Paralisadas desde 2011, obras do contorno ferroviário de São Francisco devem ser retomadas em 2018 - Geral - A Notícia

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Infraestrutura05/07/2017 | 09h57Atualizada em 05/07/2017 | 09h57

Paralisadas desde 2011, obras do contorno ferroviário de São Francisco devem ser retomadas em 2018

 Projeto de mobilidade foi apresentado aos moradores na noite de terça-feira 

Após cinco anos de paralisação, as obras do contorno ferroviário em São Francisco do Sul estão mais próximas de se tornarem realidade. A previsão é de que os trabalhos sejam retomados no segundo semestre de 2018. O prazo foi discutido e apresentado na terça-feira, 4 de julho, pelos técnicos do DNIT, na EEB Annes Gualberto, no bairro Paulas.

Na ocasião, os técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (DNIT) esclareceram as dúvidas dos moradores e representantes das associações de bairro do Paulas, do Rocio Grande, do Portinho e de outras localidades. Foi apresentada uma visão aérea dos trechos que serão modificados e diversos pontos foram discutidos, mostrando a população as ruas que serão remodeladas, os viadutos que serão construídos e as facilidades que esse novo contorno irá gerar, tendo em vista que não paralisará mais nenhuma rua da cidade.

Para o prefeito Renato Gama Lobo, esse é um projeto importante e que merece ser tratado com urgência. 

— Queremos que a população não sofra mais com a recorrente passagem do trem em pontos de grande circulação de veículos e pedestres. Trataremos esse assunto com a prioridade que merece e, por conta disso, fiz questão de pedir que os técnicos do DNIT viessem até aqui para realizar esta apresentação para vocês — afirma.

Paralisada desde 2011 devido a problemas de estabilização de recalques no solo, a obra foi revisada pelo DNIT. Segundo o analista de infraestrutura do DNIT, Carlos Augusto Wosniacki, a ideia do contorno é melhorar o fluxo da cidade como um todo. 

— Nós temos o entendimento de que quando a ferrovia chega perto da cidade a situação é bem mais complicada, entretanto, o objetivo é que o contorno ferroviário resolva as paralisações que ocorrem pelo menos quatro vezes por dia na cidade — ressaltou.

De acordo com o coordenador do projeto, Robson Sebastiani, todos querem ruas e rodovias perto de casa, mas ninguém quer uma ferrovia. 

— No entanto, vamos tentar minimizar essa situação com diversas soluções. Queremos um projeto e uma obra sem grandes empecilhos — salientou.

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