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Balneabilidade02/02/2018 | 17h49Atualizada em 02/02/2018 | 18h38

Apesar de leve melhora, maioria dos pontos segue imprópria para banho em SC

No Estado, 53,9% dos locais analisados estão impróprios, segundo o relatório da Fatma

Apesar de leve melhora, maioria dos pontos segue imprópria para banho em SC Cristiano Estrela/Diário Catarinense
Foto: Cristiano Estrela / Diário Catarinense
Diário Catarinense
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 Apesar de uma leve melhora nos indicadores, a maioria dos pontos analisados segue imprópria para banho em Santa Catarina. O relatório de balneabilidade das praias divulgado nesta sexta-feira pela Fundação do Meio Ambiente (Fatma) mostra que apenas 46% dos pontos estavam próprios nesta semana, um leve acréscimo em relação a semana passada, quando eram 43,7% pontos, pior resultado das últimas cinco temporadas

Neste boletim são 99 pontos próprios de um total de 215.  Em Florianópolis, que concentra o maior número de locais avaliados, apenas 30 dos 75 pontos estão próprios, o que dá um percentual de 40%. Na semana passada era ainda mais baixo: 36%. Em Canasvieiras todos os pontos seguem impróprios e nos Ingleses, apenas um ponto, em frente à Rua Morro das Feiticeiras, no canto esquerdo, permite o banho. Já em Jurerê, dos quatro pontos analisados, apenas um está próprio. Na parte Internacional, os dois locais avaliados estão impróprios. 

No restante do litoral, 69 (49,3%) dos locais analisados estão aptos para os banhistas. Em relação ao relatório da semana passada, nove pontos passaram a ser impróprios e 14 mudaram para próprios. 

Algumas cidades apresentam situação ainda mais crítica, como é o caso das de Palhoça,com apenas um local (16%), dentre os seis analisados, próprio. Em Itapema e Bombinhas só 25% dos locais estão nesta categoria e em Penha o índice é de 36,3%. Em Governador Celso Ramos, são apenas cinco (38,4%), dos 13 avaliados, locais próprios.  Em Balneário Camboriú, nove (53,3%) dos 15 pontos localizados entre a Barra Norte e Barra Sul, incluindo a praia Central, estavam próprios. 

— As chuvas reduziram no litoral e com isso melhora a balneabilidade. Como é preciso cinco coletas consecutivas, esses resultados ainda têm impacto das enxurradas de janeiro — explica  o técnico responsável pelo laboratório Marlon Daniel da Silva. 

Ele acredita que, se houver menos chuva, e com menor número de turistas, o relatório deve voltar ao patamar de 70% de pontos próprios dentro de até três semanas. 

Entenda como é feita a análise da Fatma

A Fatma segue as normas da Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Dessa maneira, é levado em consideração o conjunto das últimas cinco análises. Para que um ponto seja considerado impróprio, duas dessas cinco análises precisam ter resultados negativos — com mais de 800 coliformes por 100 mililitros de água. Outra possibilidade de o ponto não estar banhável é se em apenas uma coleta forem localizados mais de 2 mil coliformes por 100 mililitros de água. 

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