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Segurança08/02/2018 | 15h13Atualizada em 08/02/2018 | 18h45

Corpo é encontrado carbonizado em ilha de São Francisco do Sul

Suspeito teria ameaçado família e confessado matar outro homem na Ilha Redonda

Corpo é encontrado carbonizado em ilha de São Francisco do Sul Salmo Duarte/Agencia RBS
Foto: Salmo Duarte / Agencia RBS

O corpo de um homem foi encontrado carbonizado na manhã desta quinta-feira na Ilha Redonda, em São Francisco do Sul. Ele foi encontrado após uma denúncia e não teve o nome divulgado. Segundo a Polícia Militar, outro homem que estava na ilha  - e também teria ameaçado uma família - confessou o crime.

O caso começou na noite da última quarta-feira, quando uma mãe e um filho ligaram para a polícia dizendo que estavam sendo ameaçados por um homem na Ilha. Com a ajuda da Marinha, a Polícia Militar conseguiu chegar ao local.

O homem tentou fugir pela mata, se livrou de uma espingarda, mas foi preso pelos policiais. A arma foi apreendida e as vítimas levadas para a delegacia, juntamente com o suspeito. Segundo a PM, ele responderá por posse ilegal de arma e ameaça.

Durante a manhã desta quinta-feira, houve uma denúncia de que havia um corpo carbonizado na mesma ilha. De acordo com a polícia, a mulher que havia sido ameaçada afirmou que um homem havia desaparecido na noite anterior. 

A polícia voltou ao local e encontrou o homem queimado. Segundo a PM, o suspeito preso na noite anterior confessou o crime. Foram encontradas cápsulas deflagradas no local do crime, o que faz a polícia acreditar que ele matou o outro homem a tiros e depois o queimou para tentar se livrar do corpo.

Este foi o primeiro homicídio registrado neste ano em São Francisco do Sul. O nome do autor do crime também não foi divulgado pela Polícia Militar.

Correção: os dois homens envolvidos no caso não são caseiros da ilha, como informado anteriormente na matéria. A informação havia sido repassada pela Polícia Militar, mas o advogado Eduardo Nogueira, representante legal dos proprietários da Ilha Redonda, afirmou que os dois homens nunca foram funcionários dos proprietários ou caseiros da ilha. Segundo ele, supostamente, ambos seriam pescadores que utilizavam a ilha como ponto de apoio.

 

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