Geral, A Notícia, clicRBSA Notíciahttp://anoticia.clicrbs.com.br/sc/urn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-iatom© 2011-2018 clicrbs.com.br2018-02-19T06:01:01-03:00urn:publicid:clicrbs.com.br:24090638Catarinenses semeiam boas ações com empreendedorismo para fortalecer comunidades na ÁfricaJovens assumem iniciativas para cumprir Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e causam impacto em populações empobrecidas2018-02-18T09:38:01-03:002018-02-18T09:38:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSTucker CocchiarellaCatarinenses semeiam boas ações com empreendedorismo para fortalecer comunidades na ÁfricaA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24090638Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-catarinenses-semeiam-boas-acoes-com-empreendedorismo-para-fortalecer-comunidades-na-africa-10166288Catarinenses semeiam boas ações com empreendedorismo para fortalecer comunidades na ÁfricaJovens assumem iniciativas para cumprir Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e causam impacto em populações empobrecidas2018-02-18T09:38:01-03:002018-02-18T09:38:01-03:00© 2011-2018 clicrbs.com.brYuri Kuzniecow, 23 anos, nasceu em Imbituba. Pedro Casali, 23 anos, é de Joinville. Maira Cristina, 30 anos, nascida em São Miguel do Oeste, e moradora de Florianópolis. Neste domingo, os três se encontram nos altos das montanhas de Uganda, na África, articulando os próximos passos de um projeto social com o potencial de transformar a tribo Acholi, da região de Kitgum, norte daquele país.Essa tribo foi uma das mais afetadas pela ação de Joseph Kony, líder de um exército rebelde que recrutava crianças para se tornarem soldados ou até escravos sexuais.O plano dos catarinenses é trabalhar com empoderamento social para inspirar, treinar e engajar os moradores a construírem uma comunidade melhor e apagar, assim, as marcas deixadas por Kony e seu exército. Yuri, Pedro e Maira são jovens que abriram mão do conforto em família para direcionar energias em campanhas humanitárias pautadas nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).A ideia é estabelecer conexão entre desafios da humanidade – acabar com a fome e a pobreza em todos os lugares, disponibilizar água e saneamento a todos, promover sociedades pacíficas, entre outros – com ações simples que pessoas comuns consigam implementar.Yuri (segundo, da esquerda para a direita), Maira (ao centro) e Pedro (à direita) fazem parte de startup social que ajuda a resolver problemas de comunidades como a tribo Acholi, em UgandaFoto: Tucker Cocchiarella / Arquivo PessoalPara isso, os jovens criaram a startup social InSpark Lab. A iniciativa, já levada a Marrocos, Egito e Quênia, seguirá de Uganda para Congo, Tanzânia, Índia, Nepal, Butão, Vietnã e outros destinos ainda indefinidos. A InSpark tem uma equipe de cinco membros efetivos, contando com Tucker Cochicarella (americano, gestor de mídias e cofundador do projeto com Yuri) e Mwongera (nome africano de Kilian Bartsch, alemão que pesquisa novas tecnologias de inovação social).Pedro e Maira integraram o grupo no início de fevereiro, assumindo as funções de estratégia/desenvolvimento de negócio e gestão de resultados, respectivamente. Para tornar os ODS realidade, os jovens procuram integrar um conjunto de soluções que ajudem a comunidade a partir das suas necessidades. Assim, os objetivos da ONU que parecem de complexa resolução se concretizam com medidas simples, como energias renováveis, reciclagem, agricultura compartilhada e permacultura para criar modelos de negócio social que sejam sustentáveis e se adequem às demandas e particularidades de cada comunidade.Aproximação do grupo com as comunidades permite ensiná-las a simplificar medidas para combater a fome e criar negócios sustentáveisFoto: . / Arquivo PessoalSoluções feitas pelos próprios moradoresO propósito da InSpark é facilitar o desenvolvimento de modelos de baixo custo com potencial de impacto social por meio dos próprios moradores das comunidades.– A equipe trabalha com uma principal ferramenta: o empoderamento social. A função fundamental da organização é a de facilitar o desenvolvimento dessas iniciativas, mas os protagonistas vêm da própria comunidade – explica Yuri Kuzniecow, estudante de engenharia.A criação e gestão das soluções geradas são feitas pelos próprios moradores, que usam conhecimentos, referências e técnicas trazidas pela equipe da InSpark como forma de acelerar o progresso. A startup funciona como laboratório de transformação social, experimentando diferentes maneiras de mudar o mundo de dentro para fora.– Para a gente, não existem comunidades pobres, só comunidades que ainda não enxergaram o potencial dos recursos que possuem. O nosso trabalho se resume a abrir os olhos dessas comunidades e acelerar uma melhor gestão de recursos – afirma Yuri.Foco dos jovens está no cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONUFoto: Tucker Cocchiarella / Arquivo PessoalAs experiências passam por campos de refugiados, comunidades carentes, tribos, vilarejos e áreas de conflito. As iniciativas são tomadas com o intuito de encorajar a mudança e assegurar a transformação. Durante os últimos quatro meses, as aventuras passaram por etapas como o contato com um campo de refugiados clandestino no norte do Marrocos, a história de uma deficiente física na luta contra a desigualdade de gênero no mundo árabe ou até mesmo um experimento social de inversão de papéis, no qual eles se passaram por moradores de rua nas avenidas de Cairo, no Egito.O mais recente e relevante dos projetos foi realizado na comunidade de Muchatha, na periferia de Nairobi, Quênia, com o objetivo de erradicar a fome de um estado inteiro nos próximos anos.– É uma inversão da ideia de que populações da África subsaariana, por exemplo, precisam de dinheiro e que se faça algo por eles. Na verdade, o capital humano que eles têm na comunidade é suficiente para catalisar as transformações necessárias. Além do impacto presencial, a experiência é compartilhada nas redes sociais como forma de despertar em outras pessoas a vontade de fazer algo parecido.Foto: . / Arquivo PessoalAjuda a próprio custoO projeto propõe as primeiras viagens e missões até o final de 2018. No retorno ao Brasil, o objetivo é aplicar o aprendizado de transformação social em lugares onde houver demandas.– Não temos vinculação político-partidária. Somos jovens empreendedores e estamos bancando as despesas do próprio bolso, por enquanto, pelo amor à camisa – defende Yuri Kuzniecow.Ele está viajando o mundo por conta própria há mais de um ano, dando aulas de tênis, surf e trabalhando em hostels para levantar economias. Pedro Casali, que prepara o trabalho de conclusão de curso em Engenharia de Automação pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), guardou economias de estágios e intercâmbio.