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Eleições americanas26/11/2016 | 18h49Atualizada em 26/11/2016 | 18h49

Campanha de Hillary participará da recontagem de votos

Advogado da candidata derrotada afirmou que pode participar de uma possível recontagem em mais dois estados, caso elas sejam solicitadas

Campanha de Hillary participará da recontagem de votos Chip Somodevilla/GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP
Foto: Chip Somodevilla / GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP
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A campanha eleitoral de Hillary Clinton disse neste sábado que se juntará a uma recontagem de votos no estado de Wisconsin, embora não tenha visto nenhuma irregularidade até agora na disputa pela Casa Branca, vencida por Donald Trump.

Marc Erik Elias, advogado de eleição da candidata democrata, disse em um post no site Medium.com que a campanha também participará de eventuais recontagens nos estados de Michigan e da Pensilvânia, caso sejam organizadas.

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Trump, o candidato presidencial republicano, ganhou em Michigan, Pensilvânia e Wisconsin por pouco mais de 100 mil votos. As vitórias apertadas nesses estados ajudaram-no a obter o mínimo de 270 votos necessários para vencer no Colégio Eleitoral.

A candidata do Partido Verde, Jill Stein, pediu uma recontagem em Wisconsin, que foi aprovada pela Comissão Eleitoral do estado na sexta-feira, e anunciou sua intenção de solicitar recontagens também em Michigan e na Pensilvânia.

— Como não tínhamos encontrado nenhuma evidência contestável de hacking, ou de tentativas externas de alterar a tecnologia de votação, não tínhamos planejado essa opção. Mas agora que uma recontagem foi iniciada em Wisconsin, pretendemos participar para garantir que o processo se desenvolva de uma maneira que seja justa para todos os lados — disse Elias, o conselheiro de Hillary.

— Se Jill Stein prosseguir, como ela prometeu, com as recontagens na Pensilvânia e em Michigan, vamos adotar a mesma abordagem nesses estados — afirmou Elias.

Embora os especialistas digam que não há praticamente nenhuma chance de anular o resultado final, as recontagens podem reacender o debate sobre a legitimidade da eleição de Trump, já alimentada pela liderança da ex-secretária de Estado na votação popular, com uma vantagem de mais de dois milhões de votos em nível nacional.

Hillary perdeu por cerca de 20 mil votos em Wisconsin, 70 mil votos na Pensilvânia e 10 mil votos em Michigan.

— Independentemente do potencial para mudar o resultado em qualquer um dos estados, achamos importante, por princípio, garantir que nossa campanha esteja legalmente representada em qualquer processo judicial — finalizou o advogado.

 
 

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