: o não uso da verba para melhoria do sistema de saúde e as sanções administrativas.

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