– É uma oportunidade incrível poder trabalhar com algumas das comunidades mais pobres do mundo e ajudar a erradicar a fome e a miséria. Mas meu objetivo principal é aprender para voltar ao Brasil e replicar essas soluções – projeta Pedro.Maira Cristina atuou como engenheira eletricista por seis anos, guardou dinheiro, pediu demissão, quando decidiu se juntar ao projeto. Diferentemente de Yuri e Pedro, que já tinham trabalhado juntos no Movimento Empresa Júnior, Maira tomou a decisão quando viu o trabalho nas redes sociais:– Queria viajar pelo mundo para aprender com experiências e fazer trabalhos sociais que impactassem positivamente a vida das pessoas à minha volta.Foto: . / Arquivo Pessoal"Quero ser fagulhas de transformação"Yuri Kuzniecow, cofundador do projeto, reconhece que sempre teve uma vida boa. Incentivado pelos pais, praticou esportes, viajou, conheceu pessoas, lugares, fez intercâmbio. Começou a se envolver com questões sociais por meio de um grupo filantrópico ainda adolescente. Entrou para Medicina, na Unisul, com vontade de ser médico de família. Desistiu quando, mais próximo da profissão, percebeu que a realidade era diferente do imaginado. Por influência do pai, engenheiro, cursou Produção Mecânica, na UFSC. Mais tarde, ficaria desmotivado. Mas atividades extracurriculares o colocariam no caminho do Movimento Empresa Júnior. Em 2016, em Florianópolis, foi um dos coordenadores da Conferência Mundial de Empresas Juniores. A troca de experiências o fez pensar:– Depois do evento, fiz um PowerPoint para os meus pais e projetei na TV o meu sonho: uma viagem de volta ao mundo para crescer pessoalmente e descobrir novos horizontes. Não pedi permissão, mas bênção.Foto: . / Arquivo PessoalEntre dificuldades e compensaçõesYuri estava na Costa Rica quando conheceu outro jovem, o estadunidense Tucker Cocchiarella. Descobriram que tinham o mesmo anseio de fazer algo pela humanidade e montaram o projeto originalmente batizado de Tales4Change, que evoluiu para a criação da InSpark.– É audacioso fazer o que estamos tentando, que para mim significa lançar fagulhas que gerem transformação no mundo – diz Yuri.O que é bonito também tem lá seu lado mais difícil. Foram quase presos: duas vezes no Marrocos, ao tentar entrar num campo de refugiados clandestinos (que seria bom para as pessoas, mas não para a imagem do governo perante a situação); e no Egito, na luta pela liberdade de expressão, onde jornalistas são torturados e desaparecem com relativa frequência.– São os riscos da nossa operação. Reflexo de uma triste realidade em diferentes partes do mundo. Mas com compensações. Em Muchatha, por exemplo, que tem potencial de erradicar a fome, facilitaram o registro de uma cooperativa com o objetivo de transformar a vida de milhares de pessoas – reconhece Yuri.O jovem afirma que os pais apoiam e sentem orgulho em vê-lo fazendo algo de positivo, mas também preocupados por saber que está morando em favelas, entre refugiados ou em lugares aonde o governo brasileiro às vezes aconselha a não ir.– Fazemos contato permanente. Um dia, a mãe me ligou 17 vezes – conta, rindo. Yuri diz ver a viagem como uma jornada de peregrinação do bem, com o objetivo de provar a teoria de que as verdadeiras transformações só podem acontecer de dentro para fora, com o aprendizado como maior princípio.– É lógico que fazemos a diferença por onde passamos, mas estamos aprendendo muito. Quando o projeto encerrar e voltarmos para nossas cidades, estaremos bem mais preparados para colocar em prática essas ações de empreendedorismo social.Saiba mais:Clique aqui e conheça mais sobre a InSpark Lab ou acompanhe o canal no YoutubePorto Alegre, RSA NotíciaCatarinenses semeiam boas ações com empreendedorismo para fortalecer comunidades na ÁfricaA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-catarinenses-semeiam-boas-acoes-com-empreendedorismo-para-fortalecer-comunidades-na-africa-10166288Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24090883Mulheres representam 11,8% dos trabalhadores na construção em JoinvilleParticipação feminina em todos os cargos da área se expande no Estado e, em Joinville, supera a média estadual2018-02-17T10:48:05-02:002018-02-17T10:48:05-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSalmo DuarteMulheres representam 11,8% dos trabalhadores na construção em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24090883Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-mulheres-representam-11-8-dos-trabalhadores-na-construcao-em-joinville-10166359Mulheres representam 11,8% dos trabalhadores na construção em JoinvilleParticipação feminina em todos os cargos da área se expande no Estado e, em Joinville, supera a média estadual2018-02-17T10:48:05-02:002018-02-17T10:48:05-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO ramo da construção civil, tradicionalmente marcado pela dominância do universo masculino, vivencia um novo momento em Santa Catarina com a consolidação e o aumento da participação feminina nos cargos de liderança e nos canteiros de obra. Essa realidade é comprovada pelos números e se expande ano a ano no Estado, em especial em Joinville, onde a presença da mulher no setor supera a média estadual.Na cidade, elas representam 11,8% do total de empregados na construção civil, acima dos 9,7% de representação que as mulheres têm em território catarinense – como aponta o último dado da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), de 2016. Os dois percentuais apontam ganho de espaço feminino na profissão quando comparados ao início da década, em 2011, quando a média de participação na área era de 10% no município e 8% no Estado.Mesmo com o avanço proporcional delas entre os profissionais atuando no setor, houve redução no quadro de empregados na construção civil, situação advinda entre 2015 e 2016 em decorrência da instabilidade econômica. Ainda em baixa no saldo total de empregos em 2017, entre as mulheres o saldo no ano foi positivo. !function(e,t,s,i){var n="InfogramEmbeds",o=e.getElementsByTagName("script")[0],d=/^http:/.test(e.location)?"http:":"https:";if(/^\/{2}/.test(i)&&(i=d+i),window[n]&&window[n].initialized)window[n].process&&window[n].process();else if(!e.getElementById(s)){var r=e.createElement("script");r.async=1,r.id=s,r.src=i,o.parentNode.insertBefore(r,o)}}(document,0,"infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");Foram 1.130 postos de trabalho fechados para homens, contra 204 novas vagas abertas para mulheres nos 295 municípios catarinenses. Já das vagas joinvilenses em regime de CLT, a área teve queda de 46 ocupações masculinas e ganho de 27 vagas femininas no período, conforme a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc).Para a vice-presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon) de Joinville, Ana Rita Vieira – que também atua no setor –, essa evolução demonstra que não existe uma diferença do que o homem pode fazer e o que uma mulher pode fazer dentro de um canteiro de obras. A máxima é que a profissão não é seletiva e tem espaço para todos, independentemente de gênero e, conforme ela, o que ocorre é uma ampliação da participação feminina em cargos antes não explorados.