"A UFSC estava com a imagem muito desgastada", diz reitor - Política - A Notícia

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Moacir Pereira13/05/2017 | 06h01Atualizada em 13/05/2017 | 06h01

"A UFSC estava com a imagem muito desgastada", diz reitor

Confira entrevista com Luiz Carlos Cancellier

"A UFSC estava com a imagem muito desgastada", diz reitor Divulgação/Divulgação
Foto: Divulgação / Divulgação

Confira entrevista com Luiz Carlos Cancellier, reitor da UFSC

Quais as marcas e conquistas do primeiro ano de gestão na UFSC?

Do ponto de vista interno, a pacificação, o clima de unidade dentro da Universidade. Tivemos apoio do Conselho Universitário, excelente relacionamento com a Apufsc, Sintufsc e Diretório Central dos Estudantes.  Na  área externa, os dois lados: aquele que se dá com as entidades representativas da sociedade, especialmente, do empresariado e setores produtivos e, do pontos de vista político, com Brasília, representação federal. Foi um ano de melhorar a imagem e construir uma nova marca da Universidade Federal de Santa Catarina, que estava muito desgastada.

 A dívida da gestão anterior foi resolvida?

Conseguimos equilibrar, pagar as contas. Tivemos  parceria do ministro da Educação, Mendonça Filho. Exemplo foi o pagamento da dívida com a Celesc. Era de R$ 8,5 milhões. Isso nos impedia de entrar em editais, de obter aprovação de projetos da Celesc. E o ministro decidiu: paga! E mandou os recursos. Pagamos fornecedores. A dívida total era de R$ 16 milhões. O próprio ministro enfatizou que entre as federais, a UFSC deu um excelente exemplo de como fazer a execução orçamentária. Agora precisamos de R$ 30 milhões para mudar nossa matriz energética. O projeto já tramita no Ministério de Ciência e Tecnologia. Será solar, gás e biomassa. Seremos pioneiros no Brasil.

 A UFSC terá problemas de orçamento este ano?

Não. Estamos executando o orçamento, apesar de uma redução em consequência do contingenciamento. O importante é ter capacidade de executar. No segundo semestre costuma haver reforço, encontro de contas.

 Quais os pontos críticos com a redução orçamentária?

Infraestrutura, obras. Se tivéssemos mais recursos poderíamos terminar duas obras importas na Capital e interior e dar inicio a três outros projetos.

 O que está parado, além de Joinville?

Aqui, estamos concluindo o prédio do CCB, obra de R$ 42 milhões, o edifício do CFM, obra parada que precisa ser retomada, e tem o prédio do Centro Sócio Econômico. Já licitamos e estamos retomando.

Quais as prioridades do segundo ano?

Estamos iniciando o processo de internacionalização. Fazer com que a UFSC tenha programas de línguas na graduação e pós, convênios com as instituições estrangeiras. Falta lecionar outras línguas como disciplinas regulares. Nossos alunos têm de saber língua estrangeira em todos os cursos. Somos a quarta universidade no ranking nacional na produção, no nível de ensino. Vamos intensificar também projetos de integração com a comunidade. A UFSC estava muito afastada das comunidades. Isto tem que mudar.

Hospital Universitário?

Esta foi uma área que andou. Houve concurso da Ebserh, já homologado. Serão admitidos mais de 500 novos funcionários no Hospital Universitário agora no segundo semestre. Será resolvido o drama da Emergência, maior gargalo do HU. O problema estava dado com a Ebserh. Ganhamos a eleição defendendo esta bandeira. A Ebserh cumpriu a parte dela. É outra conquista do primeiro ano.

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