VÍDEO: Eliseu Padilha sai em defesa do governo no Twitter e diz que "o Brasil não vai parar" - Política - A Notícia

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Após delações da JBS18/05/2017 | 06h27Atualizada em 18/05/2017 | 06h46

VÍDEO: Eliseu Padilha sai em defesa do governo no Twitter e diz que "o Brasil não vai parar"

Ministro-chefe da Casa Civil publicou vídeo em que ressalta que ainda não há condenados no caso envolvendo o presidente Michel Temer

Zero Hora
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Pouco antes das 6h desta quinta-feira, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB), usou o Twitter para defender o governo após a revelação de que o presidente Michel Temer foi gravado dando aval à compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Em um vídeo de 59 segundos, Padilha diz que "o Brasil não vai parar".

O braço-direito do presidente da República começa a fala ressaltando as manchetes "altamente positivas" e "em favor do governo" da semana, relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB), à geração de empregos e à queda da inflação, e sugere que a nova delação ainda não foi investigada e que, por isso, ainda não há condenados:

— Essa delação traz fatos que têm que ser, sim, investigados, têm de ser sim, explicados, mas não se tem ninguem condenado antecipdamente.

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Por fim, o ministro diz que os brasileiros não querem que o país pare.

— O Poder Judiciário se encarrega da questão das delações. Nós, do governo, temos que nos encarregar de governar. O Brasil, os brasileiros não querem parar. Não vão parar. O Brasil não vai parar — finalizou Padilha.

Reportagem do jornal O Globo revelou, na quarta-feira, que os donos do frigorífico JBS, Joesley e Wesley Batista, disseram, em delação à Procuradoria-Geral da República (PGR), que gravaram Temer dando aval para comprar o silêncio de Cunha depois que ele foi preso na operação Lava-Jato. Ainda não há informação sobre se a delação foi homologada.

Em sua primeira manifestação pública após a revelação, Temer admitiu que se encontrou com Joesley no Palácio do Jaburu, em março, porém negou que tenha autorizado "qualquer movimento com o objetivo de evitar delação ou colaboração com a Justiça" de Cunha.

 
 

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