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Turismo06/11/2017 | 09h45Atualizada em 06/11/2017 | 09h45

SC terá a melhor temporada de cruzeiros desde 2014

Primeiro navio chegou neste domingo a Porto Belo, com 800 passageiros

SC terá a melhor temporada de cruzeiros desde 2014 Bianca Ingletto / Arquivo Pessoal/Arquivo Pessoal
Foto: Bianca Ingletto / Arquivo Pessoal / Arquivo Pessoal

O navio Sirena, da companhia de cruzeiros Ocean Cruises, fez escala em Porto Belo neste domingo e abriu a temporada de transatlânticos em Santa Catarina _ a melhor dos últimos três anos. O Estado terá, até março, 42 paradas de cruzeiros. É cinco vezes mais do que o registrado na última temporada, quando houve apenas sete escalas por aqui.

A última grande temporada de cruzeiros catarinense ocorreu em 2014, quando Itajaí e Porto Belo receberam, juntas, 52 escalas. De lá para cá, já com o mercado desaquecido, Itajaí e São Francisco do Sul saíram do roteiro regular por questões estruturais.

Este ano, a entrada de Balneário Camboriú no circuito de transatlânticos foi a responsável pelo upgrade. O Atracadouro Barra Sul, do Grupo Tedesco, é considerado a grande novidade no mercado brasileiro e possibilitou a oferta de minicruzeiros, que foram a grande aposta das empresas de turismo neste ano de economia retraída. 

A MSC, principal operadora a aportar em Santa Catarina, aumentou em 40% a quantidade de cabines em relação à última temporada. É da empresa o primeiro navio a fazer escala oficial em Balneário _ o Preziosa, que chega em 21 de novembro.

O novo fôlego é uma boa notícia para um mercado que vinha em queda desde 2012, quando atingiu o ápice com 20 navios operando no Brasil. Neste ano serão sete, e a maioria deles passará por Santa Catarina durante o verão.

A região Sul é a segunda preferida pelos turistas que viajam em transatlânticos, segundo a Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia/Abremar). Ainda perdemos para os destinos do Nord

Entraves

A perspectiva é positiva, mas ainda há entraves a serem resolvidos para que Santa Catarina cresça no mercado de cruzeiros. Um deles é a falta de alfandegamento. A Clia/Abremar tenta uma alteração legal para permitir que cidades como Porto Belo, que não têm porto de cargas, possam ter o chamado alfandegamento de trânsito, que permite que navios que vêm do exterior parem na cidade. 

Outro ponto a ser considerado é a infraestrutura: Itajaí, por exemplo, corre atrás de um novo píer de transatlânticos para retomar seu lugar no rol de escalas. O investimento compensa: Em Balneário Camboriú, a estimativa é que os turistas que vêm com os navios deixem R$ 40 milhões neste verão.

Audiência

Por falar em cruzeiros, a Fatma marcou para o dia 21 de novembro no Centro de Eventos Itália, em Balneário Camboriú, a audiência pública para apresentação e discussão do Relatório de Impacto Ambiental do BC Port, projeto de um porto de turismo. A discussão estava marcada para o mês de setembro mas foi cancelada pelo órgão ambiental.

Acompanhe as publicações da colunista Dagmara Spautz:

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