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Eleições 201407/10/2014 | 07h49

Deputados estaduais eleitos por Joinville respondem como irão representar a cidade

Saiba como Darci de Matos, Kennedy Nunes e Patrício Destro vão se posicionar sobre prioridades na cidade

Deputados estaduais eleitos por Joinville respondem como irão representar a cidade Leo Munhoz/Agência RBS/
Darci de Matos (PSD), Kennedy Nunes (PSD) e Patrício Destro (PSB) vão ser os representantes de Joinville na Alesc Foto: Leo Munhoz/Agência RBS

Eleitos no domingo, Darci de Matos (PSD), Kennedy Nunes (PSD) e Patrício Destro (PSB) vão ser os representantes de Joinville nos próximos quatro anos na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. 

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A Notícia levantou dez temas joinvilenses e questionou os deputados estaduais eleitos sobre o que pensam e como pretendem se posicionar diante destas demandas que incluem infraestrutura, bandeiras comunitárias, serviços e cenários eleitorais.


ENTREVISTA/DARCI DE MATOS

Efetivo policial


O governador reeleito não garante reforço de efetivo policial específico para Joinville. Como pretende reforçar esse apelo?
Darci de Matos –
As minhas prioridades serão a saúde e a segurança pública. Com o governador Raimundo (Colombo) reeleito, vamos cobrar um pouco mais dele. A responsabilidade do governador com Joinville aumenta.

Porque a cidade deu um segundo mandato a ele. E no que diz respeito à segurança, nós precisamos de mais efetivo, queremos agilizar o processo de instalação das câmeras de videomonitoramento, porque a licitação está parada judicialmente e nós queremos desenrolar isso para instalar rapidamente as 250 câmeras.

Sistema prisional

O presídio em Joinville ainda é precário quanto à saúde, oportunidades de trabalho, reinserção à sociedade. O que o senhor pode fazer para mudar isso?
Darci –
A penitenciária é a melhor do Brasil. No presídio, os presos que têm melhor comportamento e estão aptos a trabalhar, vão trabalhar. Acho que o presídio precisa melhorar, mas eu estou muito mais preocupado com os trabalhadores dos bairros, com a saúde desses trabalhadores do que com as condições do presídio.

Estou preocupado com a melhoria do oferecimento da saúde para os trabalhadores, que acordam cedo, trabalham o dia inteiro e ficam na fila do SUS, porque muitas vezes não tem médico. Mas sou a favor de colocar o preso trabalhar, a cadeia é lugar de pagar pecado, o cara fez coisa errada vai preso e tem que produzir, não pode ficar lá comendo às nossas costas.

Santos Dumont / Dona Francisca

A duplicação de ambas esbarra na falta de verba para desapropriações. O senhor sugere alguma alternativa?
Darci –
A hora que tiver um financiamento, nós queremos emplacar a duplicação da Dona Francisca, porque ela só vai sair com financiamento nacional ou internacional. No caso da Santos Dumont, o dinheiro já está locado, a obra está andando lentamente não por culpa do governo do Estado, é porque as desapropriações são de responsabilidade da Prefeitura.

A Prefeitura tem que buscar uma alternativa para desapropriar, não é justo querer que o governador faça a obra e desaproprie. O dinheiro do BNDES é para a duplicação, não pode ser usado na desapropriação. Faço um apelo aos empresários e aos proprietários de terra daquela faixa da Santos Dumont que doem para o poder público em um gesto de cidadania, porque a duplicação vai valorizar aquela região.

Bancada

Há necessidade de uma bancada forte. Como fazer a diferença com apenas três deputados estaduais?
Darci
– Lamentavelmente, elegemos poucos, deveria ter sido mais, mas havia muito candidatos. Eu e o Kennedy temos um pouco mais de experiência e o Patrício é um guri novo, chega com entusiasmo e energia. Tenho certeza que nós três vamos dar conta do recado no sentido de legislar e encaminhar os pleitos de Joinville. Pretendo continuar atuando como atuei, ajudando o prefeito na interface com o governador. Tenho certeza que a bancada vai dar conta porque é uma bancada que se completa.

