Upiara Boschi: Deputados rejeitados nas urnas, por enquanto - Política - A Notícia

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Análise06/10/2016 | 07h10Atualizada em 06/10/2016 | 07h11

Upiara Boschi: Deputados rejeitados nas urnas, por enquanto

Upiara Boschi: Deputados rejeitados nas urnas, por enquanto Guto Kuerten/Agência AL
Leonel Pavan (em pé, cumprimentando Gelson Merisio) era o único favorito entre os deputados derrotados no domingo Foto: Guto Kuerten / Agência AL

Está nas mãos de Darci de Matos (PSD), Gean Loureiro (PMDB) e Jean Kuhlmann (PSD) a redenção da classe dos deputados candidatos a prefeito em Santa Catarina. O trio está no segundo turno de Joinville, Florianópolis e Blumenau e, por enquanto, escapou do destino dos colegas que tentaram trocar as cadeiras parlamentares pelo comando de prefeitos. Todos os demais foram rejeitados nas urnas.

Na sessão de ontem da Assembleia Legislativa, já desfilavam os cinco deputados estaduais derrotados em primeiro turno. Certo que apenas um deles era favorito: o ex-governador Leonel Pavan (PSDB), que tentava retornar à prefeitura de Balneário Camboriú e foi derrotado pelo ex-pupilo Fabrício de Oliveira (PSB). Há quem tema que a derrota enfraqueça demais o tucano e faça a gangorra tucana pender demais em favor do deputado estadual Marcos Vieira, presidente estadual da sigla. Até porque outro deputado tucano, este federal, também ficou pelo caminho: Marco Tebaldi, terceiro em Joinville.

Luciane Carminatti (PT) perdeu em Chapecó, mas saiu viva da disputa da esquerda da cidade com Cesar Valduga (PCdoB) Foto: Guto Kuerten / Agência AL

Luciane Carminatti (PT) foi para o sacrifício e saiu viva politicamente com o segundo lugar em Chapecó - melhor do que o também deputado Cesar Valduga (PCdoB), que rachou a esquerda para terminar em terceiro. Na turma que decepcionou mesmo está Mario Marcondes (PSDB), apenas quarto colocado em São José, um resultado que pode até ameaçar sua reeleição. Mas ninguém superou Cleiton Salvaro (PSB). O pessebista lançou-se em aliança com o PSD, fugiu de debates, não empolgou os criciumenses e renunciou à candidatura para apoiar o primo Clésio Salvaro (PSDB), deixando na mão os pessedistas e a vice Tati Teixeira (PSD). Sua sorte é que não perde o sobrenome. 

 
 

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