Possíveis familiares de terceira vítima de acidente de helicóptero em Joinville fizeram exame de DNA - Geral - A Notícia

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Investigação continua13/03/2018 | 10h39Atualizada em 13/03/2018 | 10h39

Possíveis familiares de terceira vítima de acidente de helicóptero em Joinville fizeram exame de DNA

Previsão é de que o laudo saia em até 20 dias. Exame está sendo feito em Florianópolis

Possíveis familiares de terceira vítima de acidente de helicóptero em Joinville fizeram exame de DNA Salmo Duarte/A Notícia
Foto: Salmo Duarte / A Notícia

Possíveis familiares da terceira vítima do acidente com o helicóptero que ocorreu na última quinta-feira em Joinville, estiveram no IML de Joinville. Eles disseram não ter acesso a nenhum prontuário odontológico do familiar, que estaria desaparecido, nem possuir fotos da vítima, o que impossibilita a identificação pela arcada dentária. Também não autorizaram a divulgação do nome da possível  vítima pelo IML.

Foi feita a coleta de sangue dos possíveis familiares que será encaminhado para o Instituto de Análises Forenses (IAF), em Florianópolis, onde será realizado exame de DNA.  A previsão é de que o laudo seja concluído em até 20 dias. O IML havia conseguido pegar amostra de sangue do corpo carbonizado ainda na quinta-feira.

SOBREVIVENTE

O sobrevivente da queda do helicóptero ainda está internado em estado grave no Hospital São José, em Joinville. Daniel da Silva, 18 anos, foi a única vítima a sobreviver ao acidente. Segundo o hospital, o estado de Daniel ainda é grave e inspira cuidados. 

De acordo com a Polícia Federal, que está a frente das investigações do caso, aguarda-se a evolução do quadro de saúde para a retirada da respiração artificial, o que pode ser lento e sem prazo.

Segundo o delegado e chefe da Polícia Federal de Joinville, Alexandre de Andrade Silva, as investigações continuam normalmente e o eventual testemunho de Daniel é apenas mais um detalhe. Isso porque ele pode se reservar ao direito de não falar.

O que se sabe até o momento com relação a Daniel é que ele teria fretado a aeronave na companhia de outro passageiro, morto no acidente e ainda não identificado, e teria participação no sequestro da aeronave - sem objetivo esclarecido.

A PF afirma que ele responderá por crimes de exposição de aeronave a perigo, agravado pela queda e ocorrência de mortes, e de porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, cujas penas máximas somadas podem chegar a 30 anos de prisão. 

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