— Muitas obras em Joinville são lideradas por mulheres; temos engenheiras à frente das obras e na operação. Há ainda muitas nos cargos ligados ao acabamento, o que é muito positivo, porque a mulher é detalhista e isso melhora muito a qualidade final dos produtos da construção — aponta.Ela considera também que a consolidação da presença feminina na construção civil é um movimento gradativo, que acontece paralelamente a outros fatores. São listados como influenciadores, por exemplo, a desmistificação da ideia de que hoje a função ainda exige força para ser exercida.— Atualmente, existem várias tecnologias e equipamentos e nem todo serviço dentro de uma obra requer tanta força. Esses equipamentos já auxiliam muito, por exemplo, a assentar cerâmica, em que a massa de assentamento era batida na mão e agora há uma espécie de batedeira elétrica. Outros benefícios são a qualidade de vida nos canteiros de obra, que melhoraram muito, além da existência de vestiários exclusivos nesses locais. Então, condições como essas ajudam a tornar o ambiente mais propício as mulheres — destaca.Salário médio das mulheres é maiorO último levantamento do Observatório da Indústria Catarinense, da Fiesc, sobre a participação das mulheres na construção civil, mostra que, em Joinville, o salário médio das profissionais da área é maior do que o pago aos homens: R$ 2.161, ante R$ 1.948. Um dos principais fatores que corroboram para a diferença é a escolaridade dos trabalhadores, também proporcionalmente maior entre as contratadas: 79,4% delas possuem ensino básico completo no município, e eles, 54,9%. De acordo com a Fiesc, a diferença do nível de escolaridade é ainda maior quando considerada a participação das escolarizadas que têm nível superior incompleto ou completo, compreendendo 31,3% das trabalhadoras do setor em Joinville e apenas 5,34% dos homens. Renata Baggio, 31 anos, negocia os empreendimentos lançadosFoto: Salmo Duarte / A NotíciaQuem são as mulheres que atuam no setorDesde pequena, a joinvilense Talita Ketly Marcelino sabia a carreira que iria seguir quando adulta. Seguindo os passos do pai Adenilson Marcelino, a jovem de 24 anos realizou no ano passado a conquista de se formar na mesma profissão que ele, a de engenheira civil. Hoje, menos de um ano depois de formada, já tem nas mãos o desafio de comandar a execução de duas obras e liderar mais de 30 pessoas.Ela é um dos inúmeros exemplos de que na construção civil não existe sexo frágil. Mesmo sem deixar a vaidade de lado, no dia a dia ela coloca os sapatos de segurança, capacete e segue para a função de por em pé dois empreendimentos no bairro América. Ambos saem do papel a partir da gestão in loco da gerente de obras. Para crescer no setor, onde começou como estagiária há dois anos, a jovem aponta que as qualidades pessoais e profissionais fizeram a diferença e que as questões de gênero são deixadas de lado.— Acredito que o que pode dar certo na carreira de uma pessoa não é a atividade que terá que exercer, se é predominantemente masculina, mas é ela conhecer as suas qualidades. A engenheira civil, na construção de obras precisa ter liderança — aponta.Em Joinville, o mercado está consolidadoColega de Talita, a engenheira Nicole Maisa Diedrich Froelich lidera outras cerca de 35 pessoas em uma obra de alto padrão prevista para ser entregue em julho deste ano. Vinda de Rio Negrinho, onde começou a carreira há quase quatro anos, ela afirma que é perceptível a evolução da participação feminina no mercado.— Até nas universidades a participação das mulheres está quase maior do que a proporção de homens, então elas estão em crescimento constante no mercado da construção civil. Quando eu comecei, em Rio Negrinho, fui uma das primeiras estagiárias naquela empresa e o pessoal até estranhava, mas ajudava. Isso fez com que eu aprendesse mais e quando mudei para Joinville, percebi que na cidade a situação da mulher na construção civil é bem diferente, o mercado já está mais consolidado.Marina Zanini, 27 anos, já liderou equipes de até 150 funcionáriosFoto: Rogga / A NotíciaLiderança não apenas nos canteiros de obraA liderança da mulher não se resume só aos canteiros de obra, mas também nos escritórios das empreiteiras. A administradora Renata Baggio, 31 anos, se envolveu com o ramo da construção há cerca de sete anos e aos 27 conseguiu chegar ao cargo de diretora comercial na Incorposul, empresa com atuação no ramo da construção civil em Joinville. É dela a missão de negociar os empreendimentos lançados pela empresa, além de participar da concepção dos projetos junto aos engenheiros dos projetos.— Apesar do cargo administrativo, é necessário ter conhecimento na área e conhecer a obra. Tenho que acompanhar a concepção do projeto junto aos arquitetos para poder chegar ao cliente e negociar os imóveis. Então, a gente (do comercial) é que orienta o que está vendendo, qual é a tendência de mercado, a procura dos clientes e com isso ajuda a fazer os apontamentos que o projeto deve ter — revela.Na Rôgga Empreendimentos, outra construtora da região, os cargos de liderança em grandes obras também passam pela atuação feminina. Uma das referências é a joinvilense Marina Zanini, que aos 27 anos chefiou a obra do Bali Beach Home Club, considerado o maior empreendimento imobiliário de Balneário Piçarras. A obra, foi a terceira em que a profissional participou como engenheira-chefe na empresa. Ao todo, ela foi responsável por coordenar o trabalho que teve picos de até 150 operários.Em outras duas empresas com atuação na cidade, o quadro de mulheres também tem reflexo importante. Na GBF Construtora, que mantém em Joinville dois dos seus nove empreendimentos em construção, três engenheiras (metade do total) são responsáveis pelas obras. Na Construtora e Incorporadora Correia, outras 28 mulheres estão empregadas em diversas funções do ramo.Nas faculdades, média é a mesma na última décadaAs universidades joinvilenses que oferecem os cursos de engenharia civil destacam que, atualmente, a proporção de alunas varia de 40% a 50% do total de alunos nos cursos superiores do município. A média é a mesma do início da década. Na Universidade da Região de Joinville (Univille), o curso especializado na área foi aberto em 2013 com 45 vagas, 18 delas preenchidas por mulheres. Essa tendência se manteve e, em 2017, dos 151 alunos matriculados no curso, 58 vagas eram compostas por pessoas do gênero feminino, número considerado expressivo pela universidade. Na Católica de Santa Catarina, a metade dos alunos que entram no curso são mulheres.De acordo com a coordenadora da engenharia civil da Católica, Helena Ravache Samy Pereira, a avaliação é de que o mercado está considerando a competência e a formação dos profissionais. Em contrapartida, segundo ela, o que tem ajudado as mulheres a ganharem espaço no setor é a oportunidade que elas estão tendo de se desenvolverem profissionalmente dentro das construtoras.