Reunião entre Cesar Souza Junior e Gean Loureiro abre a caixa-preta das dívidas - Política - A Notícia

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Moacir Pereira04/11/2016 | 08h11Atualizada em 04/11/2016 | 08h11

Reunião entre Cesar Souza Junior e Gean Loureiro abre a caixa-preta das dívidas

O foco prioritário foi tratar sobre o congelamento, em função da grave crise, de projetos já aprovados pelo governo federal, convênios em execução e financiamentos contratados, que totalizariam R$ 600 milhões

A segunda reunião entre o prefeito Cesar Souza Junior (PSD) e o sucessor Gean Loureiro (PMDB) teve um foco prioritário: projetos já aprovados pelo governo federal, convênios em execução e financiamentos contratados, que totalizariam R$ 600 milhões. Está tudo praticamente congelado em função da grave crise e sem perspectiva de liberação.

Como tem audiência agendada com o presidente Michel Temer no final de novembro, o prefeito eleito priorizou o levantamento sobre os projetos e pagamentos pendentes em Brasília. De posse dos documentos, deverá pedir a intervenção de Temer para liberação dos recursos prometidos.

Aos poucos, a equipe de Gean Loureiro pretende se inteirar da situação geral da prefeitura da Capital. Problemas é que não faltam. De um lado, o centro tomado pelos camelôs que transformaram as ruas da Capital num vergonhoso mafuá a criar obstáculos a cegos e cadeirantes, a travar a passagem dos pedestres e a uma concorrência desleal e ilegal. À noite, o crack dominando o centro. De outro lado, obras que se estendem por anos, como um  trecho de um quilômetro na Beira-Mar, há meses aberto parcialmente, com riscos para motoristas, porque falta concluir o muro da casa do governador.

O total da dívida geral da prefeitura é desconhecido. Fala-se de R$ 80 milhões a R$ 120 milhões. A folha de pessoal está em 54% da receita, bem superior à Lei de Responsabilidade Fiscal.

Loureiro se inteira de dados para não ser surpreendido na posse, no auge da temporada. Teme encontrar uma Caixa de Pandora.

Agradecimento 
O prefeito eleito de Florianópolis Gean Loureiro e o vice João Batista Nunes em carreata no bairro da Tapera, bairro do sul da Ilha que teve as urnas abertas por último na apuração do domingo e que foi decisivo para a virada sobre a concorrente Angela Amin.

Foto: Divulgação / Divulgação

Baixaria
Quando o tiroteio político ficou mais pesado no segundo turno em Florianópolis, os líderes do PMDB entregaram munição pesada ao deputado Gean Loureiro para novas ofensivas contra Angela Amin. Um dos disparos vinculava a candidata ao progressista João Pizzolatti, único catarinense investigado na Lava-Jato. Outro visava sua situação pessoal na atividade pública. Segundo o comitê, Loureiro vetou as duas inserções.

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