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É crime21/01/2018 | 11h27Atualizada em 21/01/2018 | 11h28

Jovem posta foto de blitz em grupo do WhatsApp e acaba presa

Motociclista de Roraima afirmou não saber que o ato era considerado crime 

Jovem posta foto de blitz em grupo do WhatsApp e acaba presa Detran-RR / Divulgação/Divulgação
Foto: Detran-RR / Divulgação / Divulgação

Uma jovem de 21 anos foi presa após divulgar a foto de uma blitz em um grupo no WhatsApp. O caso ocorreu na quinta-feira, em Boa Vista, capital do Estado de Roraima. As informações são do G1.

Conforme relato do agente de trânsito Eslon Gomes, o Detran fazia uma fiscalização de rotina na Rua Tambaqui, quando a jovem que pilotava uma motocicleta foi abordada. 

Após verificação, foi constatado que ela dirigia sem habilitação. Enquanto aguardava a atuação, a jovem sentou em um local próximo da blitz e começou a tirou fotos da operação. Em seguida, a jovem teria enviado as imagens para um grupo de WhatsApp, além de publicar no seu Facebook.

Na mesma hora, um agente do Detran, que fazia parte do grupo em que a jovem havia publicado a foto,  avisou os colegas que faziam a abordagem na rua.   

Segundo Gomes, pela posição da foto, foi possível identificar quem seria o autor.  A jovem foi presa na hora por policiais militares que prestavam apoio à ação do Detran. Ela acabou confessando que havia postado a foto, mas alegou não saber que o ato era considerado crime.

Quem alertar sobre barreiras pode ser condenado a até cinco anos de prisão

No final de dezembro, 17 pessoas foram indiciadas pelo mesmo crime  em Vacaria.  A Polícia Civil investigou usuários de um grupo de WhatsApp batizado de "Rádio Patrulha", criado para a troca de informações entre os condutores, especialmente os que transitam em vias urbanas da cidade e nas BRs 116 e 285. Em um dos áudios disparados no grupo, um motorista "advertia" para fiscalização da guarda de trânsito.    

Com base no artigo 265 do Código Penal, o ato é considerado crime, pois atenta contra à segurança de serviço de utilidade pública.  A pena prevista pode ser de até cinco anos de  prisão. 


 

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