— Quando me formei, há 20 anos, era uma realidade diferente porque não havia chance de mostrar competência. O que percebo é que muitas alunas conseguem se destacar rápido ao iniciarem como estagiárias e logo são chamadas para atuarem como mestres de obras — avalia Helena.Em busca desse caminho estão Larissa Avancini, de 18 anos, que faz o curso de engenharia civil na Católica, e Mariana Braga, de 23 anos, recém-formada em engenharia de infraestrutura na UFSC.As duas ingressaram recentemente como estagiária e auxiliar de engenharia na construção de um edifício, em que o tíquete médio de venda é de R$ 750 mil. Segundo elas, o começo a carreira já em uma grande obra reflete a abertura de horizontes para as mulheres no ramo da construção deve se traduzir em novas e constantes oportunidades.— É gratificante ingressar nesse momento porque tiramos as ideias do papel, exercemos a liderança e começamos a concretizar os objetivos que traçamos — diz Mariana.Porto Alegre, RSA NotíciaMulheres representam 11,8% dos trabalhadores na construção em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-mulheres-representam-11-8-dos-trabalhadores-na-construcao-em-joinville-10166359Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24089279Família procura por jovem desaparecido há uma semana em JoinvilleAdolescente foi visto pela última vez no sábado (10), perto do Terminal do Centro2018-02-16T09:51:25-02:002018-02-16T09:51:25-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSArquivo PessoalFamília procura por jovem desaparecido há uma semana em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24089279Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-familia-procura-por-jovem-desaparecido-ha-uma-semana-em-joinville-10165647Família procura por jovem desaparecido há uma semana em JoinvilleAdolescente foi visto pela última vez no sábado (10), perto do Terminal do Centro2018-02-16T09:51:25-02:002018-02-16T09:51:25-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA família de Guilherme Matheus de Souza Pia, 16 anos, busca o paradeiro do jovem desde o último sábado, 10 de fevereiro. Segundo a mãe dele, Mercedes Matheus de Souza Pia, o adolescente a deixou no Terminal Central, em Joinville, e saiu em direção a rua Princesa Isabel. Desde então, ele não retornou para casa. Ainda segundo a mãe, ele estava na companhia da namorada, que também está desaparecida. Guilherme estava usando uma camisa preta com detalhes na cor branca e uma calça vermelha quando desapareceu. Leia maisAcesse o NSC Total e fique por dentro do que acontece em SCA mãe registrou o boletim de ocorrência sobre o desaparecimento do filho nesta quarta-feira (14). Conforme ela, a preocupação aumentou após o recesso de Carnaval, quando o jovem não apareceu para trabalhar na empresa onde é jovem aprendiz. Quem tiver qualquer informação sobre o paradeiro do jovem, pode entrar em contato com a Polícia Civil, pelo telefone 181, com a Polícia Militar no 190 ou com a mãe do adolescente pelo fones (47) 99656-5487 e (47) 99161-1737.Porto Alegre, RSA NotíciaFamília procura por jovem desaparecido há uma semana em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-familia-procura-por-jovem-desaparecido-ha-uma-semana-em-joinville-10165647Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23643759Para entidades, transferência melhorou serviço de licenciamentos em JoinvilleMPs Estadual e Federal contestam na Justiça mudança da análise de processos ambientais da Sema para a Fatma, porém, entidades afirmam que novo modelo trouxe mais agilidade2018-02-14T13:12:50-02:002018-02-14T13:12:50-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMaykon LammerhirtPara entidades, transferência melhorou serviço de licenciamentos em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23643759Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-para-entidades-transferencia-melhorou-servico-de-licenciamentos-em-joinville-10163948Para entidades, transferência melhorou serviço de licenciamentos em JoinvilleMPs Estadual e Federal contestam na Justiça mudança da análise de processos ambientais da Sema para a Fatma, porém, entidades afirmam que novo modelo trouxe mais agilidade2018-02-14T13:12:50-02:002018-02-14T13:12:50-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA ação civil pública (ACP) movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que pede à Justiça a nulidade da transferência dos licenciamentos ambientais de Joinville, repercutiu entre as entidades representativas do município. Diferentemente do entendimento dos MPs, na avaliação da Associação Empresarial de Joinville (Acij), da Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresas (Ajorpeme) e do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), a mudança trouxe melhorias aos processos de análise e emissão de licenças.Efetivado a partir de setembro do ano passado, o repasse dos processos sob responsabilidade da Secretaria de Meio Ambiente (Sema) para a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) foi defendida pela administração municipal. A justificativa foi a de ganhar agilidade e centralizar o serviço no sistema eletrônico de informações ambientais do Estado. A Prefeitura ainda concentraria esforços na gestão, fiscalização e preservação de áreas. Porém, no entendimento dos MPs, o acordo foi feito de maneira ilegal e atabalhoada, sem estudo prévio e sem análise das consequências do ato.EXPECTATIVA DE MELHORA NO PROCEDIMENTOMoacir Thomazi, da Acij, é dos lideres empresariais da cidade que considera que houve melhoria no andamento dos processosFoto: Max Schwoelk / divulgaçãoPara as lideranças empresariais de Joinville, no entanto, passados cinco meses da mudança, as expectativas de melhora no procedimento foram cumpridas. Na época em que a transferência ocorreu, as perspectivas da Acij, da Ajorpeme e do Sinduscon eram de que a transferência poderia trazer benefícios e reduziria o tempo do andamento dos licenciamentos.