Mulher que chamou filha de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso de macaca admite que fez comentários racistas - Geral - A Notícia

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Racismo30/11/2017 | 10h56Atualizada em 30/11/2017 | 10h56

Mulher que chamou filha de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso de macaca admite que fez comentários racistas

Em entrevista ao jornal O Globo, Dayane Andrade diz que se considera negra e confirmou que já foi presa nos EUA por procurar serviço de prostituição

Mulher que chamou filha de Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso de macaca admite que fez comentários racistas Day McCarthy/Reprodução
Foto: Day McCarthy / Reprodução
GaúchaZH
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Acusada de cometer o crime de injúria racial contra Titi, a filha dos atores Bruno Gagliasso e Giovana Ewbank, Dayane Alcântara Couto de Andrade, 28 anos, admitiu que seus comentários contra a menina foram racistas. Em entrevista ao jornal O Globo, a brasileira, conhecida nas redes sociais pelo nome de Day McCarthy disse que se considera negra. Dayane culpou a “sociedade” pelos seus pensamentos racistas.

No último sábado (25), a socialite, como ela se identifica, publicou um vídeo na ofendendo de forma racista Titi. Nas imagens, a mulher chamou a criança de "aquela macaca", além de outras ofensas. Dayane justificou o ataque afirmando que sofre racismo na internet. A socialite disse que o vídeo foi enviado a um grupo fechado, mas acabou vazando.

Na entrevista ao jornal O Globo, Dayane também confirmou que já foi presa nos Estados Unidos por procurar serviço de prostituição. Segundo ela, a atividade foi solicitada para comemorar o aniversário do marido, em 2015.

Dayane também afirmou que "não tem nada contra negros" e que, da mesma forma que brancos, existem pessoas negras bonitas e feias. A socialite, que nasceu em Vitória, no Espírito Santo, disse que teve uma infância muito pobre e que enfrentou dificuldades financeiras durante a adolescência. Com 18 anos, a brasileira disse que conheceu um americano em Búzios (RJ). Ela afirmou que ficou casada com o estrangeiro durante sete anos, morando em Nova York e Washington. Após o divórcio, Dayane se mudou para o Canadá, onde abriu uma loja e um salão.

Na segunda-feira, Bruno Gagliasso registrou queixa na polícia, na manhã desta segunda-feira (27), contra as ofensas racistas sofrida por sua filha. O ator disse que a socialite "vai responder por isso".

Ao jornal O Globo, Dayane disse que conta com o serviço de advogados no Brasil. Ela acrescentou que ainda não foi notificada sobre o caso e que não pretende vir ao Brasil para responder as acusações.

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