Solução final para crise política seria um grande acordo entre lideranças partidárias  - Política - A Notícia

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Moacir Pereira26/05/2017 | 06h01Atualizada em 26/05/2017 | 06h01

Solução final para crise política seria um grande acordo entre lideranças partidárias 

Os ex-presidentes José Sarney, Lula e FHC estariam dialogando via interlocutores em busca de um consenso comum


Foto: DIDA SAMPAIO / ESTADÃO CONTEÚDO

Qual a saída para a crise? Um grande acordo entre as lideranças partidárias para azeitar uma agenda minimamente convergente? Talvez essa seja a saída menos traumática. O Brasil, apesar das instituições republicanas estarem funcionando, é ridicularizado hoje pelo mundo. Humorísticos da TV nos Estados Unidos comparam os nossos larápios do dinheiro público aos xeiques árabes, com seus castelos e extravagâncias de consumo. É preciso dar uma basta na crise econômica.

A divisão está muito clara. De um lado aqueles que defendem diretas já (sem previsão constitucional) e que são contra as reformas. De outro, a  turma que também defende a queda do presidente Michel Temer, mas quer a substituição via escolha indireta, e outro chefe da nação para conduzir a votação das reformas.

O time das reformas e da eleição indireta tem mais força. Vai ganhar. Mesmo assim, é preciso um grande acordo para viabilizar a mudança sem derrubar todas as melancias do caminhão. Os ex-presidentes José Sarney, Lula e FHC estariam dialogando via interlocutores em busca de um acordo comum.

Quais seriam as bases desse acordo? Lula não vai preso e será candidato em 2018. Chapa Dilma/Temer cassada no TSE, com Temer saindo não por impeachment e, sim, colocando a culpa na campanha conduzida, majoritariamente pelo PT. O inquérito da delação da JBS seria tocado lá para frente. É a política real. Talvez não seja má ideia. Mas quem seria o timoneiro do barco?

Segurança
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A ideia é: com mudança da percepção de que a segurança está muito ruim, aliada a um aumento de investimentos em promoção visando o turista internacional e o dos Estados, a arrecadação aumente e com ela o emprego e a garantia de mais polícia nas demais regiões da cidade. Esse modelo pode ser usado em outras unidades. 

Na reunião preparatória desta quinta, os ministros da Defesa, Raul Jungmann, e do Gabinete de Segurança Institucional do governo, Sergio Etchegoyen, receberam um esboço de proposta do presidente da Embratur, o catarinense Vinicius Lummertz, do presidente da Riotur, Marcelo Alves, e do empresário Roberto Medina, o homem  do Rock in Rio, representando as entidades empresariais do Rio.

*Renato Igor é interino da coluna de Moacir Pereira. O colunista retorna de férias no dia 30 de maio.

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