— O Ministério Público está no papel dele, fez a representação e depende da decisão do Juiz, mas o fato de o MP pedir para que aquela situação anterior retorne não quer dizer que isso vai acontecer. Na nossa avaliação, imaginávamos que a mudança traria mais agilidade, e foi o que de fato aconteceu, o que não quer dizer que está em uma situação ideal, porque pode e deve melhorar muito ainda — afirma Moacir Thomazi, presidente da Associação Empresarial.A opinião é seguida por Mario Cezar de Aguiar, do Sinduscon. Ele defende também que, para as entidades, é importante que o processo de análise e emissão das licenças não seja moroso, independentemente do órgão responsável.— Para nós, é indiferente quem vai fazer o licenciamento, se a Prefeitura ou se o órgão estadual. O fato é que nós queremos alguém que licencie no tempo adequado e respeitando as questões ambientais. O que não pode é ser uma coisa morosa como estava. Então, demos o nosso apoio como uma medida para tentar resolver uma questão que era problemática em Joinville — salienta Aguiar.Conforme ele, os processos na Fatma vem sendo resolvidos de forma mais rápida que na Sema, principalmente porque o órgão estadual 'têm utilizado a nova resolução do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema)'. Segundo ele, a normativa prevê que, em cidades dotadas de plano diretor e que têm imóveis que sejam atendidos por redes de esgoto, eles dispensam o licenciamento. EMISSÕES ESTÃO MAIS RÁPIDASVictor Kochella, presidente da Ajorpeme, relata que a associação realizou reuniões com a Fatma, na qual o órgão estadual se comprometeu a dar maior agilidade nos licenciamentos ambientais no município. Ele destaca que a cobrança por rapidez é importante para a classe empresarial, que muitas vezes depende de alvarás, por exemplo, para a ampliação de parques fabris e não pode construir ou contratar sem a emissão da licença. Nesse sentido, para ele, há melhoria no processo.— Algumas situações foram feitas em termos de legislação para evitar que tenha que ter fiscalização in loco em determinadas demandas em que a legislação já previa que (a licença) não era necessária. Então, isso já foi adaptado, deu agilidade e liberou um volume grande de alvarás que estavam retidos — aponta Kochella.A preocupação da entidade é de que se houver o estorno dos processos novamente para a Sema, os licenciamentos hoje em curso voltem para a estaca zero. Uma contabilização feita pelo Ministério Público junto à Fatma demonstra que, entre os dias 5 de setembro e 12 de janeiro, a Sema havia repassado 919 processos para a fundação estadual. Destes, 118 foram migrados para o Sinfat. Neste tempo também houve a emissão de uma licença, além de outras 236 certidões de "atividade não constante" que não requerem licenciamento ambiental.De acordo com a ACP encaminhada à Justiça, os MPs vêem com preocupação o número de certidões já emitidas, por uma possível 'facilitação na emissão de licenças ambientais e afrouxamento dos mecanismos de proteção ambiental no Município'.O "AN" entrou em contato com a Prefeitura de Joinville, que afirmou que vai se manifestar no processo em curso após notificação, mas adiantou que o acordo foi feito com o Estado para que o município amplie esforços na prevenção ambiental, e os licenciamentos foram transferidos porque a Fatma reúne condições estruturais voltadas à atividade. O jornal tentou contato, por telefone, com a fundação estadual, mas não obteve êxito.Porto Alegre, RSA NotíciaPara entidades, transferência melhorou serviço de licenciamentos em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-para-entidades-transferencia-melhorou-servico-de-licenciamentos-em-joinville-10163948Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24084893Prefeitura de Joinville abre processos seletivos para estágio remuneradoHá vagas para estudantes de curso superior e médio2018-02-14T11:08:10-02:002018-02-14T11:08:10-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPrefeitura de JoinvillePrefeitura de Joinville abre processos seletivos para estágio remuneradoA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24084893Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-prefeitura-de-joinville-abre-processos-seletivos-para-estagio-remunerado-10163368Prefeitura de Joinville abre processos seletivos para estágio remuneradoHá vagas para estudantes de curso superior e médio2018-02-14T11:08:10-02:002018-02-14T11:08:10-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA Prefeitura de Joinville está com processos seletivos abertos para estágio remunerado em Administração, Arquitetura, Direito, Educação Física e Engenharia Civil e para curso de nível médio de Técnico em Administração. Todas as instruções sobre como participar estão disponíveis no site da prefeitura. Os editais estabelecem que os estágios não poderão exceder a dois anos. A jornada da atividade será de seis horas diárias, ou trinta horas semanais, devendo corresponder ao horário de funcionamento da Secretaria em que o estagiário estiver lotado.Leia maisFique por dentro do que acontece em Joinville Aos candidatos com deficiência é assegurado o direito de se inscrever desde que as atribuições da área de estágio pretendida sejam compatíveis com a deficiência. Os processos seletivos serão feitos por meio de prova objetiva, em que serão avaliados os conhecimentos e/ou habilidades dos candidatos sobre as matérias relacionadas a cada cargo e função. Serão considerados aprovados os candidatos que obtiverem nota igual ou superior a 55 numa escala até 100. Candidatos classificados serão admitidos obedecendo a ordem de classificação.Porto Alegre, RSA NotíciaPrefeitura de Joinville abre processos seletivos para estágio remuneradoA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-prefeitura-de-joinville-abre-processos-seletivos-para-estagio-remunerado-10163368Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24083518VÍDEO: Homem é resgatado após barco virar no mar em São Francisco do SulEle realizava a manutenção no motor na pequena embarcação, quando ela virou 2018-02-13T15:37:56-02:002018-02-13T15:37:56-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSGRAERVÍDEO: Homem é resgatado após barco virar no mar em São Francisco do SulA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24083518Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-video-homem-e-resgatado-apos-barco-virar-no-mar-em-sao-francisco-do-sul-10162814VÍDEO: Homem é resgatado após barco virar no mar em São Francisco do SulEle realizava a manutenção no motor na pequena embarcação, quando ela virou 2018-02-13T15:37:56-02:002018-02-13T15:37:56-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUm homem de 69 anos foi resgatado depois que o barco dele virou na praia da Enseada em São Francisco do Sul. Segundo