Catarinense preso na Venezuela escreve desabafo nas redes sociais após ser deportado - Geral - A Notícia

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Alívio08/01/2018 | 11h20Atualizada em 08/01/2018 | 11h20

Catarinense preso na Venezuela escreve desabafo nas redes sociais após ser deportado

Jonatan Moises Diniz estava preso desde o último dia 28 de dezembro

Catarinense preso na Venezuela escreve desabafo nas redes sociais após ser deportado ARQUIVO PESSOAL/Facebook
Foto: ARQUIVO PESSOAL / Facebook
Diário Catarinense
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Após aproximadamente dez dias de sofrimento e preocupação, a família do catarinense Jonatan Moisés Diniz, que estava preso desde o dia 28 de dezembro na Venezuela, conseguiu contado com ele. Jonatan  foi deportado no fim da tarde deste sábado para os Estados Unidos e por volta das 17h30 deste domingo escreveu um desabafo nas redes sociais sobre tudo o que passou durante os três meses em que viveu na Venezuela.

Além de um texto, Jonatan publicou também uma foto na qual aparece sorrindo, com um boné onde está escrito "Venezuela" e uma criança no colo. No desabafo, ele diz:

- Os 3 meses que vivi lá (entre Maio e Agosto 2017, justo nos protestos mais fortes que Venezuela já teve), eu sim fui a muitos protestos (como observador, jamais toquei em uma arma).

Por telefone, a mãe Renata Dinz, que mora em Balneário Camboriú, disse que o filho estava muito cansado e que vai contar tudo o que aconteceu aos poucos. Ela também informou que vai respeitar a vontade do filho e não repassará informações sobre o local onde ele está.

Jonatan finalizou o texto nas redes sociais com a seguinte frase:

- Estou bem e em segurança, reservo meu direito de manter sigilo de onde estou ou para onde vou, espero que compreendam, tenho minha vida pessoal e particular.

Confira a publicação:

A prisão
O jovem foi detido junto com três venezuelanos no dia 28 de dezembro pelas forças de segurança do país, no estado de Vargas. Segundo a agência oficial de notícias venezuelana, o jovem era acusado de manter atividades desestabilizadoras contra o regime de Nicolás Maduro. Para o governo, Jonatan faria parte de uma ONG que usaria a arrecadação de fundos para caridade como fachada, para promover ações contra o regime.

 

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