Bombeiros Voluntários

A atuação dos Bombeiros Voluntários de Joinville tem sido ameaçada. O senhor se compromete a comprar essa briga?
Darci –
Vamos ter que cobrar um pouco mais do governador para que ele possa nos ajudar nesta questão dos bombeiros voluntários e militares. Os militares andam fiscalizando em Joinville e isso é um absurdo porque aqui já tem os voluntários. Eles devem fiscalizar nos 170 municípios que não têm bombeiros. Queremos que o governador dê atenção para essa questão e eu vou continuar lutando. Não abro mão da defesa do voluntariado e, sobretudo, dos nossos bombeiros voluntários.

Prefeitura 2016

O senhor é candidato a prefeito em 2016?
Darci –
Esse assunto não está em pauta, não quero tratar desse assunto neste momento. Pessoalmente, estou totalmente focado no meu próximo mandato. Tenho uma série de projetos a serem tocados, como, por exemplo: a região metropolitana que tramita na Assembleia e é de minha autoria; e a questão das drogas, vou trabalhar muito em cima da prevenção com as crianças nas escolas e nas famílias.

Governo Udo

Qual será a postura do senhor em relação ao governo Udo?
Darci –
Como sempre foi. Naquilo que eu puder ajudar o governo Udo eu vou ajudar. A minha prática política é de construção. Passou a eleição, esquece-se partido político, tem que pensar na cidade.

Saúde

Vai fiscalizar a ampliação da Maternidade e do Regional? O que mais pretende fazer pela saúde de Joinville?
Darci
– O que espero é que o governo federal, principalmente se for um governo novo, que aprove aquele projeto de Saúde Mais 10, que coloca dinheiro na saúde. Porque a grande parte da arrecadação, absurdamente, não fica aqui aonde a vida acontece, vai embora para Brasília, está tudo errado. Queremos mobilizar o Estado para que se aprove o projeto Saúde Mais 10 para que a gente possa ter mais dinheiro na saúde de Santa Catarina. E vamos cobrar do governador que a ampliação do Regional e o Hospital da Mulher na Darcy Vargas possam andar.

Bandeira

Qual a principal bandeira do mandato?
Darci –
Os bombeiros voluntários. Vou continuar defendendo o voluntariado e vou trabalhar forte em cima da questão da saúde e segurança.

Segundo turno

Aécio ou Dilma?
Darci
– Vou votar no Aécio Neves.


ENTREVISTA/KENNEDY NUNES

Efetivo policial


O governador reeleito não garante reforço de efetivo policial específico para Joinville. Como pretende reforçar esse apelo?
Kennedy
– É todo um conjunto. É quase como enxugar gelo. O governador pode não garantir efetivo específico para Joinville, mas nós vamos entrar nessa briga sempre pra defender mais segurança pública. É uma questão nossa.

Sistema prisional

O presídio em Joinville ainda é precário quanto à saúde, oportunidades de trabalho, reinserção à sociedade. O que o senhor pode fazer para mudar isso?
Kennedy
– Esse negócio de sistema carcerário tem de passar por uma reforma geral. Eu, particularmente, defendo a privatização. Enquanto não tiver uma decisão assim, vai continuar isso daí. O sistema carcerário é uma consequência da falta de políticas públicas. Uma solução para o problema passa por uma reforma judiciária.

É muito mais complexo. Temos um problema grave no brasil inteiro. Todo presídio é um barril de pólvora pronto para explodir. A solução é a privatização. O modelo é melhor. Em Joinville mesmo, o muro define o que está de um lado, a Penitenciária Industrial, que é um modelo privado, e de outro o Presídio Regional de Joinville, com uma série de problemas graves.

Santos Dumont / Dona Francisca

A duplicação de ambas esbarra na falta de verba para desapropriações. O senhor sugere alguma alternativa?
Kennedy –
A alternativa é simples: o governo municipal tem de fazer sua parte. O prefeito Udo Dohler deve colocar a mão no bolso.

Bancada

Há necessidade de uma bancada forte. Como fazer a diferença com apenas três deputados estaduais?
Kennedy
– Eu, Darci de Matos e Patrício Destro estaremos muito juntos. Não será diferente de como era antes, com o Nilson Gonçalves. A gente tem uma convivência de muitos anos e vai se unir. O Patrício vai agregar muito. Lamento, inclusive, a saída do Nilson.

Bombeiros Voluntários

A atuação dos Bombeiros Voluntários de Joinville tem sido ameaçada. O senhor se compromete a comprar essa briga?
Kennedy –
Bombeiro voluntário é uma questão indiscutível. A gente é 100% bombeiro voluntário. Arrumo briga até com os bombeiros militares, mas é uma questão de princípios. Não dá para ser diferente.