os Bombeiros Militares, o senhor realizava a manutenção no motor de uma pequena embarcação, por volta das 12 horas desta terça-feira, quando a embarcação virou. Além do acidente, o casco ainda o atingiu nas costas. O barco estava a cerca de 300 metros de distância da areia. Apesar de não ser uma região de profundidade, o helicóptero Águia da Polícia Militar foi acionado para ajudar no resgate, já que o senhor estava com dificuldades de nadar devido à batida. Leia maisAcesso o NSC Total e fique por dentro do que acontece em SC A aeronave conseguiu resgatar o trabalhador e trazê-lo para a faixa de areia, onde a guarnição dos bombeiros deu continuidade ao atendimento. O homem se queixava de dor na cervical, estava em consciente e em estado estável. Veja vídeo do resgate:Porto Alegre, RSA NotíciaVÍDEO: Homem é resgatado após barco virar no mar em São Francisco do SulA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-video-homem-e-resgatado-apos-barco-virar-no-mar-em-sao-francisco-do-sul-10162814Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24083042Cresce número de focos do mosquito da dengue em JoinvilleDesde janeiro já foram registradas 104 amostras positivas, um aumento de 20% em relação à 20172018-02-13T09:44:29-02:002018-02-13T09:44:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSSalmo DuarteCresce número de focos do mosquito da dengue em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24083042Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-cresce-numero-de-focos-do-mosquito-da-dengue-em-joinville-10162614Cresce número de focos do mosquito da dengue em JoinvilleDesde janeiro já foram registradas 104 amostras positivas, um aumento de 20% em relação à 20172018-02-13T09:44:29-02:002018-02-13T09:44:29-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brEm pouco mais de um mês, o número de focos positivos do mosquito Aedes aegypti, vetor transmissor da dengue, do vírus da zika e das febres chikungunya e amarela, já corresponde a um terço do encontrado em todo o ano passado em Joinville. Já são 104 amostras positivas desde 1º de janeiro até 9 de fevereiro. Nos dois primeiros meses do ano passado, foram registrados 86 casos e, em todo 2017, foram 292 ocorrências.Sozinhos, os bairros Boa Vista e Fátima, na zona Sul, detêm 59% dos focos positivos mapeados pelo Serviço de Vigilância Ambiental. Até a primeira semana de fevereiro, foram 31 registros no Boa Vista e 20 no Fátima. O resultado preocupa os agentes da Prefeitura, principalmente com relação ao crescimento da infestação no bairro Fátima, na região próxima ao Terminal do Guanabara. Isso porque o volume atual já supera o consolidado de focos achados em 2017, de 17 casos.Na comparação de janeiro deste ano com o primeiro mês do ano passado, houve um crescimento de 38% nos focos positivos. Foram 57 pontos em 2017, contra 89 no início do 2018. Apenas na primeira semana de fevereiro houve 25 casos, apenas quatro a menos do que no mesmo mês em todo o ano passado. Se analisarmos os dois primeiros meses, o avanço é de 20%.Com o resultado, Joinville está na lista dos 64 municípios catarinenses considerados infestados pelo inseto, de acordo com o último boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) de Santa Catarina ? de 8 de fevereiro. Vale ressaltar, no entanto, que nenhum caso da doença foi notificado no município neste ano. No Estado, no comparativo entre janeiro de 2018 e o mesmo mês de 2017, houve crescimento de 71% no número de focos: 2.073 contra 1.207.De acordo com Nicoli dos Anjos, coordenadora da Vigilância Ambiental, a explicação para o aumento de focos do Aedes aegypti no município é simples: descuido da população. Segundo ela, no Fátima, por exemplo, em um raio de 300 metros foram observados diversos focos positivos, a maioria deles nos quintais das residências.— Chama a atenção porque esses focos foram encontrados nas casas a partir de uma armadilha de combate ao mosquito, montada pelos agentes de fiscalização. Nesses locais, foram constatados vasos de planta e pneus com acúmulo de água parada. Isso preocupa porque a infestação ocorre do dia para a noite e essa é a época do ano mais complicada, pois o desenvolvimento das larvas ocorrem de forma muito rápida — explica.Para o combate aos focos do transmissor, o serviço intensificou as visitas nas áreas de infestação. Nos locais em que são encontrados pontos positivos para o mosquito há limpeza dos recipientes e são repassadas informações aos moradores. Em caso de descumprimento às orientações dos agentes ambientais, o dono do imóvel recebe notificação e pode ser multado.Ações de conscientização são realizadas diariamente por agentes da Prefeitura de JoinvilleFoto: Salmo Duarte / A Notícia— O intuito das vistorias não é multar, mas conscientizar a população porque se trata de um problema de saúde pública muito sério para a comunidade — destaca Nicoli.Para melhorar o combate ao Aedes aegypti, o Serviço de Vigilância destaca ainda a importância de contar com o auxílio da população. Em caso de dúvidas, o morador pode ligar para o telefone 3432-2337, do Serviço de Vigilância Ambiental.COMO COMBATER O MOSQUITOA Prefeitura de Joinville elaborou uma lista com dicas para eliminar o mosquito. A orientação principal e também a mais efetiva é a mesma: evitar o acúmulo de água parada.Dicas de prevenção- Evite usar pratos nos vasos de plantas; se usar, coloque espuma em volta do pratinho;- Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;- Mantenha lixeiras tampadas;- Deixe os tanques utilizados para armazenar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas-d?água, lembrando de vedar inclusive o ?ladrão? com uma tela de proteção;- Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;- Trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;- Mantenha ralos fechados e desentupidos;- Lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;- Retire a água acumulada em lajes;- Dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em vasos sanitários pouco usados e mantenha a tampa sempre fechada;- Evite acumular entulho, pois podem se tornar criadouros do mosquito; - Guarde pneus velhos e outros objetos que possam acumular água em locais secos e abrigados da chuvas;Leia maisAcesse o NSC Total e fique por dentro do que acontece em SCPorto Alegre, RSA NotíciaCresce número de focos do mosquito da dengue em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-cresce-numero-de-focos-do-mosquito-da-dengue-em-joinville-10162614Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-guarda-municipal-usa-balas-de-borracha-para-dispersar-folioes-em-balneario-camboriu-10162194Guarda Municipal usa balas de borracha para dispersar foliões em Balneário CamboriúAção dividiu opiniões e foi parar