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17/10/2011 | 06h30

Grupo de descendentes de escandinavos se reúne todo mês em Joinville

Desejo dos amigos é que descendentes da região também façam parte do encontro

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Grupo de descendentes de escandinavos se reúne todo mês em Joinville Cleber Gomes/Agencia RBS
Grupo de descendentes de escandinavos que se encontra para jantar em Joinville Foto: Cleber Gomes / Agencia RBS

Alemães, italianos e húngaros. Santa Catarina foi a terrinha procurada por centenas de imigrantes que fugiram da crise na Europa do século 19. O Estado se transformou no lar doce lar destas famílias.

Apesar do hackepeter e da polenta com galinha caipira ser mais popular por estas bandas, há que traga uma bandeira de tradições diferente no peito. Descendentes de noruegueses, dinamarqueses e até suecos se reúnem todos os meses em Joinville para uma troca de ideias regada a boa comida e um bom vinho.  E eles procuram novos parceiros para esta conversa.

O grupo de amigos do empresário Wilmar Hansen, 68 anos, reúne 15 pessoas. Desde o ano de 2004 eles se reúnem pelo menos uma vez por mês no restaurante Recanto do Osmar para relembrar bons momentos da vida.

Todos eles são descendentes de escandinavos. As bandeirinhas  dos países que representam a região - Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia - ficam em cima da mesa e entrega onde o grupo está sentado.

— Ainda somos em poucas pessoas. Queremos divulgar o nosso encontro para que outros descendentes de escandinavos da região também façam parte —, revelou seu Hansen, que tem alma de norueguês. Por enquanto, falta um representante finlandês para se juntar ao grupo. 

—  Temos ainda uma afinidade com a Sociedade Escandinava de São Paulo. Lá eles possuem sede campestre e igreja —, lembrou Hansen.

Apesar do coração bater forte ao falar da Noruega, o empresário ainda não conhece o país. Mas o sonho ainda será realizado, garante ele. Já o colega Herbert Hansson, 80, conhece o país de onde vieram seus familiares: a Suécia.

— Eu vi a terra dos meus avós —, conta, com um forte brilho nos olhos.

Hansson nasceu em Joinville, mas seu pai se criou na  localidade chamada Hansa Humbold, onde hoje é Corupá.

— Como minha mãe era alemã, aprendi a falar a língua —, revelou ainda o aposentado.
Waldemar Larsen, 69, é descendente de dinamarqueses.

Sua família morou na antiga Blumenau, como ele mesmo fala. Ele também conheceu o país de seus antepassados. "Descobri que Larsen, na Dinamarca, é como Silva por aqui", brincou. A família do descendente de dinamarqueses passou primeiro por São Paulo, desceu até Porto União, no Planalto Norte de SC, e parou por Joinville, onde o aposentado mora com a família.

Quem tiver interesse em encontrar o grupo, pode procurar por Wilmar Hansen no email wilmar@hansenturismo.com.br.

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