EUA dizem que mataram líder do EI no Afeganistão - Mundo - A Notícia

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Washington14/07/2017 | 16h04Atualizada em 14/07/2017 | 18h48

EUA dizem que mataram líder do EI no Afeganistão

Comunicado foi feito pelo Pentágono nesta sexta-feira (14)

AFP
AFP

As forças dos Estados Unidos mataram o líder do grupo Estado Islâmico (EI) no Afeganistão em uma incursão na província do nordeste de Kunar, informou o Pentágono nesta sexta-feira (14).

— As forças dos EUA mataram Abu Sayed, o emir do Estado Islâmico do Iraque e da Síria, Província do Korasan, em um ataque na sede do grupo na província de Kunar, Afeganistão, em 11 de julho — disse a porta-voz do Pentágono, Dana White.

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— A invasão também matou outros membros do EI e irá interromper significativamente os planos do grupo terrorista para expandir sua presença no Afeganistão — concluiu.

Os EUA estão intensificando a sua luta contra o grupo extremista no país por medo de que o Afeganistão se converta eventualmente no novo reduto do EI, que está perdendo terreno no Iraque e na Síria.

Abu Sayed é o terceiro "emir" da organização extremista no Afeganistão a ser abatido por Washington e Cabul, depois de Hafiz Sayed Khan, no ano passado, e Abdul Hasib, no fim de abril.

Líder supremo do EI morre em bombardeio

Abu Bakr al Bagdadi, líder supremo do EI, foi morto em bombardeio, disse ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).  Foto: AL-FURQAN MEDIA

No última terça-feira (11), a ONG Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) afirmou que fontes do EI confirmaram a morte de Abu Bakr al Bagdadi, líder supremo do grupo terrorista. Bagdadi morreu em um bombardeio em 28 de maio, na Síria, onde acontecia uma reunião de líderes do EI. 

— Autoridades do EI presentes na província (síria) de Deir Ezor confirmaram ao OSDH a morte de Abu Bakr al Bagdadi, emir do EI — declarou à AFP o diretor da ONG, Rami Abdel Rahman.

— Nós tomamos conhecimento hoje, mas não sabemos quando e como ele morreu — acrescentou.

O presidente americano Donald Trump celebrou no Twitter "grandes vitórias contra o (grupo) EI", sem informar se estava se referindo à reconquista de Mossul, à morte de Bagdadi ou aos dois.


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