Estudantes denunciam ao MP invasão do IFSC em Florianópolis  - Política - A Notícia

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Moacir Pereira19/11/2016 | 09h04Atualizada em 19/11/2016 | 09h04

Estudantes denunciam ao MP invasão do IFSC em Florianópolis 

O advogado Ernesto São Thiago enviou documento acusando os invasores de passarem cadeados e correntes na entrada principal do prédio

Estudantes denunciam ao MP invasão do IFSC em Florianópolis  Betina Humeres / Agência RBS/Agência RBS
Foto: Betina Humeres / Agência RBS / Agência RBS

Denúncia grave sobre a invasão do Instituto Federal de Santa Catarina de Florianópolis está sendo feita ao Ministério Público Federal por mais de 400 estudantes. O advogado Ernesto São Thiago enviou documento acusando os invasores de passarem cadeados e correntes na entrada principal do prédio, de colocarem em risco laboratórios e instalações daquela instituição. Há denúncia até de uso de drogas. Menores também frequentam a instituição.

Desocupação da Udesc
Polícia Militar
cumpriu, sem resistência, mandados judiciais de desocupação da reitoria da Udesc. A PM encontrou drogas com quatro dos manifestantes. Instalações internas estavam vandalizadas. Vários eventos do calendário da Udesc foram cancelados pela reitoria. O encontro anual dos servidores e técnicos para homenagens aos mais dedicados e com méritos de desempenho foi suspenso. Uma importante missão da França que tinha agendada visita à Udesc foi cancelada por insegurança.

Novo secretário
O nome do fiscal da fazenda Miltom Martini (PMDB) é o mais cotado para ocupar a Secretaria da Administração do governo Colombo. Tem o respaldo da bancada estadual do PMDB. Vai substituir o ex-deputado federal João Matos (PMDB), que decidiu deixar o cargo para tratar da saúde e da Universidade de Navegantes. Na reforma serão nomeados novos secretários da Saúde e de Turismo, Cultura e Esporte.

Condenação
Juiz Hélio do Valle Pereira, da 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital, julgou procedente ação de improbidade impetrada pelo Ministério Público e condenou o ex-prefeito Dário Berger (PMDB) à perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por cinco anos e ressarcimento ao erário. Refere-se à abuso do poder na veiculação de propaganda no ano da reeleição. Os advogados de Berger entrarão com recurso no Tribunal de Justiça.

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