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Segurança Pública27/03/2018 | 09h49Atualizada em 27/03/2018 | 09h49

Projeto de videomonitoramento deve gerar melhoria em 17 pontos estratégicos à segurança pública, em Joinville

Edital de chamamento público válido para todo o Estado deve ampliar de 2,1 para 8 mil câmeras

Projeto de videomonitoramento deve gerar melhoria em 17 pontos estratégicos à segurança pública, em Joinville Carlos Macedo/Agencia RBS
Softwares devem auxiliar na vigilância por meio dos videomonitoramentos Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

A Secretaria de Segurança Pública de Santa Catarina (SSP/SC) passa a contar com um aliado forte na prevenção e investigação de crimes, além do mapeamento de situações fora da normalidade, com o auxílio da tecnologia. Trata-se da abertura do edital público 0034/2018, que tem o objetivo de ampliar o sistema de videomonitoramento estadual. A expectativa é de que a iniciativa possa ampliar de 2,1 mil para cerca de oito mil o número de câmeras à disposição da segurança pública.

A proposta é puxada pelo chamamento, até 31 de dezembro e de forma gratuita, de empresas que mantêm sistemas privados de monitoramento interessadas a cederem as imagens de suas câmeras ao acesso do poder público, para ampliar a segurança dos catarinenses. Em Joinville, por exemplo, a intenção da SSP/SC possibilitar melhoria no controle de 17 artérias principais de entrada e saída da cidade, bem como as áreas de interesse da segurança pública, que hoje possuem maior índice de crimes.

De acordo com o secretário de Segurança Pública do Estado, Alceu de Oliveira Pinto Júnior, essa medida foi tomada a partir de uma consulta feita junto à Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), e será feita via gerenciamento por software, também com apoio do Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc).

Entre as tecnologias possíveis estão o sistema de reconhecimento facial, que contribui para atividades de inteligência da polícia, e de reconhecimento de placas, possibilitando expor um veículo furtado/roubado ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Uma terceira alternativa é a tecnologia de comportamento dissonante, para otimizar e ampliar as investigações e garantir a tomada de atitudes a partir das imagens cedidas.

— Esses softwares já existem no mercado e têm capacidade de identificar para o observador qualquer alteração que não seja compatível com o local. Por exemplo, acidentes de trânsito, o uso de arma de fogo, um incêndio ou até determinadas posturas em desacordo com aquele ambiente, isso faz “explodir” a câmera para o observador. E, após análise do cenário, ele vai poder acionar o órgão competente para aquela ocorrência — salienta o secretário.

Desde a abertura do edital, ao menos 16 empresas no Estado já se mostraram interessadas na proposta. Além disso, outros investimentos para a área também são planejados como a aquisição de nova frota de veículos e coletes à prova de balas.

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