Sindicatos organizam atos contra a Reforma da Previdência em Joinville - Geral - A Notícia

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Protestos19/02/2018 | 09h16Atualizada em 19/02/2018 | 12h06

Sindicatos organizam atos contra a Reforma da Previdência em Joinville

Segunda-feira deve ser marcada por paralisações organizados pelos sindicatos nas frentes de trabalho, além de ato de maior concentração às 16 horas

Sindicatos organizam atos contra a Reforma da Previdência em Joinville Aldo Brasil/Jornal A Notícia
Foto: Aldo Brasil / Jornal A Notícia
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As manifestações nacionais contra a Reforma da Previdência - proposta pelo governo Temer – também devem ocorrer em Joinville nesta segunda-feira. Servidores municipais e estaduais, federações,  movimentos sindicais e sociais se reúnem nas frentes de trabalho em oposição à votação da PEC 287/2016, que deve ocorrer ainda neste mês na Câmara dos Deputados. 

O Sindicato dos Bancários de Joinville começa a concentração da manifestação às 10 horas, na Praça da Bandeira. De acordo com Valdemar Bruno da Luz dos Santos, presidente da organização, a participação no protesto foi deliberada durante assembleia realizada na última semana, mas não foram todos os trabalhadores que decidiram aderir ao movimento desta segunda. No período da manhã, a paralisação contou com cerca de 30 pessoas

Além deste ato, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville e Região (Sinsej), se reúne em frente a Câmara de Vereadores, no Centro, a partir das 14 horas, e se estende durante esta tarde.  

Segundo Lourival Pisetta, coordenador da União Sindical de Joinville, além de atos pontuais organizados pelos sindicatos, um protesto de maior concentração também acontece na Praça da Bandeira, no Centro da cidade, por volta das 16 horas.    

— É importante deixar claro que os bancários não vão parar as agências, podem ocorrer atrasos pontuais, mas os bancos estarão funcionando normalmente — explica o presidente.

O que diz a PEC 287

A proposta de emenda à Constituição (PEC) 287, encaminhada ao Congresso Nacional pelo governo Michel Temer para equilibrar as finanças da União estipula, entre outras coisas, mudanças na concessão do benefício.  

O governo pretende fixar idade mínima de 65 anos para requerer aposentadoria e elevar o tempo mínimo de contribuição de 15 anos para 25 anos. Atualmente, não há uma idade mínima para o trabalhador se aposentar. Pelas regras em vigor, é possível pedir a aposentadoria com 30 anos de contribuição, no caso das mulheres, e 35 anos no caso dos homens. O projeto da reforma tramita desde dezembro de 2016 no Congresso. 

 

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