Prefeitura 2016

O senhor é candidato a prefeito em 2016?
Kennedy –
O nosso partido vai ter de decidir quem será o candidato. Tem o Darci e eu. O Darci está numa posição melhor neste momento por causa da eleição para a Assembleia. Darci fez 44.019 votos em Joinville (dos 53.321 conquistados no Estado). Kennedy fez 22.788 votos em Joinville (dos 29.674 conquistados no Estado). A partir de agora, o partido vai sentar e decidir. Se for o Darci, eu apoio. Se for eu, ele certamente vai apoiar. Sorte a do nosso partido ter dois candidatos em condições.

Governo Udo
Qual será a postura do senhor em relação ao governo Udo?
Kennedy
– Eu continuo a ajudar a cidade, como tenho ajudado. Mas espero que ele seja mais competente nos projetos, que os recursos possam ser efetivamente gastos e não fiquem engavetados ou enrolados em certidões. Eu não ajudo o governo, ajudo a cidade. O governo precisa se ajudar também.

Saúde

Vai fiscalizar a ampliação da Maternidade e do Regional? O que mais pretende fazer pela saúde de Joinville?
Kennedy –
Eu vejo que o governo do Estado está fazendo o que pode pelo Hospital Regional. Essa ampliação vai dar uma grande mudança. Não podemos pensar em melhorar os hospitais se a saúde básica não funcionar. O problema não está só nos hospitais. O grande problema da saúde é a rede básica. o governo Udo tem de dizer a que veio e resolver. Não adianta ir a Florianópolis pedir ajuda. Temos gestão plena da saúde em Joinville. Mas claro que vamos estar sempre puxando para cá. Sempre lutando pela saúde junto ao governo do Estado. Mas não adianta reformar os hospitais e a rede básica não funcionar direito, faltar remédios, enfim.

Bandeira

Qual a principal bandeira do mandato?
Kennedy –
Tenho muito forte a questão da gestão dos resíduos sólidos no Estado todo e a da proteção civil. São os dois assuntos nos quais gosto muito de tocar, atingem todos os municípios e são de extrema importância. Entre as mudanças propostas no Código Estadual do Meio Ambiente está a que confere aos municípios poder para contratar os serviços de iniciativa privada quando não houver associações de catadores de lixo. O Brasil tem tratado essa questão com foco no social, mas é preciso olhar também para a questão mercadológica. A gestão adequada dos resíduos sólidos pode gerar uma economia importante para os municípios.

Na questão da proteção civil, o foco é a lei 16.332, de janeiro de 2014, que institui a criação de grupos locais de prevenção e combate a acidentes e catástrofes nos municípios de Santa Catarina. Nosso trabalho desde 2011 na Comissão Parlamentar de Proteção Civil está dando resultado na conscientização e na prevenção de acidentes naturais. Estamos avançando nesta área. Estamos entendendo que devemos trocar a cultura do desastre, pela cultura de risco, ou seja, precisamos prevenir, que é muito melhor do que contar vítimas.

Segundo turno

Aécio ou Dilma?
Kennedy – Aécio. Eu vou votar no Aécio. Não vou fazer campanha. Não vou participar ativamente, mas vou votar no Aécio.

ENTREVISTA/PATRÍCIO DESTRO

Efetivo policial

O governador reeleito não garante reforço de efetivo policial específico para Joinville. Como pretende reforçar esse apelo?
Patrício Destro
– É extremamente necessário, principalmente diante do número que nós temos. Ainda mais se comparado à Capital do Estado, que tem um volume muito menor de moradores e, ao mesmo tempo, um contingente muito maior. Se pudermos pelo menos igualar, já está de bom tamanho. Eu, o Darci e o Kennedy temos de trabalhar como bancada e ver as pautas principais. Em segurança, por exemplo, há falta de contingente, falta de câmeras. Temos que trabalhar juntos nesses pleitos. A ideia é chamar Acij, CDL, Acomac, Ajorpeme e os Consegs e cobrar do governador a ampliação do efetivo. O número que ele mandou para Joinville é insignificante perto da necessidade.

Sistema prisional

O presídio em Joinville ainda é precário quanto à saúde, oportunidades de trabalho, reinserção à sociedade. O que o senhor pode fazer para mudar isso?
Patrício
– Deveríamos olhar o exemplo da Penitenciária de Joinville. Muita gente não gosta, mas é um sistema terceirizado que funciona muito bem. Tanto que ela foi escolhida a melhor penitenciária do País.

