Moradores de Santa Catarina têm a maior expectativa de vida do país, aponta IBGE - Geral - A Notícia

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Longevidade01/12/2017 | 12h48Atualizada em 01/12/2017 | 12h52

Moradores de Santa Catarina têm a maior expectativa de vida do país, aponta IBGE

Catarinense vive em média 79,1 anos, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira

Moradores de Santa Catarina têm a maior expectativa de vida do país, aponta IBGE Leandro Lessa/Rádio CBN Diário
Foto: Leandro Lessa / Rádio CBN Diário
Diário Catarinense
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Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE) divulgado nesta sexta-feira aponta que os moradores de Santa Catarina têm a maior expectativa de vida do país. No Estado, a média é 79,1 anos, acima do índice nacional, que é de 75,8. Em segundo lugar estão Espírito Santo (78,2), Distrito Federal (78,1) e São Paulo (78,1). A menor taxa está no Maranhão, com 70,6 anos. Os dados são referentes a 2016.

Entre as mulheres catarinenses a expectativa de vida é ainda maior, chega a 82,4 anos, também a maior do país. O mesmo ocorre entre os homens de SC, onde a média atinge os 75,8.  O estudo indica que a expectativa de vida dos homens em Santa Catarina é superior à das mulheres dos Estados de Roraima (74,3 anos), Maranhão (74,5 anos), Rondônia (75,0 anos), Piauí (75,3 anos) e Amazonas (75,5 anos).

No estudo sobre a probabilidade de uma criança não atingir o primeiro ano de idade, o Estado fica em segundo lugar, com 9,2 casos para cada 1 mil nascidos vivos. A liderança está com o Espírito Santo (8,8). No Amapá, que apresenta a pior média, o índice é de 23,2. Segundo o instituto, uma criança nascida do Maranhão sujeita a lei de mortalidade observada em 2016, esperaria viver em média, aproximadamente 8,5 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina.

Taxas de mortalidade infantil acima de 20 por mil nascidos vivos também foram encontradas no estudo em Rondônia e no Maranhão. O IBGE pondera que mesmo os Estados do Espírito Santo, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, com taxas abaixo de 10 por mil estão longe das encontradas nos países mais desenvolvidos do mundo. Japão e Finlândia , por exemplo, para o ano de 2015, possuem taxas abaixo de 2 por mil ( aproximadamente 1,9 por mil nestes dois países).

De acordo com o IBGE,  a mortalidade na infância (de crianças menores de cinco anos de idade) caiu no Brasil de 16,1 por mil em 2015 para 15,5 por mil em 2016. Das crianças que vieram a falecer antes de completar os 5 anos de idade, 85,8% teriam a chance de morrer no primeiro ano de vida e 14,2% de vir a falecer entre 1 e 4 anos de idade. Em 1940, a chance de morrer entre 1 e 4 anos era de 30,9%, mais que o dobro do que foi observado em 2016.

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