Polícia ainda procura suspeitos de matar padre a facadas às margens da BR-101 em Itajaí - A Notícia

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14/12/2009 | 23h58

Polícia ainda procura suspeitos de matar padre a facadas às margens da BR-101 em Itajaí

Corpo do religioso foi enterrado na tarde desta segunda-feira

Polícia ainda procura suspeitos de matar padre a facadas às margens da BR-101 em Itajaí Marcos Porto/
Centenas de pessoas compareceram ao velório de Alvino Broering na Igreja Matriz de Itajaí Foto: Marcos Porto

A Polícia Civil ainda não tem suspeitos do assassinato do padre Alvino Broering, 46 anos. O capelão da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) foi morto na madrugada de segunda-feira, às margens da BR-101.

De acordo com o delegado Rui Garcia, da Central de Operações Policiais, por enquanto, a hipótese é de latrocínio (roubo seguido de morte) porque o carro da vítima foi levado.

Centenas de pessoas participaram na segunda-feira do velório do padre na Igreja Matriz de Itajaí. Após a missa, celebrada pelo arcebispo de Florianópolis, dom Murilo Sebastião Krieger, o cortejo seguiu para Santo Amaro da Imperatriz, onde o corpo do padre foi sepultado, às 16h.

Como foi o crime

Testemunhas informaram à Polícia Militar que o carro do padre parou em frente a uma empresa, na BR-101, próximo ao km 114, por volta das 2h. O religioso desceu do veículo e foi perseguido por outro homem, que estava com ele no carro.

Padre Alvino foi alcançado perto de um posto de combustíveis, onde foi esfaqueado na cabeça e nas costas. O assassino fugiu com o carro do religioso.

O capelão foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao pronto-socorro do Hospital Marieta Konder Bornhausen, onde morreu, por volta das 6h. Segundo o Instituto Médico Legal (IML), ele foi atingido com oito facadas na cabeça.

Colegas lamentam perda

Além de capelão da Univali, Alvino Broering era diretor e fundador da Rádio Comunitária Conceição, de Itajaí. Breno Oliveira trabalhou com o padre pouco mais de um ano e lamenta a perda:

— É um episódio muito triste. Até pela forma trágica com que ocorreu. Lamentamos a perda do padre Alvino.

Segundo Oliveira, o o religioso era solícito e atencioso com os colegas da rádio. Ele estava à frente da emissora desde sua fundação, há pouco mais de nove anos.

Paulo Wolf, que trabalhava há um ano e meio com ele, afirma que padre foi uma pessoa simpática e bem humorada:

— Ele tinha uma filosofia de vida bacana. É uma grande perda para todos nós.

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