A quantidade de fugas e problemas lá são infinitamente menores do que no outro sistema. Poderíamos olhar para a penitenciária e transformar o presídio no que ela é hoje, onde a maioria dos presos trabalha, onde se consegue ter, além da capacitação, a reinclusão deles na sociedade, muito melhor do que em qualquer outro sistema.

Santos Dumont /Dona Francisca

A duplicação de ambas esbarra na falta de verba para desapropriações. O senhor sugere alguma alternativa?
Patrício
– Essa é uma questão legal. O Estado diz que não pode interferir na desapropriação e o município diz que pode. Precisa haver uma conversa entre os dois. O município não pode arcar com essa causa. É impossível. O Estado tem de encontrar uma alternativa. Uma das maneiras pode ser a estadualização da rodovia para o Estado fazer a compra desses terrenos.

Seria justa a estadualização. Se não me engano, temos 12 quilômetros de rodovias estaduais que cortam a cidade, contra 130 ou 140 em Florianópolis. Assim, você consegue fazer o Estado bancar o recurso da compra dos imóveis.

Bancada

Há necessidade de uma bancada forte. Como fazer a diferença com apenas três deputados estaduais?
Patrício
- Na votação do orçamento, por exemplo, o deputado vai lá e aponta o desejo de uma obra aqui, outra lá. Como ele está sozinho, distribui esses recursos para obras menores. Agora, se somar os três deputados juntos, dá para buscar obras que sejam de maior relevância para a cidade, como a abertura da Max Colin.

Então, é tratar com os três e escolher as obras prioritárias para fazerem os pedidos em conjunto. As bancadas do Sul do Estado e do Oeste trabalham muito fortemente. A bancada do Nordeste em Brasília faz muito isso.

Bombeiros Voluntários

A atuação dos Bombeiros Voluntários de Joinville tem sido ameaçada. O senhor se compromete a comprar essa briga?
Patrício –
A briga já está comprada, já é minha. Não abro mão disso. Primeiro, porque é 75% mais barato. Custa 25% do valor da corporação militar. O sistema funciona, não tem reclamação. Se funciona e é mais barato, por que vamos comprar o mais caro?

Prefeitura 2016

O senhor é candidato a prefeito em 2016?
Patrício
– Acabei de me eleger deputado. Essa é uma discussão do meu partido, não cabe ao Patrício decidir. O partido vai decidir qual é o melhor caminho para 2016, vou discutir isso com o partido internamente. Se o partido decidir que podemos ser uma alternativa, sim. Se o partido entender que existe uma outra alternativa, vamos buscá-la. Mas é uma decisão que cabe ao partido no Estado e em Joinville.

Governo Udo

Qual será a postura do senhor em relação ao governo Udo?
Patrício
– Minha postura continua a mesma. É em favor da cidade, vou continuar ajudando a cidade. Se ajudar a cidade é ajudar o prefeito, vou ajudar a ele. Seria um absurdo trabalhar contra o prefeito, estaria trabalhando contra a cidade. Vou trabalhar para a cidade, quero buscar recursos, fazer obras.

Saúde
Vai fiscalizar a ampliação da maternidade e do Regional? O que mais pretende fazer pela saúde de Joinville?
Patrício –
Ampliação da maternidade e do Regional é pouco. É convencer o governador e o prefeito de que tem que sair um novo hospital na zona Sul, em um terreno de 240 mil metros quadrados na avenida Paulo Schroeder. Precisa haver um novo hospital, não há outra possibilidade. E tem que ser do Estado. O Estado tem que bancar. Essa conta não tem que ser nossa.

Bandeira

Qual a principal bandeira do mandato?
Patrício –
Tenho duas bandeiras importantes. A primeira é trabalhar pela infraestrutura. Não temos grandes obras. Falo de um novo hospital, escolas. Temos uma defasagem grande de escolas do Estado. Rodovias, temos poucas avenidas, poucas obras saindo. A arrecadação do município não é suficiente para bancar isso. A segunda bandeira é trabalhar fortemente o cooperativismo. São as pessoas que se unem para conseguir enfrentar os grandes. Cooperativas de transporte, de reciclagem. Fazer com que os pequenos possam ganhar mais dinheiro vendendo direto, sem atravessadores.

Segundo turno

Aécio ou Dilma?
Patrício
– Sou Aécio. Meu partido, ainda não sei. Eu e minha família somos Aécio.

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