Sem acordo, funcionários da Celesc mantêm greve  - Política - A Notícia

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Moacir Pereira29/09/2016 | 08h06Atualizada em 29/09/2016 | 08h06

Sem acordo, funcionários da Celesc mantêm greve 

Os sindicatos dos eletricitários querem reajuste da inflação, de 9,8%, sem abono, além da liberação do trabalho de 17 líderes sindicais

Sem acordo, funcionários da Celesc mantêm greve  Sinergia-SC / Reprodução / Internet/Reprodução / Internet
Reunião terminou sem acordo entre sindicatos dos eletricitários e a direção geral Foto: Sinergia-SC / Reprodução / Internet / Reprodução / Internet

Terminou sem acordo reunião dos sindicatos dos eletricitários com a direção da Celesc visando o fim da greve na estatal. A empresa oferece reposição da inflação com 50% de salário e outra metade em abono. Os sindicatos querem reajuste da inflação, de 9,8%, sem abono, além da liberação do trabalho de 17 líderes sindicais. Nova reunião foi marcada para esta sexta na Procuradoria do Trabalho.

Funcionários da Celesc entram em greve e serviços são prejudicados em Santa Catarina

Mulheres
Sucesso de público no 15º Encontro de Mulheres Cooperativistas de Santa Catarina, evento organizado pelo Sescoop.  Reúne agricultoras, esposas de produtores, lideranças e colaboradoras de cooperativas. A maioria das participantes sempre se encanta com as belezas da Ilha - muitas não conheciam a Capital e viram o mar pela primeira vez.

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Plano Diretor
Marcada para esta sexta reunião dos dirigentes do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Florianópolis (Sinduscon) com o juiz Marcelo Krás Borges, da Vara Ambiental Federal da Capital. Na pauta, o travamento do setor da construção em função da suspensão do Plano Diretor da Cidade. A procuradora Analúcia Hartmann, que tem requerido a suspensão do plano, de licenças e alvarás, estará presente ao encontro.

Plano Diretor de Florianópolis vira novela mexicana
Entidades, associações de moradores e Ipuf discutem Plano Diretor de Florianópolis

Marina
Tribunal Regional Federal
de Porto Alegre manteve decisão da Justiça Federal que negou suspensão das obras do Complexo Náutico e Ambiental, a Marina de Itajaí. Obra moderna e ecológica, que humanizou e valorizou uma das principais vias de Itajaí, foi contestada pela Procuradoria da República, que pediu a nulidade das licenças ambientais. O Tribunal reconheceu a importância econômica, social e turística do empreendimento.

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