em comissões de ética e direitos humanos2018-02-12T16:20:57-02:002018-02-12T16:20:57-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brUm vídeo que circula nas redes sociais mostra a Guarda Municipal de Balneário Camboriú disparando balas de borracha para dispersar foliões que impediam o trânsito na Avenida Atlântica na madrugada de domingo, logo após o término da programação de Carnaval da prefeitura. O secretário de Segurança, Gabriel Castanheira, publicou o vídeo em seu perfil nas redes sociais, parabenizando os agentes pelo trabalho. Ele disse nesta segunda-feira que os foliões já haviam sido orientados a liberar a via e arremessaram garrafas contra os guardas municipais _ o que não aparece nas imagens. Os foliões cantavam “eu não vou embora” enquanto pulavam na Avenida Atlântica.A reação da Guarda dividiu opiniões e o caso foi parar nas comissões de Direitos Humanos (CDH) e de Ética Pública da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Balneário Camboriú. Alex Casado, advogado que preside a CDH, afirma que há indícios de abuso de autoridade:_ A Guarda agiu como um aparelho de repressão, e não com postura cidadã e comunitária. É um abuso inaceitável, que depõe contra a natureza turística da cidade _ afirmou.No momento da confusão a Polícia Militar fazia varredura para liberação da pista em outro ponto da avenida, com o uso da cavalaria. A PM não foi acionada para a contenção dos foliões.Porto Alegre, RSA NotíciaGuarda Municipal usa balas de borracha para dispersar foliões em Balneário CamboriúA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-guarda-municipal-usa-balas-de-borracha-para-dispersar-folioes-em-balneario-camboriu-10162194Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24081762Taxistas pedem cumprimento da lei do transporte de passageiros por aplicativo em Joinville Nova tabela de cobrança por quilometragem percorrida depende do envio das informações cadastrais por parte das empresas2018-02-12T13:32:15-02:002018-02-12T13:32:15-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMaykon LammerhirtTaxistas pedem cumprimento da lei do transporte de passageiros por aplicativo em Joinville A Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24081762Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-taxistas-pedem-cumprimento-da-lei-do-transporte-de-passageiros-por-aplicativo-em-joinville-10162053Taxistas pedem cumprimento da lei do transporte de passageiros por aplicativo em Joinville Nova tabela de cobrança por quilometragem percorrida depende do envio das informações cadastrais por parte das empresas2018-02-12T13:32:15-02:002018-02-12T13:32:15-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brOs taxistas de Joinville voltaram a reivindicar o cumprimento da lei 8467 que regulamenta o transporte de passageiros por aplicativo em Joinville. Em vigor desde novembro de 2017, o documento regulamenta o transporte motorizado individual privado e remunerado de passageiros, com o uso de aplicativos de tecnologia de transporte na cidade.A nova tabela de cobrança, prevista na lei, prevê a definição dos valores por quilometro rodado. As escalas variam entre os valores de R$ 0,15 e R$ 0,25 por quilômetro rodado. Também há na tabela a cobrança de incentivo de corrida individual, para condutores do gênero feminino, carro acessível ou quilometragem rodada com origem e destino fora do perímetro urbano, por exemplo. Das duas empresas que operam em Joinville, somente a Uber ainda não encaminhou as informações de cadastro a Seinfra. Para a nova cobrança passar a valer, as empresas precisam fornecer, por exemplo, como dados dos condutores e sobre as corridas. Em nota, a Uber informou considerar positiva a iniciativa de regulamentar o transporte individual privado por meio de aplicativos na cidade. Entretanto, afirmou que “a lei 8.467/2017 cria burocracias e cobranças baseadas em modelos ultrapassados, que desconsideram os benefícios que o avanço tecnológico pode trazer à cidade e seus moradores”. Para a empresa, a lei contemplaria várias regras burocráticas - como a necessidade de cadastramentos, inspeções, certidões e cálculos complexos –, o oposto da proposta do sistema “moderno e flexível, que oferece a população uma opção de mobilidade acessível e uma oportunidade de renda à população de Joinville”. A Uber ainda informou solicitou à Prefeitura “esclarecimentos para efetivar seu cadastramento como Operadora de Tecnologia de Transporte Credenciada no âmbito municipal”. Além do cumprimento da lei regulamentadora, o representante dos taxistas, Eder Caetano, informa que existe a reivindicação de maior fiscalização no município, já que os motoristas do transporte por aplicativo estariam “burlando o sistema e oferecendo corridas por fora do aplicativo, abordando passageiros em pontos de táxi e ônibus". — Ou seja, já não se contentam mais em terem tomado 60% do mercado do táxi com o uso do aplicativo, agora já estão indo além, estão invadindo o espaço que ainda nos restou e também afetando o transporte público coletivo — disse. A categoria realizou protesto em frente à Seinfra na última sexta-feira (9. O representante ainda informou há previsão de novas manifestações, ainda sem data para acontecer.Porto Alegre, RSA NotíciaTaxistas pedem cumprimento da lei do transporte de passageiros por aplicativo em Joinville A Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-taxistas-pedem-cumprimento-da-lei-do-transporte-de-passageiros-por-aplicativo-em-joinville-10162053Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24081579Desfile de Carnaval movimenta São Francisco do Sul, no Litoral Norte de SCFesta reuniu moradores e turistas no Centro Histórico da cidade, programação continua nesta segunda-feira2018-02-12T09:59:12-02:002018-02-12T09:59:12-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSPrefeitura de São Francisco do SulDesfile de Carnaval movimenta São Francisco do Sul, no Litoral Norte de SCA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24081579Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-desfile-de-carnaval-movimenta-sao-francisco-do-sul-no-litoral-norte-de-sc-10162001Desfile de Carnaval movimenta São Francisco do Sul, no Litoral Norte de SCFesta reuniu moradores e turistas no Centro Histórico da cidade, programação continua nesta segunda-feira2018-02-12T09:59:12-02:002018-02-12T09:59:12-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO desfile de carnaval em São Francisco do Sul levou diversos moradores e turistas para as ruas do Centro Histórico. A primeira escola a desfilar foi a Unidos do Paulas, que trouxe para a Rua Babitonga um enredo sobre sentimentos, focando no amor. A Imperadores do Samba homenageou a Estiva, que completa 100 anos de sindicato em 2018, e