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21/04/2009 | 11h21

Sindicato da refrigeração em Joinville aprova aumento de 5,92% no salário

É a segunda grande categoria da cidade a fechar acordo

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Sindicato da refrigeração em Joinville aprova aumento de 5,92% no salário Cleber Gomes, banco de dados/
Funcionário durante o trabalho na linha de produção da Embraco, uma das empresas que são representadas pela Sinditherme Foto: Cleber Gomes, banco de dados
Ana Paula Fanton

ana.fanton@an.com.br

Depois de um mês de negociações, o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Refrigeração (Sinditherme) de Joinville fechou o reajuste salarial que será repassado aos cerca de 9,5 mil trabalhadores da categoria (retroativo a 1º de abril). Na sexta-feira passada, o aumento ficou definido em 5,92% (dentro da inflação). Esta foi a segunda grande categoria da cidade a fechar acordo. Em fevereiro, os têxteis conseguiram reajuste de 7%.

— Mesmo com as complicações causadas pela crise econômica, avaliamos como positiva a conquista — diz o presidente da Sinditherme, Rolf Decker.

A proposta inicial do sindicato, que representa os trabalhadores de empresas como Whirlpool e Embraco, era conseguir aumento entre 2 e 3% acima da inflação, que está em 5,9%. No Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Metalúrgica de Joinville, as negociações estão previstas para continuar na quinta, quando o patronal deve apresentar uma contraproposta.

— Pedimos 10% de aumento, a inflação fechou em 5,9%, mas não vamos arriscar previsão de quanto será o reajuste — disse o presidente Genivaldo Marcos Ferreira.

A categoria dos plásticos está com as negociações paralisadas, informa o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Material Plástico de Joinville, Reinaldo Schroeder. Segundo ele, a medida aconteceu porque a entidade rejeitou a proposta do patronal, que queria reajuste com o valor do INPC e repasse do aumento a partir de outubro.

— Não aceitamos. Agora, estamos esperando eles nos chamarem novamente para conversar.

A expectativa do presidente é que até o final da semana aconteça outra reunião. A categoria pede como reajuste na folha salarial o valor do INPC mais 5% de aumento real, o que representaria cerca de 11,5% de incremento. A data-base dos trabalhadores nas empresas de plásticos e nas metalúrgicas foi prorrogada de 1º para 30 de abril. Quem ainda está no começo das negociações são os mecânicos. A data-base da categoria passou de 1º de abril para 30 de maio. A previsão do sindicato é que até o final da semana as conversas ocorram.

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