Ministros do G7 debatem cibersegurança e combate ao terrorismo em reunião na Itália - Mundo - A Notícia

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Bari12/05/2017 | 07h33Atualizada em 12/05/2017 | 07h40

Ministros do G7 debatem cibersegurança e combate ao terrorismo em reunião na Itália

Discussões sobre livre comércio e protecionismo deverão ficar para o final do mês durante encontro de chefes de Estado e Governo, na Sicília

Ministros do G7 debatem cibersegurança e combate ao terrorismo em reunião na Itália FILIPPO MONTEFORTE/AFP
Secretário norte-americano do Tesouro, Steven Mnuchin chega à reunião entre os ministros do G7, em Bari Foto: FILIPPO MONTEFORTE / AFP
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Os ministros das Finanças do G7 se reúnem, nesta sexta-feira (12), em Bari, na Itália, para falar de cibersegurança e luta contra o financiamento do terrorismo, deixando de lado o delicado tema do comércio internacional.

A reunião, que seguirá até o sábado, será a primeira do grupo com a presença de Steven Mnuchin, ex-diretor de Finanças do banco Goldman Sachs e secretário norte-americano do Tesouro. O debate sobre livre comércio e protecionismo, no entanto, não estará na agenda da reunião dos ministros das potências do G7, integrado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália e Canadá.

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É a primeira reunião do grupo desde a eleição de Donald Trump, que teve como lema de campanha "Estados Unidos em primeiro lugar". Mnuchin, entretanto, está disposto a discutir o tema do comércio em reuniões bilaterais, conforme uma fonte americana.

A questão ficará reservada para a reunião dos chefes de Estado e de Governo do G7, no fim do mês, na Sicília, informaram as autoridades italianas, anfitriãs do evento.

O comércio internacional já havia sido relegado nas discussões do G20 Finanças, quando as divisões entre os Estados Unidos e os sócios ficaram evidentes no encontro de março, na Alemanha. Na ocasião, a administração Trump conseguiu retirar do tradicional comunicado final um pedido de luta contra o protecionismo.

Em abril, um encontro em Washington dos ministros das Finanças das 20 maiores economias do planeta, que inclui países desenvolvidos e emergentes, a situação foi considerada mais calma. O tema, no entanto, está longe de uma conclusão.

A Casa Branca considera que as demais potências e os países emergentes são "conscientes" de que o governo Trump "quer relações comerciais mais equitativas, equilibradas e recíprocas com os sócios chave", afirmou, nesta semana, uma fonte em Washington.

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*AFP

 
 

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