o orgulho de ser estivador. Já o amor e o orgulho pela escola foi o tema da Mocidade Independente da Água Branca. Este ano, o desfile não foi competitivo. No entanto, o brilho e a animação continuaram garantidos pelas escolas e pelos blocos que desfilaram. E o público não fez diferente. Mesmo em meio à chuva, permaneceu presente até a passagem da última escola. O carnaval francisquense, que tem como característica a programação em vários locais da cidade, segue até a próxima terça-feira. Pontos como Centro, Prainha, Enseada e Vila da Glória ainda vão receber muita animação por meio dos palcos e dos trios elétricos, além do desfile dos blocos. Nesta segunda-feira, tem trio elétrico na Prainha às 18h e na Enseada às 23h. Na Vila da Glória, na Avenida Lindolfo de Freitas, o agito começa às 19h, com o bloco Baiacú Gay no trio elétrico. Já no Centro a animação fica por conta do bloco Unidos do Centro Histórico, às 20h, e do Palco de Carnaval Popular, com início às 22h.Porto Alegre, RSA NotíciaDesfile de Carnaval movimenta São Francisco do Sul, no Litoral Norte de SCA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-desfile-de-carnaval-movimenta-sao-francisco-do-sul-no-litoral-norte-de-sc-10162001Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:24006667Entenda como funciona o cálculo do novo modelo de cobrança da Cosip em JoinvilleAlteração prevê o cálculo do imposto de iluminação pública pelo consumo de energia elétrica do usuário e não mais pela metragem da frente dos terrenos 2018-02-12T09:50:20-02:002018-02-12T09:50:20-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSMaykon LammerhirtEntenda como funciona o cálculo do novo modelo de cobrança da Cosip em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:24006667Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-entenda-como-funciona-o-calculo-do-novo-modelo-de-cobranca-da-cosip-em-joinville-10161988Entenda como funciona o cálculo do novo modelo de cobrança da Cosip em JoinvilleAlteração prevê o cálculo do imposto de iluminação pública pelo consumo de energia elétrica do usuário e não mais pela metragem da frente dos terrenos 2018-02-12T09:50:20-02:002018-02-12T09:50:20-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brO novo modelo de cobrança da Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip) entrou em vigor no início deste ano e pode ter surpreendido alguns moradores de Joinville. A alteração que prevê o cálculo do imposto pelo consumo de energia elétrica do usuário e não mais pela metragem da frente dos terrenos (testada) foi aprovada pela Câmara de Vereadores e sancionada pelo prefeito Udo Döhler no ano passado.Leia as últimas notícias de Joinville e regiãoO formato de cobrança está dividido em três categorias: imóveis nãoedificados (terrenos sem construção), que continuam a ser cobrados pela metragem; usuário residencial e usuário não residencial, ambos separados em oito faixas de consumo, que começam de 1 a 30 quilowatts/mês e vão até os superiores a 1.500 quilowatts. Cada uma das faixas corresponde a um valor de contribuição diferente. Para as residências, por exemplo, o imposto varia de R$ 1 até R$ 92.No ano passado, a mudança na forma de cobrança recebeu muitas críticas nas redes sociais porque o imposto ficaria mais caro. Naquela situação, quem morasse em uma residência com até 15 metros de frente pagaria 4% de uma Unidade Padrão Municipal (UPM), que varia a cada mês e é de R$ 277,12 em fevereiro deste ano. Isso significa que o valor pago pela Cosip no próximo mês seria de R$ 11,08. Se esse mesmo contribuinte consumiu entre 201 e 500 quilowatts de energia elétrica, o custo da iluminação pública ficaria em R$ 21,90, segundo o novo modelo. Um aumento de 97%.Por outro lado, houve contribuintes que viram positivamente a mudança porque seriam beneficiados com a redução na taxa. Eles podem gastar menos de 101 quilowatts, por exemplo, e pagar menos do que anteriormente, quando eram cobrados pela metragem da testada.Até o ano passado, a Prefeitura arrecadava R$ 1,6 milhão por mês com a Cosip. Esse valor é usado para pagar a energia elétrica consumida pela iluminação pública, realizar a manutenção da rede e investimentos no parque elétrico. Com a mudança, o município espera aumentar a arrecadação em 20%. O objetivo é avançar na expansão da rede para outros bairros e áreas rurais, além de dar sequência à troca de lâmpadas convencionais pelas de LED, que são mais econômicas. Confira novo modelo de cobrança da Cosip de Genara RigottiPorto Alegre, RSA NotíciaEntenda como funciona o cálculo do novo modelo de cobrança da Cosip em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-entenda-como-funciona-o-calculo-do-novo-modelo-de-cobranca-da-cosip-em-joinville-10161988Change0Usableurn:publicid:clicrbs.com.br:23860228Rua Tuiuti é interditada nesta segunda-feira em JoinvilleInterdição ocorre em dois pontos diferentes para realização de obras de saneamento2018-02-12T09:20:17-02:002018-02-12T09:20:17-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brPorto Alegre, RSA Notícia / DivulgaçãoRua Tuiuti é interditada nesta segunda-feira em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:clicrbs.com.br:23860228Change0Usableurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-rua-tuiuti-e-interditada-nesta-segunda-feira-em-joinville-10161978Rua Tuiuti é interditada nesta segunda-feira em JoinvilleInterdição ocorre em dois pontos diferentes para realização de obras de saneamento2018-02-12T09:20:17-02:002018-02-12T09:20:17-02:00© 2011-2018 clicrbs.com.brA rua Tuiuti será interditada em dois pontos durante esta segunda-feira em Joinville. A Companhia Águas de Joinville informa que a interdição ocorre por causa de obras de saneamento na via do bairro Aventureiro durante a manhã e a tarde.No período matutino, das 7h30 às 12h, a via fica interditada parcialmente na esquina com rua Tenente Ervino Hille. Já durante a tarde, das 13h às 18h, a via tem interdição total na esquina com rua Nelson Brandão. No sentido centro, os motoristas podem desviar à direita pela rua Engelberto Otto Hagemann, virar à esquerda na rua Hélio Pimentel, à esquerda novamente na rua Benedito Cardoso e virar na rua Manoel Francisco de Oliveira, para então retornar à Tuiuti.Quem vem sentido bairro, pode virar à direita na rua Perdiz, à esquerda na rua Oscar Fischer, à esquerda na rua José Francisco Vieira, rua Valdemar Schwalbe e rua Antônio Carlos Muller Maes, para retornar à rua Tuiuti.Mais informações pela central de atendimento da Companhia no telefone 115.Porto Alegre, RSA NotíciaRua Tuiuti é interditada nesta segunda-feira em JoinvilleA Notíciaurn:publicid:anoticia-clicrbs-com-br-sc-geral-rua-tuiuti-e-interditada-nesta-segunda-feira-em-joinville-10161978Change0Usable