Homenagens marcam aniversário dos Bombeiros Voluntários de Joinville - Geral - A Notícia

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Aniversário de 126 anos12/07/2018 | 20h20Atualizada em 13/07/2018 | 11h27

Homenagens marcam aniversário dos Bombeiros Voluntários de Joinville

Cerimônia às 19h na Unidade Central homenageia combatentes mais antigos da corporação

Homenagens marcam aniversário dos Bombeiros Voluntários de Joinville Salmo Duarte/A Notícia
Romeu (esquerda) e Osvaldo (direita) estão entre os homenageados e relembram como resgates eram feitos no passado Foto: Salmo Duarte / A Notícia

Uma cerimônia alusiva aos 126 anos de fundação dos Bombeiros Voluntários de Joinville está marcada para às 19 horas de hoje na Unidade Central. O objetivo do encontro é homenagear os bombeiros voluntários com mais horas em escalas operacionais e os com mais anos de serviços prestados à corporação. O evento também terá a entrega da Ordem da Machadinha, a maior honraria da corporação, e o título de Sócio Remido para quem contribui por mais de 40 anos com a entidade.

Neste ano, as homenagens serão estendidas a 61 bombeiros que fizeram mais de 500 horas em escalas operacionais no ano passado, com placa de reconhecimento para Jonathan Luís Klein que contabilizou 1.720 horas em operação. Outros 75 voluntários serão homenageados, por tempo de adesão ao CBVJ. Os destaques são os bombeiros da Equipe Tradição, Romeu Ernesto Dressel, que há 60 anos serve a corporação, e Osvaldo Curt Baumruker, há 55.

Romeu ainda guarda na memória a data em que começou: 22 de janeiro de 1958; já Osvaldo se tornou voluntário em março de 1963. Apesar da diferença de cinco anos entre o ingresso de um e outro, as ações voluntárias em conjunto foram inúmeras. Isso em uma época em que a comunicação e os recursos eram o principal empecilho para os resgates.

— Tinha um zelador (na unidade central) e quando havia ocorrência ele disparava uma sirene que era possível escutar onde hoje é o Distrito Industrial. Quando isso acontecia, tudo era feito na base da bicicleta e quem vinha a pé, o primeiro motorista que passava e via um bombeiro correndo, ele parava e trazia. Os primeiros três que chegavam saiam com o autobomba de dois mil litros e, enquanto isso, dava tempo de outro carro pipa chegar no incêndio — recorda Osvaldo.

Para Romeu, os avanços são perceptíveis ao longo do tempo, uma vez que “o fogo não muda, mas a maneira de combatê-lo e de chegar até que está diferente”.

— Hoje se tem dificuldade no trânsito para chegar no local, já naquela época as estradas eram livres, mas as viaturas eram mais devagar e ninguém era profissional como se tem agora, somente voluntários. Outra dificuldade era a comunicação, porque atualmente o bombeiro chega no local e consegue se comunicar mesmo à distância. Quando começamos levávamos tudo o que tínhamos e, às vezes, era um foguinho de panela de pressão que estourava e corria todo mundo pra lá — relembra o homenageado.

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