Rússia diz ter eliminado 180 combatentes do EI na Síria - Mundo - A Notícia

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Moscou17/06/2017 | 17h10

Rússia diz ter eliminado 180 combatentes do EI na Síria

Aviões russos mataram dois chefes militares e cerca de 180 combatentes do grupo Estado Islâmico (EI) perto de Deir Ezzor, leste da Síria, afirmou neste sábado o ministério russo da Defesa.

"Como resultado dos bombardeios preventivos de 6 e 8 de junho pelas forças aéreas russas contra instalações dos militantes do EI morreram os comandantes Abu Omar al Belgiki e Abu Yasin al Masri. Além disso, morreram cerca de 180 combatentes", declarou declarou ministério, segundo a agência de notícias TASS.

O ministério informou ainda que 16 veículos militares e um depósito de munição foram destruídos.

Em voos de reconhecimento prévios aos bombardeios, drones russos revelaram que o EI se preparava "para atravessar as defesas da guarnição do Exército sírio na cidade de Deir Ezzor".

O Estado Islâmico assedia Deir Ezzor desde o início de 2015, e controla grande parte dos arredores da cidade.

Principal aliada do regime de Damasco, a Rússia lançou em setembro de 2015 uma operação militar para apoiar as forças governamentais sírias contra rebeldes e extremistas.

No sul do país, o Exército sírio decretou neste sábado um cessar-fogo de 48 horas na cidade de Deraa, permitindo o retorno à calma após dias de intensos combates.

Em um comunicado, o comando do Exército informa que a trégua está em vigor desde às 12H00 (06H00 Brasília) "para apoiar os esforços de reconciliação local".

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) constatou uma relativa calma após o anúncio do cessar-fogo.

Os rebeldes controlam cerca de 60% de Deraa, cuja província do mesmo nome é um dos últimos bastiões dos insurgentes.

A cidade integra as chamadas "zonas de desescalada" do plano de paz acertado em maio passado entre Rússia, Irã e Turquia, mas nas últimas semanas foi sacudida por violentos combates.

Em seis anos, a guerra na Síria matou mais de 320.000 pessoas e deixou milhões de deslocados, além de arrasar com a economia e infraestrutura do país.

* AFP

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