Santa Catarina contabiliza 16 mortes por gripe A neste ano - Geral - A Notícia

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Saúde08/06/2017 | 17h09Atualizada em 08/06/2017 | 17h10

Santa Catarina contabiliza 16 mortes por gripe A neste ano

Estado soma 127 casos graves pelo vírus influenza A

Santa Catarina contabiliza 16 mortes por gripe A neste ano Roni Rigon/Agencia RBS
Foto: Roni Rigon / Agencia RBS
Diário Catarinense
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No total, 16 catarinenses já morreram em função de complicações causadas pela gripe A, subtipo H3N2. O vírus influenza A também já causou 127 hospitalizações no Estado, sendo uma pelo H1N1. O vírus B foi responsável por 10 internações. 

As 16 mortes acometeram pacientes residentes em Caçador (dois casos), Florianópolis (dois casos), Joinville (dois casos), Lages (dois casos), Águas Mornas, Blumenau, Catanduvas, Jaguaruna, Jaraguá do Sul, Santa Rosa de Lima, São José e São Miguel do Oeste (um caso cada). Em relação a faixa etária, a maior proporção (68,8%) foi entre pessoas acima dos 50 anos de idade. Além disso, 81,3% apresentaram algum fator de risco para agravamento (idosos, obesos e doentes crônicos).

Os municípios que apresentaram maior número de casos foram Blumenau (13), Itajaí (11), Joinville (11), Florianópolis (nove). Dos 137 casos de influenza, 81 apresentaram algum fator de risco associado, dos quais 64,2% eram idosos, 13,6% eram obesos, 11,1% eram crianças com idade abaixo de 2 anos e 16,3% eram portadores de doenças crônicas, além de uma gestante

Segundo relatório desta quinta-feira da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC), o perfil de casos e mortes por influenza em 2017 indica a maior circulação do vírus Influenza subtipo A (H3N2), acometendo idosos e adultos com comorbidades (doentes crônicos e obesos). 

Campanha de vacinação

Santa Catarina atualmente está com 86,25% de taxa de cobertura da vacina contra a gripe entre os grupos prioritários. Até esta quarta-feira, apenas idosos (97,06%), puérperas (93,72%) e indígenas (99,05%) atingiram a meta da campanha, que é de 90%. Os grupos que ainda não atingiram a meta são gestantes (65,79%), crianças (75,62%), trabalhadores da saúde (76,85%) e professores (78,15%).  Os dados foram repassados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC) nesta quarta-feira. 

A campanha, inicialmente prevista para terminar no dia 26 de maio, foi prorrogada por mais duas semanas, até dia 9 de junho. Porém, desde o dia 5 de junho, as doses foram disponibilizadas para toda a população, até quando durarem os estoques. Foram reservadas vacinas para as gestantes, que podem procurar postos depois da campanha, e para a segunda dose obrigatória das crianças.  

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