Teste AN nas Ruas: Queixa de moradores, falta de ciclofaixas não tem prazo para ser resolvida na rua Fátima - Geral - A Notícia

Versão mobile

Avaliação08/09/2017 | 08h10Atualizada em 08/09/2017 | 08h10

Teste AN nas Ruas: Queixa de moradores, falta de ciclofaixas não tem prazo para ser resolvida na rua Fátima

Mesmo com a via tendo quase três quilômetros, ciclistas contam com uma extensão de apenas 700 metros

Teste AN nas Ruas: Queixa de moradores, falta de ciclofaixas não tem prazo para ser resolvida na rua Fátima A Notícia/
Foto: A Notícia
Foto: Maykon Lammerhirt / A Notícia

Os problemas por causa do ritmo intenso no percurso não é exclusividade de motoristas e pedestres: adeptos da bicicleta transitam em meio aos veículos devido à falta de ciclofaixas. Com pista simples dos dois lados da via e veículos estacionados no acostamento, incluindo os de grande porte, muitos ciclistas andam em cima das calçadas para fugir do perigo. A "fuga", porém, representa riscos também para quem está a pé.

Dos quase três quilômetros de extensão, desde o limite entre os bairros Jarivatuba Itaum até a encosta do mangue, no Fátima, somente cerca de 700 metros (sete quadras) têm faixa exclusiva para ciclistas. A ciclofaixa compreende o trecho entre as ruas Florianópolis e São Mateus.

A necessidade de mais segurança para os ciclistas e pedestres, segundo eles, está, especialmente, nos quilômetros finais da estrada, perto da rua Guanabara. A região tem um centro de educação infantil, mas conta com apenas uma faixa de pedestres nas proximidades, além de uma placa indicando velocidade máxima de 30 km/h.

Moradora do bairro e usuária de bicicleta desde criança, a dona de casa Regina Pires conta que, mesmo sabendo dos riscos, enfrenta o vaivém de carros, caminhões e ônibus por necessidade.

Confira outras notícias de Joinville e região.

— Ando de bicicleta desde pequena e aqui o ciclista não tem segurança. Para mim, esse é o principal problema da rua e é preciso ter mais ciclofaixas, pois eu e outros moradores precisamos da bicicleta para nos deslocar, seja para ir à padaria, ao mercado ou para trabalhar — afirma.

O reciclador Valdir dos Santos passa pela mesma situação. Com uma carretinha de coleta improvisada (com pneus de bicicleta), ele anda pelo acostamento da rua Fátima todos os dias. Por vezes, vai para o asfalto para desviar de veículos estacionados ou precisa esperar que outros veículos manobrem para desocupar a pista e ele possa continuar o serviço.

— Para nós, que andamos a pé ou de bicicleta, é preciso melhorar as condições das faixas de pedestres, que estão escondidas, e mais ciclovia. As pessoas vão atravessar, e os motoristas não veem porque estão apagadas, então ocorrem acidentes, ou é preciso esperar que eles (motoristas) passem. Sempre passamos por essa situação — afirma ele.

Questionado, o governo municipal disse que, no momento, não há previsão de implantação de ciclofaixas nos pontos deficitários para a rua Fátima.

A Notícia
Busca
clicRBS
Nova busca - outros