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Alimentação14/06/2017 | 15h56Atualizada em 14/06/2017 | 15h56

Estudo aponta que comer batata frita duas ou mais vezes por semana pode aumentar risco de morte

Conclusão é de que soma de fritura e excesso de sal potencializa chance de morte prematura

Estudo aponta que comer batata frita duas ou mais vezes por semana pode aumentar risco de morte Mikael Damkier/Divulgação
Foto: Mikael Damkier / Divulgação

Comer batata frita duas ou mais vezes por semana pode aumentar o risco de morte, segundo estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition. A conclusão foi tirada após os pesquisadores analisarem o consumo de batatas de 4,4 mil americanos com idades entre 45 e 79 anos durante oito anos.

A pesquisa mostra que o consumo do tubérculo em si não potencializa a chance de morte prematura. No entanto, quando a análise é focada nos grupos que indicaram comer batata frita de duas a três vezes por semana — ou até mais —, fica evidente a elevação no risco de morte.

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O resultado não é reflexo da combinação entre a batata e a gordura, mas sim da soma da fritura com o excesso de sal.

— Essa gordura se deposita nas artérias, e o sal eleva a pressão. Não é uma combinação interessante — diz a médica nutróloga Mariela Silveira.

Para a especialista, as frituras podem ser consideradas como grandes vilãs da alimentação — segundo ela, não há estudos que apontem algum benefício à saúde.

Se diante do estudo você ficou se perguntando se precisa riscar de vez as batatinhas do cardápio, a médica responde:

— Não precisamos ser radicais. Só temos de ter cuidado com a frequência. O ideal é que o consumo não passe de uma vez por mês.

Fãs dessa preparação podem apostar em versões alternativas, como batatas assadas no forno com um pouco de azeite de oliva, sugere Mariela.

 
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