Renúncia da diretoria administrativa cria uma nova crise no Hemosc e Cepon  - Política - A Notícia

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Moacir Pereira07/10/2016 | 08h07Atualizada em 07/10/2016 | 10h26

Renúncia da diretoria administrativa cria uma nova crise no Hemosc e Cepon 

Presidente José Augusto de Oliveira e os diretores Fernando Caldeira de Andrade e Rodrigo D'Eça Neves alegaram que a dívida estadual está em R$ 60 milhões, gerando  impasses entre a instituição e o governo 

Renúncia da diretoria administrativa cria uma nova crise no Hemosc e Cepon  Daniel Conzi/Agencia RBS
Foto: Daniel Conzi / Agencia RBS

A decisão da diretoria da Fundação Hemosc e Cepon de renúncia coletiva abre uma nova crise em duas das mais importantes áreas do setor saúde de Santa Catarina. Uma trata da coleta e seleção criteriosa de sangue, e outra que representa a melhor referência catarinense e até nacional no tratamento de pacientes co câncer.

A causa apontada para a renúncia do presidente José Augusto de Oliveira e dos diretores Fernando Caldeira de Andrade e Rodrigo D'Eça Neves é a que tem produzido impasses entre aquela instituição e o governo estadual. Ou seja, atraso nos pagamentos de atrasados por serviços já prestados aos pacientes do Sistema Único de Saúde. Alegação da Fahece é de que a dívida estadual está em R$ 60 milhões, o que já começa a comprometer a qualidade do atendimento e os serviços essenciais na Capital e no interior do Estado.

Os dirigentes apontam outro dilema: que o acordo fechado recentemente com a Secretaria de Estado da Saúde não vem sendo cumprido.

A área da saúde é uma das mais prejudicadas com a crise econômico-financeira que atinge também o governo catarinense. Atrasos agravando a penúria dos hospitais filantrópicos e comunitários. Hospitais privados também com pagamentos atrasados.

Com a decisão da Assembleia Legislativa de transferir os R$ 100 milhões do fundo especial houve um respiro geral, com a promessa de liberação dos recursos. Pelo que se  informa  na Secretaria da Saúde, os primeiros R$ 50 milhões foram transferidos e já repassados aos hospitais por serviços prestados. Mas a segunda metade, já transferida ao governo, até agora não chegou na saúde.

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