Vazamento sobre ligação Trump-Putin detona caça às bruxas na Casa Branca - Mundo - A Notícia

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Washington21/03/2018 | 14h00

Vazamento sobre ligação Trump-Putin detona caça às bruxas na Casa Branca

AFP
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A Casa Branca tentava, nesta quarta-feira (21), identificar o autor do constrangedor vazamento sobre o conselho dado por assessores do presidente Donald Trump - em vão - para que não felicitasse o russo Vladimir Putin por sua vitória na reeleição no último domingo (18).

Segundo o jornal "The Washington Post", o presidente Trump teria parabenizado Putin por telefone na terça-feira (20), apesar das advertências de seus conselheiros, inclusive com uma nota que indicava em letras garrafais "NÃO FELICITAR".

O caso expõe o clima particularmente tenso da Casa Branca, onde reinam suspeitas por todos os lados, depois da sequência de saídas e demissões dos últimos meses.

Um funcionário de alto escalão disse à AFP que há medidas em curso para identificar o autor do vazamento. Outro deu a entender que o ato pode ter sido ilegal, se os documentos em questão tiverem sido classificados como "secretos".

"Eu o felicitei por sua vitória eleitoral", relatou Trump, na terça à tarde, no Salão Oval.

O comportamento do presidente americano em relação ao colega russo está sob escrutínio desde sua chegada ao poder, no âmbito da investigação do procurador especial Robert Mueller. Esse ex-diretor do FBI (a Polícia Federal americana) busca determinar se houve conluio entre Moscou e a equipe de campanha do magnata nova-iorquino durante a corrida pela Casa Branca em 2016.

No telefonema, Trump não conversou com Putin sobre o envenenamento em território britânico do ex-espião russo Serguei Skripal e de sua filha Yulia, que Londres considera ter sido cometido "pela Rússia de Putin".

"Concentraram-se em temas de interesse mútuo", desconversou a porta-voz da Presidência americana, Sarah Sanders.

* AFP

classificados como "secretos".

"Eu o felicitei por sua vitória eleitoral", relatou Trump, na terça à tarde, no Salão Oval.

O comportamento do presidente americano em relação ao colega russo está sob escrutínio desde sua chegada ao poder, no âmbito da investigação do procurador especial Robert Mueller. Esse ex-diretor do FBI (a Polícia Federal americana) busca determinar se houve conluio entre Moscou e a equipe de campanha do magnata nova-iorquino durante a corrida pela Casa Branca em 2016.

No telefonema, Trump não conversou com Putin sobre o envenenamento em território britânico do ex-espião russo Serguei Skripal e de sua filha Yulia, que Londres considera ter sido cometido "pela Rússia de Putin".

"Concentraram-se em temas de interesse mútuo", desconversou a porta-voz da Presidência americana, Sarah Sanders.

* AFP

 

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