Colombo quer PSDB e PP na gestão do governo - Política - A Notícia

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Moacir Pereira12/11/2016 | 09h03Atualizada em 12/11/2016 | 09h03

Colombo quer PSDB e PP na gestão do governo

O governador vai renunciar no início de 2018 para concorrer ao Senado, transmitindo o governo ao vice Eduardo Pinho Moreira (PMDB)

Colombo quer PSDB e PP na gestão do governo Diorgenes Pandini/Agencia RBS
Foto: Diorgenes Pandini / Agencia RBS

O projeto político de Raimundo Colombo (PSD) para 2018 foi explicitado pela primeira vez desde que assumiu o segundo mandato, durante entrevista coletiva na Casa d'Agronômica. Vai renunciar no início de 2018 para concorrer ao Senado, transmitindo o governo ao vice Eduardo Pinho Moreira (PMDB).

A estratégia também ficou mais clara. Convidará o PSDB para integrar sua gestão a partir de janeiro de 2017, costurando uma nova aliança que pode também incluir o PP no próximo embate eleitoral.

O governador enfatizou, pela primeira vez, que vai apoiar o candidato do PSD à sua sucessão, sustentando que é um direito que o partido tem de disputar o governo.

Colombo não descartou o PMDB. Ao contrário, revelou dois objetivos políticos: ampliar a base de apoio e pavimentar novos caminhos para a majoritária de 2018. Lembrou que os fatos se sucedem com muita rapidez e que é muito cedo para fazer projeções para as próximas eleições. Considera que Santa Catarina e o Brasil têm um difícil Rubicão para atravessar em 2017 que deverá ser melhor do que 2016, mas tende a ser igualmente muito difícil pela imperiosa necessidade das reformas.

Com seu conhecido estilo conciliador, Raimundo Colombo abre o leque de alternativas para 2018. O fato novo: busca o apoio do PSDB e do PP. Mantendo como aliado o PMDB, que tem a maior bancada na Assembleia Legislativa e tem sido o principal aliado dede 2010.

Tucanos
O presidente estadual do PSDB, deputado Marcos Vieira, foi convidado para uma conversa com o governador Raimundo Colombo após o feriadão do Dia da República. Ouvirá a proposta de presença dos tucanos no primeiro escalão e depois vai ouvir a bancada estadual e a executiva regional. Se aceitar, o PSDB deve indicar um só deputado.  Com isto, assumirá cadeira o suplente Dóia Guglielmi, do Sul. Se forem dois para o secretariado, subiria Nilson Gonçalves, eleito pelo PSDB e hoje no PR.

Foto: Lucas Gabriel Diniz / Divulgação

Licenças?
O grupo gestor do governo estadual ficou espantado com o número de licenças de professores da rede escolar no período eleitoral. Técnicos foram conferir e constataram: eles se licenciaram, a pretexto de candidaturas, para trabalhar por seus partidos, a maioria da esquerda.

Segundo o governador foram mais de 3 mil licenças.

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