Obama: mudanças no sistema de saúde prejudicarão "milhões de americanos" - A Notícia

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Ex-presidente23/03/2017 | 12h46Atualizada em 23/03/2017 | 12h48

Obama: mudanças no sistema de saúde prejudicarão "milhões de americanos"

Nesta quinta-feira, a Câmara de Representantes dos Estados Unidos deve votar um projeto que substitui o Obamacare

Obama: mudanças no sistema de saúde prejudicarão "milhões de americanos" YORGOS KARAHALIS/POOL / AFP
Foto: YORGOS KARAHALIS / POOL / AFP
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O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, rompeu o longo silêncio desde que deixou a Casa Branca para manifestar contrariedade à possível substituição do Obamacare, que deve ser votada pela Câmara de Representantes nesta quinta-feira. Por meio de um comunicado, o democrata alertou que qualquer alteração no atual sistema de saúde pública pode atingir milhões de norte-americanos. 

"Nosso ponto de partida deveria ser que qualquer mudança em nosso sistema de saúde seja para melhorá-lo, e não torná-lo pior para milhões de trabalhadores americanos", afirmou o ex-chefe de Estado.

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Nesta quinta-feira, completam-se sete anos desde a aprovação do sistema de saúde que é considerado um dos símbolos do governo Obama. O ex-presidente afirma que os Estados Unidos foram o primeiro no país a definir a saúde pública como um direito de todos.

"Depois de um século de conversações, décadas de tentativas e um ano de debate partidário, nossa geração teve êxito. Finalmente declaramos que, nos Estados Unidos, o cuidado com a saúde não é privilégio para poucos e sim um direito de todos", destacou.

O atual presidente Donald Trump prometeu, durante a campanha eleitoral, eliminar o sistema Obamacare. Nesta quinta, o Congresso norte-americano deve iniciar o debate pra votar um projeto de lei — já chamado de "plano Trump" — em uma discussão que deverá ser extensa e difícil.

Diversas fontes afirmam que o plano proposto pela Casa Branca deixará um enorme número de norte-americanos sem cobertura médica — contingente que o departamento de estatísticas do próprio Congresso calcula em 14 milhões de pessoas.

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*AFP

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