Habitação tem meta de legalizar 5,7 mil imóveis irregulares em Joinville - Política - A Notícia

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Portal26/05/2017 | 07h30Atualizada em 26/05/2017 | 07h30

Habitação tem meta de legalizar 5,7 mil imóveis irregulares em Joinville

Meta é ousada e sem prazo, já que, em quase uma década, 1,6 mil lotes foram regularizados em Joinville pela secretaria, informa Saavedra

Habitação tem meta de legalizar 5,7 mil imóveis irregulares em Joinville Diorgenes Pandini/Agencia RBS
Possibilidade é de atender a 18,5 mil pessoas com a regularização em Joinville Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

Ainda sem prazo definido, a Secretaria de Habitação de Joinville vai tentar a legalização de 5,7 mil imóveis nos próximos anos, com possibilidade de atender a quase 18,5 mil pessoas, uma contingente equivalente à população de Garuva ou de Itapoá. 

A lista apareceu em diagnóstico recentemente atualizado. A pasta não aponta em quanto tempo vai concluir o trabalho porque há dependência de análise por outros órgãos. Como em quase uma década foram regularizados 1,6 mil lotes, o secretário Romeu de Oliveira reconhece que a nova meta é ousada. 

 — Mas temos que fazer, até para conter os ocupações ilegais no entorno dessas áreas — diz ele. 

Os lotes mapeados para a legalização estão espalhados em 315 áreas de Joinville, em imóveis públicos e privados. O trabalho já está em andamento no Jardim Paraíso, Ulysses Guimarães, Willy Schossland (Aventureiro e Jardim Iririú), Rio Bonito e Canela (Pirabeiraba)

Uma das dificuldades de legalização está na área rural, onde o lote mínimo é de 20 mil metros quadrados e muitos terrenos têm dimensões menores. Nestes casos serão feitas tentativas de acordo com o Ministério Público – que tem ações para remoção de moradores em diferentes localidades. 

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Novos residenciais

Nos planos de novos loteamentos da Secretaria de Habitação de Joinville, a serem bancados com recursos com um fundo municipal, há áreas mapeadas no Itinga, Morro do Meio, Jardim Paraíso e Comasa. O maior deles, com 190 lotes, fica no Itinga. Há também um conjunto pretendido para o Cubatão, com 227 unidades, a ser custeado pelo Minha Casa, Minha Vida. O badalado residencial José de Alencar, na zona Sul, com mais de 4 mil moradias, já não aparece mais na lista.

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