Manifestação multitudinária de árabes israelenses contra lei controversa - Mundo - A Notícia

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Tel Aviv11/08/2018 | 19h26

Manifestação multitudinária de árabes israelenses contra lei controversa

AFP
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Dezenas de milhares de árabes israelenses se manifestaram no sábado à noite em Tel Aviv para denunciar uma lei controversa que define Israel como "Estado nação do povo judeu", segundo uma jornalista da AFP.

Segundo a televisão pública israelense, a manifestação reuniu mais de 30.000 pessoas.

Esta concentração respondeu à iniciativa de organizações que representam a minoria árabe israelense, que representa 17,5% da população.

Na semana passada uma multidão de drusos israelenses, outra minoria, também se manifestou contra esta lei.

Os árabes israelenses são os descendentes dos palestinos que permaneceram em suas terras após a criação do Estado de Israel, em 1948.

Para as minorias drusas e árabes, a lei os transforma em cidadãos de segunda classe.

Entre os manifestantes havia judeus israelenses que se uniram ao protesto, gritando lemas como "igualdade, igualdade", "não nos calaremos, o Apartheid não passará" em hebreu e árabe, e chamaram o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de "fascista".

A lei que o parlamento votou em 19 de julho com o apoio de Netanyahu confere aos judeus o direito "único" à autodeterminação em Israel e proclama que o hebraico é a única língua oficial de Israel, enquanto o árabe terá um status "especial" que não foi definido.

Nenhum artigo menciona a igualdade entre os cidadãos ou o caráter democrático do país, fazendo temer que o caráter judeu de Israel prime sobre os demais princípios.

Este texto preocupa especialmente as minorias, já que o documento faz parte das leis fundamentais que funcionam a modo de Constituição de Israel.

* AFP

israelenses que se uniram ao protesto, gritando lemas como "igualdade, igualdade", "não nos calaremos, o Apartheid não passará" em hebreu e árabe, e chamaram o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu de "fascista".

A lei que o parlamento votou em 19 de julho com o apoio de Netanyahu confere aos judeus o direito "único" à autodeterminação em Israel e proclama que o hebraico é a única língua oficial de Israel, enquanto o árabe terá um status "especial" que não foi definido.

Nenhum artigo menciona a igualdade entre os cidadãos ou o caráter democrático do país, fazendo temer que o caráter judeu de Israel prime sobre os demais princípios.

Este texto preocupa especialmente as minorias, já que o documento faz parte das leis fundamentais que funcionam a modo de Constituição de Israel.

* AFP

 

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